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Brumado
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'PM e Comunidade em Sintonia' debate com a SMTT o dia-a-dia no trânsito em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na última quarta-feira (03), durante o programa “PM e Comunidade em Sintonia”, pela Rádio Câmara FM 103,3, o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) recebeu o superintendente Osmar Botelho para falar sobre o trânsito na cidade de Brumado. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Botelho disse que o bate papo foi bastante produtivo. Conforme salientou, o alinhamento com a Polícia Militar é fundamental para garantir um trânsito cada vez mais seguro para população.

Segundo o superintendente, devido ao crescimento da frota de veículos em Brumado, interna e flutuante, o trânsito municipal é considerado complexo. “Não é algo simples de estruturar, mas estamos conseguindo bons índices. Até com relação ao número de acidentes, estamos em redução dentro do perímetro urbano”, informou.

Hoje, a SMTT conta com diversos dispositivos eletrônicos para ajudar a organizar o sistema viário na cidade. Botelho pontuou que as câmeras de monitoramento e os radares são essenciais para o trabalho de fiscalização da SMTT. Para se ter uma ideia, nos pontos estratégicos onde os radares foram instalados, houve uma redução significativa do número de acidentes.

Representando o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), o Capitão Da Hora avaliou que a cidade de Brumado vive um novo momento no que se refere à segurança pública. “É uma virada de chave”, apontou.

Como filosofia de comando, a PM busca integração com os demais parceiros da segurança, a exemplo da SMTT. Segundo o Capitão, a segurança pública é uma construção coletiva e esse alinhamento com o órgão de trânsito é fundamental para promoção de um sistema viário mais seguro para todos os condutores e pedestres.

Para o futuro, ele informou que a SMTT irá atuar com maior amplitude nos atendimentos das ocorrências de trânsito, ficando a Polícia Militar livre para atuação no policiamento ostensivo e nas demais atribuições policiais.

Macaúbas
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Gasolina mais cara em Macaúbas pode gerar custo adicional de R$ 8,4 milhões por ano Foto: Erasmo Oliveira

De acordo com levantamento realizado pelo leitor do site Achei Sudoeste, Erasmo Oliveira, motoristas do município de Macaúbas têm observado diferenças significativas no preço da gasolina em comparação com cidades vizinhas da região sudoeste da Bahia. Em alguns casos, a variação pode ultrapassar R$ 1 por litro, especialmente quando comparados os valores praticados no município com os registrados em Botuporã.

Enquanto em Botuporã o combustível costuma ser comercializado por preços mais baixos, em Macaúbas os valores frequentemente aparecem entre os mais altos da região. A diferença tem sido percebida por motoristas que circulam entre as duas cidades e também por moradores que acompanham os preços praticados nos postos locais.

Outro ponto que chama atenção dos consumidores é a semelhança de valores entre os postos de combustíveis dentro da própria cidade. Na prática, isso reduz as possibilidades de o motorista encontrar preços mais competitivos dentro do município.

A localização geográfica de Macaúbas também contribui para o cenário. O município está a mais de 30 quilômetros da cidade vizinha mais próxima, o que torna pouco viável para muitos moradores se deslocarem até outro município apenas para abastecer. Com isso, a maior parte da população acaba dependendo exclusivamente dos preços praticados no comércio local.

Uma estimativa baseada em dados públicos ajuda a dimensionar o impacto econômico que essa diferença pode representar para a população. Informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e registros do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia indicam que a frota de veículos de Macaúbas supera 16 mil unidades. Desse total, mais de 14 mil correspondem a automóveis, caminhonetas, motocicletas e motonetas.

Para efeito de cálculo conservador, considerando apenas 7 mil automóveis — e excluindo as motocicletas, que também utilizam gasolina — é possível estimar o volume de combustível consumido no município. Supondo que cada veículo consuma, em média, cerca de 100 litros de gasolina por mês, o equivalente aproximado a dois tanques, o consumo mensal chegaria a cerca de 700 mil litros.

Caso a diferença média de preço seja de R$ 1 por litro em relação a cidades vizinhas, os consumidores locais poderiam estar pagando aproximadamente R$ 700 mil a mais por mês pelo combustível.

Em um período de um ano, esse valor pode ultrapassar R$ 8,4 milhões pagos a mais pela população apenas pela diferença de preços.

O cálculo não inclui o consumo das motocicletas, que representam uma parcela significativa da frota do município, o que indica que o impacto econômico real pode ser ainda maior. A situação tem gerado questionamentos entre moradores e motoristas, que apontam a necessidade de maior concorrência e transparência na formação dos preços dos combustíveis em cidades do interior, onde as alternativas de abastecimento são limitadas pela distância entre os municípios.

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