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#CulturaBaiana

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Ituaçu
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Rapper Diego Aranha morre em Salvador e deixa legado de orgulho para Ituaçu Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A cultura baiana está de luto. O rapper Diego Aranha faleceu na madrugada desta quinta-feira (27), em Salvador, em decorrência de problemas de saúde, conforme informado em nota oficial pela família. Natural do município de Ituaçu, na Chapada Diamantina, o artista construiu uma trajetória de forte expressão no rap, deixando um legado de resistência, arte e inspiração para a cena local e regional.

Com uma obra autoral presente nas principais plataformas de áudio e vídeo, Diego conquistou espaço em diversos festivais do gênero. Em 2017, esteve no centro do movimento ao integrar a programação do Festival de Rap Salvador, evento em que dividiu palco indiretamente ao lado de ícones do ritmo, como o carioca MV Bill. A faixa “Eu Venci” tornou-se sua música de maior destaque e principal hino, eternizando o verso que definia sua jornada: “Acreditando mais que todos, eu venci”.

A voz e a mensagem do artista permanecem vivas no acervo deixado na internet e na memória de quem acompanhou sua trajetória. De acordo com a família, o velório foi realizado nesta quinta-feira (27), na Capela F do Cemitério Jardim da Saudade, na capital baiana, com o sepultamento às 16h no mesmo local.

Chapada Diamantina
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Festival de Lençóis 2026 destaca cultura popular e estreia mesas de conversa Foto: Divulgação/Reisado da Viola

O Festival de Lençóis chega à sua 27ª edição entre os dias 4 e 6 de setembro de 2026, reafirmando a riqueza cultural da Chapada Diamantina. Em um movimento de expansão, o evento amplia a presença de manifestações populares, artesanato e, de forma inédita, passa a contar com mesas de conversa em sua programação oficial. Gratuito e em praça pública, o encontro reforça sua vocação como um dos maiores marcos culturais do interior baiano.

Neste ano, palcos tradicionais como a Praça Horácio de Matos, o Mercado Cultural e o Coreto ganham dinamismo reforçado para abrigar tradições como samba de roda, reisado, marujada, capoeira e forró de raiz. Além dos grandes shows, o festival busca conectar o público a debates fundamentais sobre ancestralidade e meio ambiente. Para a idealizadora do evento, Paula Resende, a iniciativa dedica tardes inteiras aos mestres da cultura regional para aprofundar a identidade que sustained o projeto há quase três décadas.

A economia local também ganha impulso direto através do artesanato regional, que ocupa posição de destaque no Mercado Cultural. A abertura oficial, na sexta-feira (4), contará com apresentações das Baianas de Lençóis, do grupo percussivo Percuhitts, do Reisado da Viola, do Reisado de Dona Dezinha e do projeto Banjo Novo. Nos dias subsequentes, a grade inclui atrações como o Auto do Boi Diamante, a Marujada Quilombola do Remanso, a Marujada Barcas em Rios, o Grupo de Teatro Infantil Meteoritos, a Capoeira Corda Bamba e o forró de Élisson Moura.

Macaúbas
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Macaúbas 194 anos: O orgulho de uma terra que abraça o futuro sem esquecer suas raízes Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Dizem que toda cidade tem uma história, mas existem lugares que parecem ter, verdadeiramente, um coração. Um coração que o tempo esculpiu de forma única — forte como a pedra, raro como a sua cor e absolutamente impossível de passar despercebido. Celebrar os 194 anos de emancipação política de Macaúbas, neste 6 de julho, é compreender que o pertencimento a esta terra não se explica, se sente. É um sentimento que corre na água que desenha suas cachoeiras e que segue vivo nas tradições que atravessam gerações, mostrando que, embora o tempo passe, as raízes permanecem intactas no solo baiano.

A força de Macaúbas não está guardada apenas nos livros de história; ela pulsa no cotidiano, vive nas mãos de quem trabalha, no abraço acolhedor de quem recebe os visitantes e no orgulho daquele que sempre encontra um motivo para voltar. Existe uma distinção clara entre as cidades que simplesmente conhecemos e aquelas que passam a morar dentro de nós. Macaúbas pertence ao segundo grupo. Ser macaubense é carregar um pedaço dessa terra no peito, com um coração que bate forte e se orgulha de sua identidade singular.

Macaúbas 194 anos: O orgulho de uma terra que abraça o futuro sem esquecer suas raízes Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Como mãe de municípios vizinhos que outrora integraram seu território, a cidade comemora quase dois séculos de uma trajetória construída por muitas mãos. Em meio às celebrações, o prefeito Aloísio Rebonato destacou a honra de fazer parte desta caminhada e a importância de trabalhar com dedicação por uma cidade cada vez melhor. Sendo capixaba de nascimento e macaubense de coração, o gestor ressaltou a gratidão pelo acolhimento recebido e enfatizou o respeito que se deve ter pela história local.

O aniversário de 194 anos convida a uma reflexão sobre a perenidade do município diante da efemeridade humana. Independentemente de convicções religiosas ou bandeiras políticas, os cidadãos são passageiros no tempo, mas Macaúbas permanece com sua grandeza, sua exuberância geográfica, sua riqueza hídrica e suas terras férteis. O momento é de celebração, mas também de renovação do compromisso coletivo de cuidar da terra, preservar a natureza e respeitar o próximo, garantindo que as futuras gerações recebam um legado de orgulho e prosperidade.

Guanambi
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Artista de Guanambi lança primeiro projeto autoral com clipe gravado em Porto Seguro Foto: Divulgação

Natural de Guanambi, o artista independente Alex Cirqueira inicia oficialmente sua trajetória na música autoral com o lançamento de “Nos Seus Braços”, trabalho que marca o começo de sua carreira profissional.

Ele apresenta ao público uma identidade artística construída a partir de vivências, referências culturais e orgulho de suas origens.

Composta pelo próprio artista, a música carrega uma mensagem sobre viver intensamente o presente, celebrar a própria história e reconhecer as raízes.

Na letra, Alex afirma que vem da Bahia e expressa gratidão por ser baiano, transformando a canção em uma declaração de pertencimento e reconhecimento cultural.

O videoclipe foi gravado em Porto Seguro e percorre pontos históricos e turísticos do município, conectando música e cenário em uma narrativa visual que reforça identidade e memória.

O projeto foi realizado com equipe formada 100% por profissionais baianos.

Lançada durante o verão, em meio às celebrações dos 40 anos do Axé Music, a faixa se conecta com a tradição musical do estado sem deixar de apresentar uma abordagem contemporânea.

Todo o trabalho foi desenvolvido de forma independente, com planejamento estratégico e investimento próprio, reforçando o compromisso do artista em construir uma carreira sólida desde o primeiro lançamento. Para conhecer mais do trabalho do artista, suas redes sociais adotam o nome da música como identidade digital.

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