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Guanambi
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Guanambi: Embriagado, homem ameaça ex-companheira e filhos de 4 anos e de 8 meses Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Por volta de 12h08 desta segunda-feira (23), o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) foi acionado para atender uma ocorrência de ameaça no âmbito doméstico na Rua Visconde de Ouro Preto, localizada no Bairro Vomita Mel, em Guanambi.

No local, segundo informou a PM ao site Achei Sudoeste, uma mulher de 35 anos relatou aos policiais que seu ex-companheiro, um homem de 46 anos, agiu com agressividade após consumir bebidas alcoólicas, impedindo-a de sair de casa com seus dois filhos - uma criança de 4 anos e um bebê de apenas 8 meses.

Além de cercear a liberdade da família, a vítima informou que o ex-companheiro ainda fez ameaças de morte contra ela e as crianças.

Diante do flagrante e do risco à integridade física dos envolvidos, os policiais conduziram o homem, a solicitante e os menores à Delegacia Territorial de Guanambi. O caso foi registrado para adoção das medidas cabíveis.

Ibicoara
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Bebê que deu entrada no Hospital de Ibicoara sem vida tem causa da morte confirmada Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na última sexta-feira (20), a morte de um bebê de apenas 1 mês chocou a cidade de Ibicoara, na Chapada Diamantina. A criança deu entrada no Hospital Municipal por volta de 5h, sem vida. O óbito foi constatado imediatamente pela equipe médica.

O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Brumado para realização dos exames e protocolos legais. Os laudos confirmaram que o bebê morreu engasgado.

O caso comoveu a população local e causou profunda tristeza entre familiares, amigos e vizinhos. A família ainda tenta lidar com a dor da perda, descrevendo o episódio como extremamente trágico e doloroso.

O clima de luto tomou conta da comunidade.

Ibicoara
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Morte de recém-nascido com marcas de agressão mobiliza polícia em Ibicoara Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A morte suspeita de um bebê de apenas 1 mês de vida tem mobilizado uma grande investigação policial na cidade de Ibicoara, na Chapada Diamantina. NA sexta-feira (20), a criança deu entrada no Hospital Municipal por volta de 5h, sem sinais vitais e com hematomas visíveis pelo corpo.

Imediatamente, o quadro levantou suspeitas da equipe médica, que acionou a 42ª Companhia Independente de Polícia Militar (CIPM) para acompanhar a ocorrência. Segundo apurou o site Achei Sudoeste, o caso está sendo investigado, porém, até o momento, não foi possível determinar a causa exata do óbito.

Devido à natureza inconclusiva e aos ferimentos encontrados, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Brumado para realização de uma perícia detalhada e exame necroscópico.

A 20ª Coordenadoria Regional de Polícia do Interior (Coorpin) assumiu o caso e trata a morte como “suspeita”. Nos próximos dias, os pais da criança e possíveis testemunhas devem prestar depoimento para esclarecer as circunstâncias do óbito. A hipótese de negligência ou maus-tratos será apurada pela polícia.

Brasil
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Bebê de 6,5 kg nasce de parto normal, sofre sequelas e a mãe precisa de 55 pontos Foto: Reprodução/G1

O parto normal de um bebê de 6,5 quilos e 55 centímetros em Colatina, no Espírito Santo, gerou indignação na família da dona de casa Ariane Borges, de 39 anos. Ela estava com 42 semanas de gestação e havia recebido orientação médica para realizar uma cesariana, mas a equipe do Hospital e Maternidade São José optou por induzir o parto normal.  Alderico, como foi batizado, ficou cinco minutos sem respirar após o nascimento e precisou ser entubado. A mãe teve hemorragia e precisou levar 55 pontos.

Moradora de Água Doce do Norte, também na região Noroeste do estado, Ariane é mãe de nove filhos. O parto aconteceu em 9 de agosto, e tanto ela quanto o bebê enfrentaram complicações. Alderico permaneceu dez dias internado no Hospital e Maternidade São José, em Colatina, onde recebeu os primeiros cuidados. Hoje, os dois estão em casa e o bebê segue em acompanhamento médico e fisioterapia por causa de uma lesão no braço.

Segundo a mãe, o ombro da criança deslocou no momento do nascimento. “O neném quase perdeu a vida também, porque ele ficou cinco minutos sem suspirar. Na hora que eles puxaram, rompeu o cordão umbilical e eu tomei um susto”, contou ao portal G1. Ariane relembra ainda que cerca de dez profissionais participaram do parto. “O médico até falou: ‘Se você já ganhou oito de parto normal, esse é mole para a senhora’. Foi uma surpresa. O médico ficou assustado e até se emocionou depois que ele voltou a respirar”, relatou.

Mesmo com a gravidade do quadro inicial, os médicos informaram à família que Alderico deve recuperar completamente os movimentos do braço, afetado por uma lesão de plexo braquial, problema causado pelo estiramento dos nervos na região durante o parto. Ele vai precisar fazer fisioterapia.

O hospital informou, em nota, que o nascimento da “criança com 6,5 quilos foi resultado de uma avaliação cuidadosa e criteriosa da equipe médica, visando sempre a segurança da mãe e da criança”. A instituição destacou que realiza mais de 300 partos por mês, com equipes experientes e atendimento humanizado, segundo o texto.

Ariane contou que a gestação foi tranquila e que os exames de pré-natal não indicaram que o bebê seria tão grande. “No último ultrassom, a médica falou que ia ser um bebê grande, mas não imaginava que seria assim. Ela até falou que não queria me assustar, então eu achei que era brincadeira”, lembrou.

A dona de casa foi ao hospital acompanhada do marido, acreditando que faria uma cesariana, já que estava com 42 semanas de gestação. No entanto, segundo ela, o parto normal foi induzido.

 

Bahia
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Repórter da TV Bahia sai em defesa dos bebês reborn e causa polêmica Foto: Reprodução/Correio 24h

A jornalista Adriana Oliveira, da TV Bahia, movimentou as redes sociais nesta quarta-feira (21) ao se posicionar publicamente em defesa de mulheres adultas que colecionam ou interagem com bonecas reborn. As informações são do Correio 24h. Em uma publicação no Instagram, a repórter criticou os julgamentos e preconceitos enfrentados por essas pessoas, o que acabou gerando uma enxurrada de reações, positivas e negativas, entre os internautas. “Que saco!!! Pra não soltar um palavrão. Mais um suposto debate direcionado pelos likes e que esbarra no vazio de uma minoria barulhenta”, iniciou Adriana em seu texto. Ela chamou atenção para o fato de que homens adultos são comumente aceitos como gamers, enquanto mulheres que colecionam bonecas hiper-realistas ainda são vistas com estranheza. “O ato de brincar é democrático, mas as mulheres adultas são julgadas como 'portadoras de maluquice e carência'”, escreveu. Segundo a jornalista, o mercado de bonecas reborn está em expansão, com projeção de crescimento anual de 8%. Ela ainda lembrou que o conceito surgiu após a Segunda Guerra Mundial e que hoje tem papel terapêutico importante em casos como depressão, Alzheimer, autismo e paralisia cerebral. “O termo reborn significa renascer. A arte virou ofício e ferramenta de apoio em diversos tratamentos”, argumentou Adriana, finalizando com um apelo à empatia e à saúde mental: “Tolice é continuar acreditando no EU, sozinho, quando viver é NÓS”. A postagem, no entanto, dividiu opiniões. Muitos internautas criticaram práticas mais extremas do universo reborn, como levar as bonecas a consultas médicas ou até tentar batizá-las. “Se fosse só ter uma boneca, tudo bem. Mas levar para UPA, tentar batizar? Me desculpe, mas normalizar isso é estranho!”, escreveu um usuário. Outro comentou: "É maluquice mesmo, todo mundo doido”. Houve também quem saísse em defesa do ponto de vista da repórter. “Perfeito, Adri! Assino embaixo e vou repostar!”, escreveu uma seguidora. “Sábias palavras, são apenas brinquedos e devem ser tratados como tal”, disse outra. Apesar das críticas, Adriana manteve sua posição firme na valorização da diversidade e no combate ao preconceito, destacando a importância de respeitar práticas que podem representar alívio e acolhimento para muitas pessoas.

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