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Paramirim
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Sob forte comoção, Paramirim se despede de quatro crianças mortas por afogamento Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Centenas de pessoas participaram, nesta segunda-feira (31), das últimas homenagens às quatro crianças que morreram afogadas no domingo (30), na comunidade rural de Salina Branca, em Paramirim. Os corpos foram velados juntos em um clima de profunda comoção e receberam orações durante uma cerimônia religiosa. Familiares e moradores acompanharam o momento de despedida e prestaram solidariedade aos parentes das vítimas.

Durante a cerimônia, os caixões brancos de Lorenzo Almeida Cardoso, Jeferson Davi da Silva, Jackson Diego da Silva e José Diogo da Silva foram posicionados lado a lado. O rito de encomendação e a oração foram presididos pelo bispo da Diocese de Livramento de Nossa Senhora. Padres de toda a região também estiveram presentes no local para acompanhar e amparar os familiares durante as homenagens.

O acidente aconteceu enquanto os garotos brincavam em um cocho utilizado em uma área de reservatório de água. O objeto acabou virando e afundando, o que provocou o afogamento de quatro deles. Uma quinta criança, de 11 anos, conseguiu nadar até a margem do reservatório e sobreviveu à tragédia na zona rural do município.

O sepultamento mobilizou toda a comunidade local e reuniu dezenas de moradores de Paramirim ao longo do dia. As famílias receberam contínuas manifestações de carinho e apoio durante as homenagens, enquanto a cidade acompanhou comovida o último adeus aos quatro meninos da mesma família.

Brumado
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Primeira Igreja Quadrangular pede apoio para o projeto 'Resgate Brumado' Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Membros da Primeira Igreja Quadrangular da cidade de Brumado estiveram na Câmara de Vereadores, na noite desta segunda-feira (17), para pedir apoio ao projeto “Resgate Brumado”.

Ao site Achei Sudoeste, Ariel Bonfim, ministro de louvor da Igreja, destacou que o projeto nasceu como “um pedido de socorro”, que foi atendido primeiramente com suporte religioso através da fé. Hoje, a proposta atende alguns bairros, tendo potencial para alcançar a totalidade do município.

Segundo Bonfim, a ideia é fazer as pessoas entenderem o que é a fé para conseguirem, por meio dela, uma transformação em suas vidas. “Não é simplesmente uma palavra, a fé também traz junto com ele a esperança. Só a fé consegue mostrar o caminho”, afirmou. Além de evangelizar, o projeto busca oferecer ajuda prática aos assistidos, que consistem em pessoas que vivem em situações adversas, como o vício em drogas e álcool.

A inciativa desenvolvida em Brumado, segundo Ariel, é superior àquela implantada em muitas outras cidades, mostrando-se com patamar elevado de eficiência na questão social. “Queremos que as pessoas entendam que ainda há esperança. Que o meliante de hoje pode se tornar um pastor amanhã, ou que o usuário de drogas de hoje pode se tornar o dono de uma casa de reabilitação amanhã. Esperamos apoio social para essa iniciativa”, finalizou.

A Primeira Igreja Quadrangular fica localizada na Avenida Mestre Eufrásio.

Ibitiara
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Ibitiara: Mãe solo com seis filhos e renda do Bolsa Família pede ajuda para concluir obras da casa Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Moradora da comunidade de Lagoa de Cima, na zona rural da cidade de Ibitiara, na Chapada Diamantina, a dona de casa Zildésia Santos da Silva fez um apelo para conseguir concluir as obras de sua residência.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, ela disse que já pediu o auxílio da prefeitura diversas vezes, mas sem sucesso. Mãe solo de seis filhos, Zildésia afirmou que a sua casa precisa ser rebocada e ter o telhado refeito. As melhorias estruturais visam dar dignidade à família, composta por sete membros ao todo. Nas condições atuais, sem reboco, a casa atrai animais como escorpião e barbeiro. “A gente acaba correndo risco”, apontou.

Hoje, ela vive apenas com a renda do Bolsa Família. O valor de R$ 900 é utilizado para manter as despesas da casa e dos filhos, incluindo a aquisição de medicamentos. “Desses R$ 900 que eu tiro é pra pagar remédio, água, internet... Sou mãe solo de 10 filhos, mas apenas 6 moram comigo em casa. Faço uma compra de R$ 700, mas é esse valor no mês que não tem chinelo, caderno e nem remédio. Essa é a vida de uma mãe solo na zona rural”, afirmou, dando graças a Deus que os seus filhos não costumam adoecer com frequência.

Mesmo em meio a muita dificuldade, Santos conseguiu fazer uma pequena reforma na sala, restando os demais cômodos. “Arrastando a barriga no chão, eu consegui rebocar a sala, mas tem os quartos, a cozinha e muitas outras coisas”, acrescentou. Ela pediu a ajuda da comunidade regional para dar mais dignidade aos filhos. “Sou uma pessoa que necessito muito de ajuda, mas não peço mais à prefeitura porque sei que o prefeito não quer ajudar. É questão de não querer, não é de não poder”, falou.

Por fim, Zildésia relatou que a vida na zona rural, com seis crianças para cuidar e sustentar sozinha, não é fácil. “É sofrido demais. Cesta básica não é todo mês que sai, a gente tem que chorar muito pra conseguir”, completou.

Os interessados em colaborar com a dona de casa podem entrar em contato, através do número: (77) 99144-4177.

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77 99968-1705

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