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Bahia
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Pesquisa aponta recuo no crescimento da economia brasileira em 2014

Segundo pesquisa Focus, do Banco Central, a previsão de crescimento da economia brasileira neste ano recuou de 1,44% para 1,24%. Há um mês, a expectativa era de 1,62%. Para 2015, a estimativa de expansão também recuou, caindo de 1,80% para 1,73%. A projeção para o crescimento do setor industrial em 2014 também apresentou queda em relação à semana anterior, passou de 0,96% para 0,51%. Para 2015, segue em 2,25%. Quatro semanas antes, a Focus apontava estimativa de expansão de 1,40% para 2014 e de 2,37% em 2015 para o setor. Os analistas corrigiram de 34,85% para 34,70% a previsão para o indicador que mede a relação entre a dívida líquida do setor público e o PIB em 2014. Há quatro semanas estava em 34,80%. Para 2015, recuou de 35,05% para 35,00%. Um mês antes a previsão era de 34,80% e 35,05% respectivamente.

Bahia
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Brasileiros pagaram R$ 1,1 tri em juros em três anos

Empresas e famílias brasileiras desembolsaram R$ 1,108 trilhão para o pagamento de juros de 2011 a 2013, segundo levantamento da Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (FecomercioSP) a partir do cruzamento de dados do Banco Central e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Segundo o levantamento, a maior quantia, ou R$ 696,5 bilhões, foi paga pelas famílias, e o restante, R$ 411,5 bilhões, por empresas. Houve crescimento na concessão de crédito no período, segundo a Federação. De dezembro de 2011 a dezembro de 2013, o saldo em reais de linhas de financiamento e empréstimo concedidas a famílias e empresas passou de R$ 1,381 trilhão para R$ 1,508 trilhão, que corresponde a uma alta de 9,2%. Apesar do crescimento no crédito, a FecomercioSP ressalta que o porcentual de inadimplência total (pessoas físicas e jurídicas) se mantém em padrões aceitáveis. A taxa recuou de 10,4% nos meses de dezembro de 2011 e 2012 para 9,2% no último mês de 2013.

Bahia
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Segundo projeção do Comitê de Política Monetária (Copom), os preços da gasolina, do botijão de gás e da tarifa de telefonia fixa devem ficar estáveis este ano. As estimativas foram divulgadas nesta quinta-feira (06). Para o conjunto de preços administrados por contrato e monitorados, em 2014, foi mantida a projeção de alta de 4,5%, valor considerado pelo Copom em janeiro. Para 2015, também foi mantida a estimativa de 4,5%. O Banco Central faz essas projeções para avaliar a tendência da inflação no país, de modo a fazer com que a inflação fique dentro da meta estabelecida pelo Conselho Monetário Nacional. Essa meta tem como centro 4,5%, e margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Brasil
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Poupança começa 2014 com saldo de R$ 1,74 bilhão em janeiro Os números foram divulgados pelo Banco Central. (Foto: Reprodução).

No mês de janeiro, os depósitos em cadernetas de poupança somaram R$ 127,673 bilhões. Em contrapartida, os saques contabilizaram R$ 125,929 bilhões, totalizando saldo de R$ 1,743 bilhão. Os números foram divulgados pelo Banco Central. Os rendimentos no mês contabilizaram R$ 3,107 bilhões, bem abaixo do constatado no mês de dezembro, quando tradicionalmente as cadernetas de poupança recebem maiores volumes de recursos por causa do 13º salário. No último mês de 2013, os depósitos somaram R$ 14,516 bilhões, e o saldo, ou captação líquida, alcançou R$ 11,201 bilhões. De acordo com o boletim, janeiro registrou o 23º mês seguido de saldo positivo. O último mês de saldo negativo foi fevereiro de 2012 (déficit de R$ 414,520 milhões). As informações são da Agência Brasil.

Bahia
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Poupança tem captação líquida recorde em 2013, diz Banco Central O desempenho foi recorde mensal e anual na série histórica iniciada em 1995.

A caderneta de poupança registrou captação líquida (diferença entre aplicações e resgates) de R$ 11,202 bilhões no mês passado e de R$ 71,048 bilhões no ano de 2013. O desempenho é recorde mensal e anual na série histórica iniciada em 1995. As informações foram divulgadas pelo Banco Central nesta terça-feira (7). No mês de dezembro, os depósitos somaram R$ 148,5 bilhões, enquanto os saques foram de R$ 137,3 bilhões. No ano de 2013, o saldo da caderneta ficou em R$ 597,9 bilhões. O bom resultado da aplicação mais tradicional do país ocorre em meio a um ciclo de aperto monetário para o controle da inflação, que já elevou o juro básico (a taxa Selic) em 2,75 pontos percentuais, para 10% ao ano. Na ata da última reunião do Copom (Comitê de Política Monetária), o BC repetiu que o ritmo de aumento do juro básico é apropriado, mas ponderou que a transmissão dos efeitos da política monetária ocorre com defasagem. Na ocasião, a autoridade monetária elevou os juros básicos em 0,5 ponto percentual. As informações são da Folha de S. Paulo.

Bahia
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Salário de R$ 724 entra em vigor hoje O valor é 6,78% superior aos R$ 678 do ano passado. (Foto: Reprodução).

O novo salário mínimo de R$ 724 já está em vigor. O valor é 6,78% superior aos R$ 678 do ano passado. O percentual está acima da inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo que, segundo a projeção mais recente do boletim Focus, divulgada no início da semana passada pelo Banco Central, deve fechar o ano em 5,72%. O aumento do salário mínimo está previsto na Lei Orçamentária Anual de 2014, e foi aprovado pelo Congresso na semana anterior à do Natal. No dia 23 de dezembro, a presidenta Dilma Rousseff (PT) assinou o decreto com o reajuste e confirmou o novo mínimo. Segundo informações do Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos, o mínimo injetará R$ 28,4 bilhões na economia em 2014. De acordo com cálculos da entidade, o novo valor permite a compra de 2,23 cestas básicas. Trata-se da maior relação de poder de compra desde 1979. O salário mínimo passou a vigorar no Brasil em 1º de maio de 1940, durante o governo Getúlio Vargas. A Constituição Federal estabelece que o valor deveria ser suficiente para suprir as necessidades básicas do trabalhador e de sua família: alimentação, moradia, educação, saúde, lazer, vestuário, higiene, transporte e Previdência Social. As informações são da Agência Brasil.

Bahia
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Brasil: Taxa de juros subiu em outubro Os dados foram divulgados neste quinta-feira (28) pelo Banco Central. (Foto: Reprodução).

De acordo com dados do Banco Central (BC) divulgados hoje (28), as taxas de juros subiram em outubro. Para as famílias, a taxa subiu 1,1 ponto percentual, para 38,3% ao ano, de setembro para outubro. Já para as empresas, a taxa subiu 0,1 ponto percentual, para 20,8% ao ano. Essas taxas de juros são do crédito com recursos livres. No caso do crédito direcionado (empréstimos com regras definidas pelo governo, destinados, basicamente, aos setores habitacional, rural e de infraestrutura), as taxas de juros também subiram. Para as empresas, a alta ficou em 0,1 ponto percentual, para 7,5% ao ano. As famílias pagaram taxa de 7,2% ao ano, aumento de 0,2 ponto percentual em relação a setembro. A taxa de inadimplência, considerados os atrasos superiores a 90 dias, teve queda para as pessoas físicas no crédito com recursos livres - caiu 0,2 ponto percentual, para 6,8%. Para as empresas, ficou estável em 3,4%. No caso do crédito direcionado, a inadimplência é bem menor. A inadimplência das pessoas físicas ficou em 1,7%, com redução de 0,2 ponto percentual. As empresas apresentaram inadimplência de 0,5%, estável em relação a setembro. O saldo das operações de crédito do sistema financeiro ficou em R$ 2,610 trilhões em outubro, com crescimento de 0,5% no mês e 14,7% em 12 meses. As informações são da Agência Brasil.

Brasil
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Segundo pesquisa da Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), em outubro, as taxas de juros cobradas dos consumidores atingiram o maior nível em um ano. Os juros médios das operações de crédito tiveram alta de 0,03 ponto percentual, passando de 5,53%, em setembro, para 5,56% ao mês, em outubro. A taxa anual média subiu de 90,77% ao ano para 91,42%. Das seis linhas de crédito pesquisadas, apenas uma não subiu - os juros cobrados no crédito rotativo do cartão de crédito ficaram estáveis em 9,37% ao mês. Ainda assim, essa é uma das maiores taxas cobradas no mercado de crédito no Brasil, equivale a 192,94% ao ano. Todas as demais - a taxa média de juros cobrada no comércio, os juros do cheque especial, as linhas de Crédito Direto ao Consumidor, o empréstimo pessoal oferecido pelos bancos, e nas financeiras - subiram. A expectativa é de que haja mais aumentos nos próximos meses. O coordenador da pesquisa de juros da Anefac, Miguel José Ribeiro de Oliveira, diz que o aumento pode ser atribuído à última elevação da Selic promovida pelo Banco Central. A taxa básica da economia brasileira passou, no dia 9 de outubro, de 9% para 9,5% ao ano. As informações são do Uol.

Brumado
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Novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 já circulam no comércio de Brumado As notas foram lançadas pelo Banco Central no final do mês julho. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

As novas cédulas da família real lançadas no final do mês de julho pelo Banco Central (BC) já estão circulando no comércio de Brumado. As notas de R$ 2 mantêm o mesmo padrão de cor da anterior, com o azul predominante, mas com novas dimensões. A nota de R$ 5 também mantém o mesmo padrão de cor da anterior, com o tom de lilás predominante, porém com um novo formato, em tamanho maior. As novas cédulas do real têm tamanhos diferenciados, marcas táteis em relevo e novos itens de segurança, como a marca d'água, marcas em alto relevo, elementos fluorescentes, visíveis sob a luz ultravioleta, e o “quebra cabeças”. Neste último, o valor da cédula aparece quando examinada contra a luz.

Bahia
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Na segunda (29), novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 começam a circular pelo país Com a inserção das novas cédulas no mercado financeiro, encerra-se o ciclo de substituições iniciado em 2010.

As novas cédulas de R$ 2 e R$ 5 começam a circular pelo país a partir da próxima segunda-feira (29). A informação foi confirmada pelo Banco Central através de uma nota divulgada na última sexta-feira (26). O Banco ainda divulgou que as cédulas trazem elementos adicionais de segurança, como a marca d'água e o número escondido, que já estão presentes nas notas de R$ 50, R$ 100, R$ 10 e R$ 20. Com a inserção das novas cédulas no mercado financeiro, encerra-se o ciclo de substituições iniciado em 2010, quando começou a entrar em circulação a segunda família do real. A substituição das notas antigas pelas novas será gradual, conforme as primeiras forem tiradas de circulação em função do desgaste natural.

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