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Eleições 2026: Saiba em quantos candidatos votar e a ordem de votação Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

No próximo domingo, 4 de outubro, os eleitores brasileiros irão às urnas para escolher até seis candidatos no primeiro turno das Eleições 2026. A votação seguirá uma sequência numérica específica para cada cargo: quatro dígitos para deputado federal, cinco para deputado estadual (ou distrital), três dígitos para cada uma das duas vagas ao Senado, dois para governador e dois para presidente da República.

Para evitar erros no momento do voto e otimizar o tempo de espera nas filas, a Justiça Eleitoral recomenda que o cidadão leve os números dos postulantes anotados em uma "colinha" de papel. A anotação física é indispensável, uma vez que o uso de celulares, câmeras fotográficas, filmadoras ou qualquer dispositivo eletrônico é expressamente proibido na cabine de votação para assegurar o sigilo do voto. Os aparelhos devem ser entregues desligados aos mesários antes do acesso à urna.

O celular poderá ser manuseado exclusivamente antes de ingressar na cabine, no momento de apresentar a identificação aos mesários. São aceitas versões digitais de documentos, como o e-Título (com foto), a CNH Digital e o RG Digital.

Além das opções pelo celular, o eleitor pode se identificar com documentos físicos oficiais com foto, incluindo carteira de identidade (RG), Carteira de Identidade Nacional (CIN), passaporte, CNH, carteira de trabalho em papel ou carteira de conselho profissional. Documentos oficiais com foto continuam válidos para a identificação mesmo que estejam vencidos, desde que garantam o reconhecimento do cidadão.

Brasil
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Governo define prazo para troca do RG antigo pela nova Carteira de Identidade Foto: Divulgação

O governo federal definiu o prazo máximo para que os brasileiros substituam o antigo Registro Geral (RG) pela nova Carteira de Identidade Nacional (CIN). Conforme o Decreto nº 10.977/2022, o documento atual continuará válido até 2032, quando deixará de ser aceito e deverá ser substituído pela nova identidade.

Embora o prazo final seja de dez anos contados da regulamentação da CIN, os cidadãos podem solicitar a emissão do novo documento a qualquer momento. A primeira via é gratuita e é emitida pelos órgãos de identificação civil dos estados e do Distrito Federal.

A nova Carteira de Identidade Nacional adota o CPF como número único de identificação, reduzindo a possibilidade de fraudes e unificando os cadastros em todo o país. Além da versão física, o documento também pode ser acessado digitalmente pelo aplicativo Gov.br.

A CIN também possui prazo de validade, que varia conforme a idade do titular. Para crianças de até 12 anos incompletos, o documento vale por cinco anos. Entre 12 e 60 anos incompletos, a validade é de dez anos. Já para pessoas com mais de 60 anos, a validade é indeterminada.

Outro diferencial é a possibilidade de reunir, na versão digital, informações de outros documentos, como Carteira Nacional de Habilitação (CNH), Carteira de Trabalho (CTPS), Título de Eleitor, PIS/Pasep, NIS, NIT, Certificado Militar e identidade funcional, mediante apresentação desses documentos no momento da solicitação.

Para emitir a CIN, é necessário apresentar uma certidão de nascimento ou casamento atualizada. A expectativa do governo é que, no futuro, a nova identidade concentre as principais informações do cidadão em um único documento.

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