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Carinhanha
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Professor denuncia direção de Colégio Estadual em Carinhanha de assédio e perseguição Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O professor João Victor Magalhães denunciou que está sendo assediado e perseguido, individual e politicamente, no Colégio Estadual Velho Chico, em Carinhanha. Magalhães leciona na unidade desde 2023 após ser aprovado em processo seletivo no ano de 2022.

Em vídeo gravado para as redes sociais, ele acusou a nova gestão que assumiu a unidade de ensino de perseguição ao não conceder ao mesmo as cargas horárias já costumeiramente praticadas desde que foi aprovado no certame. “Sem motivo fundamentado, não deram a carga horária que era costume eu fazer na prática do noturno. O turno segue com aulas vagas e, por motivo pessoal, chefes imediatos não estão dando a minha carga horária”, disparou.

O professor informou que já lhe foram atribuídas três faltas e descontos indevidos, configurando assédio. “A educação pública do Estado da Bahia, que deve oferecer segurança aos alunos, está violentando professores. O Estado da Bahia, que deveria estar presente na vida dos alunos, está deixando os alunos sem aulas e sem acesso à educação”, completou.

João Victor registrou um boletim de ocorrência na delegacia contra o diretor do referido colégio alegando que está sendo vítima de abuso de poder e que o mesmo criou calendário próprio, desrespeitando o cronograma criado pelo Estado.

A direção da unidade alegou, segundo o professor, que a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) não precisa da área de exatas, visto que a sua formação é em matemática. Para o docente, o motivo não se justifica e representa uma violência aos seus direitos e aos dos alunos. “Quando um professor é violentado, toda a classe é prejudicada e todos precisam se mobilizar”, finalizou.

A direção do Colégio Estadual Velho Chico não se manifestou sobre as denúncias do professor.

Bahia
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João Gomes surpreende ao dar entrada em primeira CNH na Bahia Foto: Reprodução/G1

O cantor João Gomes, de 23 anos, escolheu a cidade de Camaçari, para iniciar a emissão da primeira via da Carteira Nacional de Habilitação (CNH). As informações são do G1.

Para isso, o artista visitou, na sexta-feira (20), o Ciretran, órgão vinculado ao Departamento Estadual de Trânsito da Bahia (Detran) no município.

Durante a passagem pelo local, João Gomes brincou, conversou e tirou fotos com servidores. Os registros foram compartilhados nas redes sociais.

Conforme os relatos dos trabalhadores, o cantor, que mora em Pernambuco, afirmou ter a intenção de concluir o processo na unidade. Apesar disso, segundo o Detran, é possível fazer a transferência do laudo para outro estado, se necessário.

João Gomes é um dos futuros condutores que passarão pelo processo de habilitação sob a nova resolução do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). A determinação mudou a forma de obter a CNH.

O principal diferencial é que os cursos teórico e prático podem ser feitos fora da autoescola, seja em instituições credenciadas ou com instrutores autônomos. A medida visa baratear o processo.

Saúde
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OMS alerta sobre remédios que afetam segurança na direção Foto: Unsplash

A Organização Mundial da Saúde (OMS) publicou diversos alertas recentes sobre a epidemia de transtornos mentais registrada atualmente e que inclui quadros como ansiedade e depressão. O cenário se agrava diante de casos de automedicação, prática comum em diversas partes do mundo, inclusive no Brasil. O que nem todos sabem é que o simples uso de um antidepressivo, de um ansiolítico, de um anti-inflamatório ou mesmo de um antialérgico pode comprometer a capacidade de guiar um veículo com segurança. O alerta foi feito durante o 16º Congresso Brasileiro de Medicina do Tráfego, em Salvador. De acordo com o diretor da Associação Brasileira de Medicina do Tráfego (Abramet), Adriano Isabella, uma diretriz recente editada e publicada pela entidade lista e classifica medicamentos que podem comprometer a capacidade do motorista de conduzir um veículo com segurança. “O ato de dirigir é um ato complexo e envolve exatamente a coordenação dos sentidos humanos”, disse, ao citar a capacidade de cognição e a função motora do condutor. “O uso de determinados medicamentos aumenta e muito o risco de sinistros indesejáveis no trânsito”, completou. Segundo o diretor, diversos fatores influenciam na intensidade e na duração dos efeitos de medicamentos que podem comprometer a condução de um veículo, incluindo a capacidade de metabolização, a idade, o peso, a dose, o horário em que o remédio foi tomado e a combinação com álcool. As informações são do Tribuna da Bahia.

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