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Brasil proíbe apostas em sites de previsão sobre eleições, reality shows e resultados de jogos Foto: Tânia Rêgo/Agência Brasil

A partir do dia 4 de maio, o cenário para quem utiliza plataformas de mercado de previsões no Brasil sofrerá uma mudança drástica. O Conselho Monetário Nacional (CMN) aprovou a Resolução 5.298, que proíbe a negociação de contratos baseados em eventos de entretenimento, política e esportes. Na prática, a medida encerra a possibilidade de investidores apostarem em resultados de eleições, vencedores de reality shows ou placares de partidas de futebol por meio desses mecanismos, que funcionam como uma “bolsa de apostas” onde os usuários negociam entre si.

A decisão, divulgada na sexta-feira (24), estabelece que apenas temas estritamente econômicos e financeiros continuarão permitidos. Dessa forma, contratos ligados à variação da inflação, taxas de juros, câmbio ou o preço de commodities — como petróleo e minério de ferro — seguem liberados sob a supervisão da Comissão de Valores Mobiliários (CVM). O objetivo do governo é fechar uma brecha regulatória que permitia a essas plataformas operar sem as exigências impostas às chamadas “bets”.

De acordo com o entendimento do governo, os mercados preditivos que tratam de eventos não financeiros atuam, na realidade, como jogos de azar e não como investimento de risco tradicional. Ao classificar esses contratos como derivativos, o CMN busca evitar que empresas ofereçam palpites sobre eventos sociais ou culturais sem possuir a licença do Ministério da Fazenda, o pagamento de taxas específicas e a adoção de regras de proteção ao jogador, itens obrigatórios para as casas de apostas esportivas regulamentadas.

A nova norma atinge em cheio plataformas estrangeiras que oferecem serviços a brasileiros, reduzindo significativamente o leque de atuação desse setor no país. Ao restringir o objeto dos contratos, a equipe econômica tenta mitigar riscos para os investidores, reduzir a especulação excessiva em temas sensíveis — como o processo eleitoral — e organizar um mercado que vinha crescendo de forma acelerada à margem de regras claras.

A fiscalização do cumprimento das novas normas ficará a cargo da CVM, que deve publicar regulamentações complementares em breve. A medida faz parte de um pacote mais amplo do Governo Federal para estruturar o mercado de apostas e produtos financeiros, garantindo que atividades com características de jogo sejam tributadas e fiscalizadas com o mesmo rigor, independentemente da tecnologia ou do modelo de negócio utilizado. As informações são da Agência Brasil.

Economia
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Mercado eleva projeção da Selic para 13% no fim de 2026 Foto: Divulgação

A pouco mais de uma semana da próxima da reunião do Comitê de Política Monetária (Copom), que ocorre nos próximos dias 28 e 29 de abril, o Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira (20) mostra que os agentes do mercado financeiro estão cada vez mais pessimistas com a trajetória da inflação e dos juros para 2026. A mediana das projeções, segundo o relatório, passou de 12,5% da semana anterior, para 13% ao ano (a.a.) no documento publicado.

Além disso, o mercado também elevou as expectativas para a Selic em 2027, de 10,5% para 11%, e manteve a projeção para o ano seguinte em 10% a.a., quando ainda deve permanecer na casa dos dois dígitos. No limite do horizonte do relatório, os agentes também aumentaram a estimativa. No campo da inflação, o relatório também mostra um novo aumento da projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), de 4,71% para 4,8% em 2026. Há um mês, essa estimativa estava em 4,17%, bem abaixo do patamar atual e também inferior ao teto da meta prevista pelo Conselho Monetário Nacional (CMN), de 4,5%. Para 2027, a previsão para os juros passou de 3,91% para 3,99%.

Também houve um ligeiro aumento na projeção para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2026, de 1,85% para 1,86% – ainda distante dos 2%. Com a economia mais fraca e a projeção de juros elevados por um tempo ainda maior, economistas alertam para riscos a longo prazo para o crescimento do país.

Brumado
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Sicoob Comunidade apresenta palestra lúdica sobre educação financeira paras alunos de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quarta-feira (30), o Sicoob promove na Praça Coronel Zeca Leite em Brumado o projeto denominado Sicoob Comunidade. A proposta foi pensada exclusivamente para crianças, jovens e adultos com o objetivo de apresentar os princípios cooperativistas para uma vida consciente e saudável financeiramente. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Alane Pereira, gerente da unidade do Sicoob em Brumado, ressaltou que a ideia é plantar a semente do cooperativismo e da educação financeira na cidade.

Sicoob Comunidade apresenta palestra lúdica sobre educação financeira paras alunos de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Ao longo do dia, nos períodos matutino e vespertino, segundo detalhou, serão realizados momentos interativos com crianças entre 6 e 12 anos. “A educação financeira, que é tão escassa e necessária, queremos trazer em tenra idade para que essas crianças saibam da sua necessidade para vida futura. Esse é um dos principais fundamentos do cooperativismo”, afirmou. Um dos momentos do evento é a promoção de uma palestra lúdica, durante a qual será contada a história “Caio achou uma moedinha”.

Sicoob Comunidade apresenta palestra lúdica sobre educação financeira paras alunos de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Pereira apontou que, de forma divertida, o Sicoob conseguirá acessar melhor o público infantil para que os ensinamentos possam ser efetivamente absorvidos. “Acreditamos que vai fazer a diferença na vida da criança e que ela levará esse conhecimento para dentro de casa”, completou. À noite, a palestra sobre educação financeira e cooperativismo será voltada para o público adulto. O evento é gratuito e aberto a toda comunidade.

Brasil
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87% dos brasileiros dizem que já cortaram gastos para equilibrar as finanças Foto: Marcelo Casal Jr./Agência Brasil

Cortar despesas desnecessárias é a prática mais adotada pelos brasileiros em busca de equilíbrio financeiro. Segundo o estudo “Finanças Regionais: as diferenças na relação com o dinheiro entre os Estados do Brasil”, realizado pela Serasa em parceria com a Opinion Box, 87% das pessoas afirmaram que já deixaram de comprar algo para economizar. Goiás e Mato Grosso do Sul são os Estados com consumidores que mais afirmam ter cortado despesas (ambos com média de 91%). Os moradores de Minas Gerais (90%), Santa Catarina (89%), Rio Grande do Sul (89%) e Rio de Janeiro (89%) também aparecem no topo do ranking.  Outras estratégias adotadas para organizar as finanças no país são conversar com familiares sobre gastos (73%) e reservar valores mensais para poupança ou investimentos (72%). Além disso, 55% das pessoas dizem acompanhar conteúdos sobre o assunto nas redes sociais, mas apenas 31% afirmam que já realizaram cursos sobre educação financeira. O levantamento também analisou o que motiva os brasileiros a planejar suas economias. Evitar o endividamento (44%), ter uma reserva de dinheiro para casos de emergência (40%) e melhorar a gestão do dinheiro (39%) são as respostas mais populares. Os entrevistados ainda afirmaram que querem economizar para um objetivo futuro (39%) e quitar dívidas (31%).

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