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Conselho de Ética da Câmara instaura processo contra Argôlo esta semana Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O Conselho de Ética da Câmara de Deputados irá instaurar processo contra o deputado federal Luiz Argôlo (SDD-BA) na próxima quarta-feira (14). O parlamentar é acusado de envolvimento com o doleiro Alberto Yousseff - preso na operação Lava Jato da Polícia Federal. De acordo com a Agência Brasil, os parlamentares querem a cassação de Argôlo. A representação se baseia em reportagens publicadas na imprensa, as quais alegam que o doleiro transferiu R$ 120 mil para a conta do chefe de gabinete do deputado. O parlamentar ainda teria recebido dois caminhões de gado de Yousseff. Este será o segundo processo contra Argôlo na Câmara dos Deputados.

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Deputado Roberto Britto nega envolvimento com doleiro e disse que recebeu doação do PP Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

Respondendo as acusações de que teria sido beneficiado em um esquema de pagamento de propinas, o deputado federal Roberto Britto (PP) disse que os recursos recebidos por ele durante a campanha para as eleições de 2010 vieram do próprio Partido Progressista (PP). Em nota enviada ao site Brumado Notícias, Britto disse que os recursos foram declarados junto ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE) e ele garante que não houve nenhuma ilegalidade quanto à procedência dos mesmos. “Os recursos de campanha foram doados ao partido. Portanto, não tenho nenhuma ligação ou vínculo algum com quem quer que seja”. No esquema que está sendo investigado pela Polícia Federal, documentos mostram a intermediação do doleiro Alberto Yousseff no pagamento de propinas a deputados e Roberto foi citado pelo doleiro como um dos beneficiários do esquema.

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Deputado Roberto Britto teria recebido R$ 100 mil intermediado pelo doleiro Alberto Yousseff Nas eleições 2010, o pepista obteve 2.607 votos na capital do minério. (Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias).

O deputado federal Roberto Britto (PP) foi citado pelo doleiro Alberto Yousseff como um dos beneficiários de um esquema que está sendo investigado pela Polícia Federal. Documentos mostram a intermediação do doleiro no pagamento de propinas a deputados. Yousseff está preso desde o dia 17 de março, suspeito de comandar um esquema de lavagem de dinheiro e é investigado por suas ligações com o ex-diretor da Petrobras, Paulo Roberto Costa, também detido pela PF, cuja nomeação na estatal foi apadrinhada pelos dois partidos e pelo PT. As negociações foram flagradas pela PF com a quebra de sigilo de e-mails do doleiro. Em um dos e-mails atribuído a Yousseff, ele trata das doações com representantes das empresas Queiroz Galvão e Jaraguá Equipamentos, ambas fornecedoras da Petrobras. A PF acusa Costa de corrupção passiva ligada. O PP baiano foi outro agraciado com doações da construtora que aparece na investigação. O diretório é presidido pelo deputado Mário Negromonte, apontado como um dos padrinhos da indicação de Costa na diretoria da Petrobras. Por e-mail, o executivo cobra de Yousseff um recibo de doação de R$ 500 mil. No TSE, há duas doações de R$ 250 mil cada. Roberto Britto declarou o valor ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE). As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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