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Guanambi
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Feminicídio seguido de suicídio choca moradores de Guanambi Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Um crime brutal chocou os moradores do bairro Liberdade, em Guanambi, na manhã desta quinta-feira (19). Segundo informações preliminares confirmadas pela Polícia Civil ao site Achei Sudoeste, um homem matou uma mulher e, logo em seguida, tirou a própria vida em uma residência na Rua A. As vítimas foram identificadas como Leidimar Oliveira Magalhães, de 42 anos, e Flávio Júnior Castro de Souza, de 39 anos, ambos naturais de Palmas de Monte Alto.

De acordo com as informações iniciais da ocorrência, os corpos foram localizados no interior do imóvel, onde também foi encontrada uma arma de fogo. Antes da confirmação do caso, uma ocorrência já havia sido registrada relatando o desaparecimento da mulher. Familiares informaram que ela havia saído para tratar de questões relacionadas à pensão com o ex-companheiro, o que aumentou a preocupação diante da falta de contato. O casal tinha dois filhos, um adolescente de 16 anos e uma jovem de 14, e havia oficializado o divórcio em outubro de 2025.

A Polícia Civil informou que uma equipe do Departamento de Polícia Técnica (DPT) já foi deslocada para o local e trabalha na realização do levantamento cadavérico. Os corpos das vítimas serão removidos e encaminhados ao Instituto Médico Legal (IML) para a realização de necropsia, procedimento padrão em casos de morte violenta. As circunstâncias do caso serão investigadas pelas autoridades competentes, que buscam esclarecer a motivação e a dinâmica do crime. O caso segue sob investigação da Delegacia Territorial de Guanambi.

Mundo
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Médico que doou rim para esposa exige devolução após separação Foto: Reprodução/X

O médico Richard Batista, morador de Long Island, nos Estados Unidos, protagonizou um caso inusitado ao exigir de volta um rim que doou à esposa, Dominic Barbara, após o fim do casamento. A doação aconteceu em 2001, quando a mulher enfrentava graves problemas renais, mas, anos depois, ela pediu o divórcio. Batista afirmou que as dificuldades conjugais começaram com a doença da esposa. “Minha prioridade era salvar sua vida. A segunda era melhorar nosso casamento”, declarou ele na época. Após a recuperação, Dominic decidiu se separar e iniciou um relacionamento com seu fisioterapeuta, o que levou Batista a entrar com uma ação judicial em 2005. Ele exigia a devolução do órgão ou uma compensação de US$ 1,5 milhão. A ex-esposa, no entanto, negou qualquer traição e o fisioterapeuta chegou a prestar depoimento, afirmando: “Somos apenas amigos, nunca tivemos um relacionamento. O marido dela é um verdadeiro monstro”. A Suprema Corte do Condado de Nassau rejeitou o pedido do médico, determinando que um órgão doado não pode ser considerado um bem divisível no processo de divórcio. Em sua defesa, Batista alegou que a separação o devastou emocionalmente. “A infidelidade da minha esposa deixou um buraco no meu coração que ainda dói. Sou um homem orgulhoso”. Robert Veatch, especialista em ética médica da Universidade de Georgetown, explicou que a lei proíbe qualquer troca de órgãos por valor monetário. “Agora o rim pertence a ela… Removê-lo significaria que ela precisaria de diálise ou poderia morrer”.

Bahia
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Baianos se divorciam mais e têm menos filhos, aponta IBGE Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

O número de nascimentos na Bahia chegou ao menor patamar em 26 anos, de acordo com informações divulgadas nesta quarta-feira (27), pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Em 2022, foram 173.686 nascimentos, o que representa uma redução de 5,8% em comparação com os registros do ano anterior. Foram 10,7 mil a menos - a redução mais expressiva entre todos os estados. As informações das Estatísticas do Registro Civil são relativas a 2022 e também revelam que o número de divórcios cresceu na Bahia. Foram registrados 23.712 divórcios judiciais ou por escrituras em 2022, número 23,2% superior ao de 2021 (19.244). Por outro lado, o número de casamentos voltou a cair, depois de ter registrado recorde em 2021. Foram realizados 60.534 casamentos formais, 0,9% a menos do que em 2021, o que representou menos 563 uniões em um ano. Embora tenha sido relativamente pequeno, o recuo distanciou ainda mais o número de casamento por ano, no estado, do patamar pré-pandemia - em 2019, haviam sido formalizadas 66.557 uniões na Bahia. Em relação ao número de mortes, o IBGE aponta que houve diminuição de 6,8% dos óbitos no estado. Foram registradas 102.585 mortes na Bahia em 2022, contra 110.145 do ano anterior. O balanço foi elaborado pelo IBGE a partir dos dados dos Cartórios de Registro Civil de Pessoas Naturais (nascimentos, casamentos e mortes) e das Varas de Família, Foros ou Varas Cíveis ou Tabelionatos de Notas (divórcios).

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