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Guanambi: Afromaleko repudia atos de racismo e clama por consciência e igualdade racial Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na cidade de Guanambi, na última segunda-feira (02), uma atendente do comércio foi vítima de racismo em seu local de trabalho. O caso ganhou repercussão no município e o grupo Afromaleko se manifestou de forma veemente contra o racismo.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o mestre Elias Gomes, que está à frente do grupo e se apresenta como um dos representantes da cultura preta na cidade, lamentou o episódio e disse que é preciso agir com rigor diante de casos como esse para o combate ao racismo. “É lamentável! A palavra é agir. A gente acha que o racismo está longe, mas está cada vez mais perto da gente. Precisamos trabalhar a consciência de que somos todos a raça humana”, defendeu.

Gomes orientou que esses casos devem ser levados ao conhecimento das autoridades para que não fiquem impunes. “Se não tiver ação e punição a coisa não vai funcionar”, completou.

Ele ainda relatou que o Afromaleko trabalha diariamente incentivando o empoderamento da mulher preta, realizando uma atuação incansável contra o racismo. “Somos iguais, independente da cor e da raça. Somos seres humanos”, finalizou.

Guanambi
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Afromalêko comemora 20 anos celebrando o dia da consciência negra em Guanambi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O Grupo Afromalêko realizou um cortejo no domingo (19), na cidade de Guanambi, na região sudoeste da Bahia, para comemorar o Dia Nacional da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro. Há 20 anos, o grupo possui um projeto que ministra aulas de percussão para crianças e adolescentes no Bairro Monte Pascoal. Ao site Achei Sudoeste, um dos fundadores do grupo, Elias Gomes, disse que, durante o cortejo, o Afromalêko levanta a bandeira da igualdade racial percorrendo algumas ruas da cidade até a Praça do Feijão. O evento reúne representantes e alunos do projeto, as comunidades de matrizes africanas e toda sociedade. A ideia, segundo Gomes, é agregar, promover a igualdade racial e divulgar as ações do projeto a fim de fortalecer a negritude. “Temos que bater na tecla da igualdade entre raças. Temos ainda resistência e a gente busca sempre melhorias. É uma maneira de buscarmos igualdade através do batuque dos tambores”, declarou. Estima-se que mais de 500 pessoas aderiram ao cortejo neste ano.

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