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Caculé
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Estudante de 12 anos morre após batalha contra cardiopatia congênita em Caculé Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A cidade de Caculé está sob forte comoção com a notícia do falecimento do garoto João Gabriel Mesquita Lacerda, de 12 anos, ocorrido na tarde desta quarta-feira (29). Aluno do Colégio Carpe Diem, João era amplamente querido por colegas, professores, familiares e por toda a comunidade local.

O menino era portador de uma cardiopatia congênita desde o nascimento e enfrentou a condição com bravura ao longo de sua trajetória. Apesar dos desafios impostos pela saúde, a limitação nunca o impediu de viver com intensidade, sendo lembrado por todos pela alegria contagiante, dedicação aos estudos e afeto no convívio diário.

Nas redes sociais, dezenas de mensagens de pesar, homenagens e manifestações de carinho têm sido publicadas por amigos e educadores, ressaltando o exemplo de força e o sorriso marcante que o jovem deixa como legado na cidade.

O sepultamento do garoto João Gabriel está programado para ocorrer às 14h desta quinta-feira (30), onde familiares e amigos prestam as últimas homenagens.

Macaúbas
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Cardiopatia grave: Bebê de Macaúbas morre após 20 dias de espera por regulação Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O recém-nascido Bryan Benício Figueiredo Nascimento, de apenas 20 dias de vida, morreu às 11h da manhã, deste domingo (26), enquanto aguardava transferência para um centro de saúde avançado. Natural de Macaúbas, o bebê lutava contra uma cardiopatia congênita grave diagnosticada poucas horas após o seu nascimento.

Bryan nasceu no dia 6 de abril, no Hospital Municipal de Macaúbas. Com apenas 28 horas de vida, o diagnóstico severo exigiu que ele fosse entubado e transferido para uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal em Vitória da Conquista. No entanto, a unidade não possuía o suporte necessário para a cirurgia cardíaca que salvaria sua vida, dependendo de uma regulação da Secretaria Estadual de Saúde (Sesab) para um hospital especializado.

Ao site Achei Sudoeste, a tia do bebê, Sheila Rocha Figueiredo, desabafou sobre a angústia da família e a falha no sistema público de saúde. “Aguardando essa regulação, meu sobrinho foi mais uma vítima do sistema. Infelizmente se tornou uma estatística. Ele veio a óbito”, lamentou. Segundo a família, o estado de Bryan era delicado e a urgência da cirurgia era reforçada diariamente, sem que a vaga surgisse a tempo.

O caso de Bryan volta a acender o debate sobre a demora nas transferências hospitalares geridas pelo Estado. Enquanto a vaga não chegava, o quadro clínico do recém-nascido se deteriorou até o limite. O corpo do bebê será levado para Macaúbas, sua terra natal, onde ocorrem o velório e o sepultamento nesta segunda-feira (27).

Macaúbas
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Com cardiopatia grave, recém-nascido de Macaúbas precisa de transferência urgente para sobreviver Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em Macaúbas, a família do pequeno Brian, que nasceu no dia 6 de abril deste ano, no Hospital Municipal, pede ajuda para a regulação do paciente por meio da Secretaria Estadual da Saúde (Sesab).

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Sheila Rocha Figueiredo informou que, apenas 28 horas após o nascimento, o sobrinho foi diagnosticado com cardiopatia congênita. “Ele foi entubado e levado para Vitória da Conquista. Chegando lá, fizeram diversos exames e constataram a cardiopatia congênita”, relatou.

Hoje, o bebê encontra-se em estado grave na UTI Neonatal, necessitando de uma regulação para um centro avançado de saúde. Segundo Sheila, o caso é cirúrgico e muito delicado. “Não queremos fazer parte da estatística de morte. A fila da regulação não anda, não sai do lugar. Assim como meu sobrinho, tem outras crianças aguardando também, mas o caso dele é o mais grave”, afirmou.

Desesperada, Sheila contou que o sobrinho está muito debilitado e fraco. “Já tentamos de tudo, já fomos atrás de todo mundo e a gente não consegue essa regulação. Meu cunhado foi até no Ministério Público, eles deram 24 horas, mas nada. Só queremos essa regulação pra ele fazer essa cirurgia e ficar bem”, apelou, emocionada.

A família alega que, mesmo diante da gravidade do caso, o hospital informa apenas que está aguardando a regulação, sem maiores detalhes. “Ficamos à mercê. Não nos dão resposta nenhuma. Minha irmã está cansada, ela não aguenta mais. Estão tratando a família como se fosse nada. É triste”, lamentou.

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