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Sudoeste Baiano
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Polícia Civil participa da campanha nacional para encontrar desaparecidos no sudoeste baiano Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em parceria com a Polícia Técnica, a Polícia Civil aderiu à campanha nacional mobilizada pelo Ministério da Justiça para localização de pessoas desaparecidas. No sudoeste baiano, a Diretoria de Polícia do Interior (Dirpin) está participando da iniciativa.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o delegado Roberto Júnior, diretor na unidade, orientou os familiares de pessoas desaparecidas a procurarem a delegacia de Polícia Civil mais próxima para expedição de uma guia para coleta de material genético. Este irá alimentar o banco de dados do Departamento de Polícia Técnica (DPT). “Esse banco de dados é extremamente importante para que a gente possa identificar inclusive alguns corpos que estão nos IMLs (Institutos Médicos Legais) da Bahia”, destacou.

O delegado explicou que, eventualmente, o corpo de uma pessoa desaparecida pode ter sido encontrado em outra região do estado e, sem identificação, o mesmo permanece como indigente.

Com esse banco de dados, o DPT poderá fazer esse processo de identificação, diminuindo o sofrimento das famílias e possibilitando que elas façam o sepultamento digno dos seus entes queridos. “É algo rápido e simples, mas que é muito importante porque vai possibilitar a identificação de pessoas desaparecidas. Pedimos a colaboração das pessoas com familiares desaparecidos para coleta do material genético”, enfatizou.

De acordo com o último levantamento, na região sudoeste, havia mais de 40 pessoas desaparecidas. Essa mobilização acontece até amanhã, 28 de agosto.

Mundo
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Após terremotos, Venezuela já tem quase 3 mil mortos Foto: Prensa Presidencial

Doze dias após os terremotos que atingiram a Venezuela, o governo do país atualizou para 3.342 o número de mortos provocados pelo desastre. Segundo o balanço divulgado neste domingo (5), também foram contabilizados 16.470 feridos, enquanto as equipes de resgate seguem trabalhando nas áreas atingidas.

Em relação ao boletim anterior, divulgado no sábado (3), o novo levantamento representa um aumento de 388 mortes e um decréscimo de 122 feridos. As autoridades também informaram que 17.345 pessoas perderam suas casas.

Os terremotos do dia 24 de junho, de magnitudes 7,2 e 7,5, tiveram como principal área de impacto o estado de La Guaira, no norte do país. O balneário localizado a cerca de 40 quilômetros de Caracas concentra os maiores danos, com edifícios destruídos e milhares de moradores vivendo em abrigos improvisados instalados em parques e outras áreas públicas.

O governo venezuelano não divulga estimativas oficiais de desaparecidos. A ONU, porém, calcula que esse número possa chegar a 50 mil pessoas. A organização administra um acampamento para deslocados em La Guaira, onde famílias permanecem.

Embora em menor escala, Caracas também sofreu danos provocados pelos tremores. A região de Chacao foi a mais atingida na capital, especialmente os bairros de Los Palos Grandes e Altamira.

A resposta do governo vem sendo alvo de críticas de parte da população, que considera lentas as ações de emergência. A líder interina Delcy Rodríguez rejeitou as críticas e afirmou que as operações de busca e resgate continuam. Sem apresentar provas, ela acusou "laboratórios midiáticos" de tentar prejudicar o trabalho das equipes de emergência.

Na segunda-feira (29), o coordenador humanitário da ONU na Venezuela informou que o organismo havia iniciado a compra de 10 mil sacos para armazenamento de corpos, indicando a expectativa de aumento no número de vítimas fatais.

Diante da dimensão da tragédia, o Programa Mundial de Alimentos solicitou US$ 50 milhões à comunidade internacional para prestar assistência a aproximadamente 500 mil pessoas durante os próximos três meses.

 Os terremotos agravaram uma crise humanitária que já afetava o país. Antes do desastre, a ONU estimava que quase 8 milhões de venezuelanos necessitavam de algum tipo de assistência humanitária.

Segundo a organização, 27 países enviaram equipes especializadas e cães farejadores para auxiliar na busca por sobreviventes entre os escombros.

O Brasil também ampliou a ajuda humanitária ao país vizinho. Neste sábado (4), o governo brasileiro enviou uma carga de seis toneladas de vacinas, medicamentos e insumos, incluindo 250 mil doses de vacina antirrábica canina, 100 mil doses de vacina contra a febre amarela, medicamentos doados pela Eurofarma e equipamentos destinados ao Hospital de Campanha da Marinha do Brasil em La Guaira. De acordo com o governo federal, o envio não compromete os estoques nacionais de imunizantes.

Vitória da Conquista
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Governador coordena força-tarefa e se solidariza com famílias durante chuvas em Vitória da Conquista Foto: Reprodução/Instagram

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) utilizou suas redes sociais na noite desta terça-feira (10) para informar que está monitorando pessoalmente, desde o início, as consequências das fortes chuvas que atingem Vitória da Conquista.

Jerônimo detalhou que acompanha a situação diretamente de seu gabinete, ao lado do secretário da segurança pública, Marcelo Werner, e do comandante-geral do Corpo de Bombeiros Militar, Coronel Aloísio Fernandes. O governador destacou que mantém contato constante com a prefeita Sheila Lemos (União Brasil) e confirmou que equipes do Corpo de Bombeiros e da Defesa Civil atuam no município com foco nas buscas por uma pessoa desaparecida e no atendimento às demais ocorrências provocadas pelo temporal.

Na mensagem, o governador reforçou o compromisso do Estado com a população conquistense ao afirmar que o trabalho das equipes não será interrompido enquanto houver necessidade. "O trabalho continuará até quando for necessário", declarou o governador, que também expressou solidariedade à família da vítima desaparecida e colocou o governo à disposição para prestar todo o apoio necessário.

A publicação visa assegurar à população que a situação está sendo tratada com a devida prioridade e que as forças de segurança e defesa civil estaduais estão mobilizadas para minimizar os danos e prestar socorro às vítimas das chuvas.

Brasil
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Chuvas no Rio Grande do Sul deixam 31 mortos e 74 desaparecidos Foto: Defesa Civil/RS

O boletim divulgado pela Defesa Civil do Estado do Rio Grande do Sul atualizado na manhã desta sexta-feira (3) confirmou 31 pessoas mortas, 56 feridas e 74 desaparecidas em todo o estado, por causa das fortes chuvas que atingem a região desde a última terça-feira 30. Há ainda 7.165 pessoas em abrigos e outras 17.087 desalojadas, em 235 municípios atingidos. A Polícia Rodoviária Federal também informou que até o momento, há 53 trechos de rodovias federais no estado com bloqueios, sendo 39 totais e 14 parciais. Alguns foram interditados por quedas de barreiras, desmoronamentos, erosão e acúmulo de água e outros foram realizados de forma preventiva por apresentarem rachadura na pista ou ponte coberta pelas águas dos rios. O Ministério da Defesa determinou, nesta sexta-feira (3), o estabelecimento de um comando operacional das Forças Armadas para atuar em apoio logístico às ações de proteção e Defesa Civil dos municípios gaúchos afetados pelas chuvas intensas. Foram estabelecidas diretrizes semelhantes às estabelecidas na região em setembro de 2023. De acordo com portaria publicada nesta sexta-feira no Diário Oficial da União, os militares deverão ativar Comando Operacional Conjunto Taquari 2 que deverá ser instruído pelo chefe do Estado-Maior Conjunto das Forças Armadas, o general Richard Nunes. Desde a última quarta-feira, 626 militares já haviam sido deslocados à região para atuarem no apoio às vítimas. Também foram mobilizadas 45 viaturas, 12 embarcações e oito aeronaves, além de equipamentos de engenharia para transporte de material e pessoal. Um hospital de campanha está sendo montado no município de Lajeado com estrutura de enfermaria, 40 leitos, dois consultórios de atendimento médico e um de triagem. As diretrizes para o comando operacional foram publicadas em edição extra do Diário Oficial da União dessa quinta-feira (2), após o reconhecimento do estado de calamidade pública em todo o estado Rio Grande do Sul pela Defesa Civil Nacional.

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