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Planos de saúde e governo contestam pesquisa sobre saúde no Brasil Foto: Reprodução

O governo e representantes da saúde privada contestaram os resultados da pesquisa feita pelo Instituto Datafolha, a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM), sobre a saúde no país. Segundo o levantamento, 93% dos brasileiros consideram os serviços públicos e privados de saúde no país regulares, ruins ou péssimos. Em nota, a Federação Nacional de Saúde Suplementar (FenaSaúde), que representa as principais operadoras de saúde do país, considera que o resultado da pesquisa contraria o cenário apontado por indicadores do próprio órgão regulador do mercado e do Procon-SP. O Ministério da Saúde também questiona a pesquisa. O órgão divulgou uma nota de repúdio ao estudo, argumentando que o levantamento foi feito de maneira tendenciosa e distorcida e se referindo aos dados como um desserviço ao SUS. O CFM, por sua vez, divulgou uma nota de esclarecimento em que ressalta que os resultados da pesquisa expressam a percepção dos brasileiros sobre o tema e que os dados foram coletados e analisados por uma das instituições mais reconhecidas do país.

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Mais de 90% dos brasileiros estão insatisfeitos com saúde pública e privada

93% da população brasileira considera os serviços públicos e privados de saúde no país regulares, ruins ou péssimos de acordo com pesquisa do Instituto Datafolha, feita a pedido do Conselho Federal de Medicina (CFM) e da Associação Paulista de Medicina (APM). Filas de espera, acesso aos serviços públicos e gestão de recursos são os principais problemas enfrentados no setor. O levantamento mostra que 87% dos brasileiros aponta a saúde como a área de maior importância - para 57%, o tema deve ser tratado como prioridade pelo governo federal. Os dados também revelam críticas ao Sistema Único de Saúde (SUS). Mais da metade dos entrevistados que buscaram atendimento na rede pública relataram ser difícil ou muito difícil conseguir o serviço pretendido, sobretudo cirurgias, atendimento domiciliar e procedimentos específicos como hemodiálise e quimioterapia. Em relação à qualidade dos serviços, 70% dos que buscaram o SUS disseram estar insatisfeitos e atribuíram avaliações que variam de regular a péssimo. A percepção mais negativa está relacionada ao atendimento nas urgências, emergências e em pronto-socorro. A pesquisa foi feita entre os dias 3 e 10 de junho de 2014 e ouviu 2.418 homens e mulheres com idade mínima de 16 anos em todos os estados brasileiros. A margem de erro é de dois pontos percentuais.

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De acordo com o Conselho Federal de Medicina (CFM), apenas 9% das ações previstas na saúde baiana através do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC 2) foram concluídas desde 2011. Denúncia do CFM dá conta de que, dos 2.354 projetos selecionados no programa para a Bahia, sob responsabilidade do Ministério da Saúde ou da Fundação Nacional de Saúde (Funasa), somente 208 foram concluídos até dezembro de 2013. Para o órgão federal de medicina, o baixo desempenho dos projetos é reflexo do subfinanciamento da saúde e de má gestão administrativa no setor. Segundo o CFM, em termos percentuais, o estado tem desempenho abaixo da média nacional (11%). No relatório da entidade médica, em 2011 foram prometidas a construção ou ampliação de 1.650 Unidades Básicas de Saúde, das quais apenas 135 (8%) foram concluídas. Também estavam previstas 40 Unidades de Pronto Atendimento, mas, até dezembro de 2013, nenhuma foi finalizada. Também constam no PAC 2 iniciativas de saneamento voltadas a qualidade da saúde em áreas indígenas, rurais, além de melhorias sanitárias nas cidades. Dentre as 664 ações desta natureza, 73 foram entregues.

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