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Saúde
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Sesab faz alerta contra hantavírus e doenças virais e reforça importância da vacinação Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Os casos de hantavírus em um navio de cruzeiro que saiu da Argentina rumo à África provocaram temor em vários países. Apesar de rara, a hantavirose preocupa por sua alta taxa de letalidade e pela rapidez com que pode evoluir para quadros graves.

No Brasil, a doença é considerada endêmica pelo Ministério da Saúde. Isso significa que o vírus circula de forma contínua em determinadas regiões, principalmente em áreas rurais.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a secretária estadual de saúde, Roberta Santana, tranquilizou a população baiana. “Há 13 anos, a Bahia não tem casos de hantavírus. Não é uma novidade, mas mantém a gente em ponto de alerta no cenário epidemiológico nacional”, afirmou.

Com relação às síndromes respiratórias agudas, Santana informou que existe um crescimento de casos na região metropolitana de Salvador e a rede pública de saúde já sente o impacto do aumento da demanda de atendimentos. Os números revelam casos de infecção respiratória grave, bronquiolite e pneumonia.

Pensando nesse aumento, a secretária orientou a população sobre a importância da vacinação.  “Peço à população que faça a vacinação. As crianças de 6 meses a 6 anos devem ser levadas aos postos de saúde para imunização, assim como as gestantes”, destacou. O governo realizou a aquisição do Vacimóvel - veículo itinerante - para vacinação diretamente nas comunidades a fim de reforçar a cobertura vacinal no estado.

Diante do surgimento dos primeiros sintomas de gripe, as pessoas devem procurar as Unidades Básicas de Saúde (UBS) para início do tratamento paliativo.

Brumado
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Família faz apelo para tratar jovem com síndrome rara em Brumado Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Em Brumado, a família de Islane Cristina Dias de Oliveira está mobilizando uma campanha para angariar recursos para o tratamento da jovem. Ela sofre com a Síndrome de Stevens-Johnson (SSJ), que é uma reação alérgica rara, grave e potencialmente fatal, geralmente causada por medicamentos, como antibióticos e anticonvulsionantes, ou infecções.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Glesia Milena Lima relatou que, no início do mês de abril, a jovem descobriu que era portadora da síndrome rara após um quadro de convulsões. Ela chegou a ir parar na sala vermelha do Hospital Municipal devido à gravidade do seu caso. “O médico passou um remédio pra não convulsionar mais e disse que tinha de passar no neuro. No outro dia, deu alta e ela passou a tomar o remédio em casa”, afirmou.

No dia seguinte, segundo Glesia, a jovem passou a apresentar outros sintomas relacionados à Síndrome de Stevens-Johnson, como dor de garganta e ardências nos olhos. Ela voltou ao hospital, onde foi novamente medicada e liberada. O caso se agravou e Islane teve uma grave reação alérgica, com muitas manifestações pelo corpo e rosto. “É uma reação de ‘queimadura’ causada pelo próprio remédio. O mais atingido são os olhos, a boca e a parte genital”, explicou Glesia.

Quando foi mais uma vez levada ao Hospital Municipal, Islane teve o diagnóstico da síndrome. Hoje, ela encontra-se internada na UTI em estado estável, com suporte avançado. Glesia disse que o tratamento é longo e exige apoio com diversos especialistas, incluindo dermatologista.

Como a família não tem condições de arcar com os custos de todo acompanhamento, a família pede a ajuda da comunidade. Quem quiser colaborar, pode doar qualquer quantia através da chave pix (77) 99857-0165.

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77 99968-1705

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