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Lula abre vantagem de 6 pontos e venceria Flávio Bolsonaro no 2° turno, diz Quaest Foto: Agência Brasil

O presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) abriu uma vantagem frente ao senador Flávio Bolsonaro (PL) na corrida eleitoral. Isso é o que apontam os dados da pesquisa Genial/Quaest, divulgada nesta quarta-feira (10). Em simulação de um segundo turno, Lula venceria o rival por 44% a 38% dos votos, uma margem de seis pontos.

A Quaest ouviu 2.004 eleitores de 16 anos ou mais por meio de entrevistas pessoais, domiciliares e presenciais feitas de 5 a 8 de junho. O nível de confiança das estimativas é de 95%, e a margem de erro máxima prevista é de cerca de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos. A pesquisa está registrada sob o código BR-07661/2026.

O levantamento é o primeiro do instituto após a divulgação do caso Dark Horse. Nas respostas, cerca de 14% dos entrevistados disseram que votariam branco, nulo ou não votariam, enquanto 4% estariam indecisos.

Em comparação ao mês de maio, Lula, que aparecia com 42%, teve uma evolução de dois pontos percentuais, enquanto Flávio Bolsonaro recuou três pontos, considerando que ele chegou a 41% das intenções de voto na época. Os indecisos eram 3%.

O levantamento também testou os nomes de Renan Santos (MBL), Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD) em cenários alternativos de segundo turno contra Lula. O petista bate o pré-candidato do partido do MBL com 45% a 31%, e Zema e Caiado, por 45% a 35%

Já em cenários de primeiro turno, a Quaest retirou os nomes de Aldo Rebelo, expulso do DC, e Hertz Dias (PSTU), e testou, de forma inédita, as possíveis candidaturas de Aécio Neves (PSDB), Edmilson Costa (PCB), Joaquim Barbosa (DC) e Heró Bezerra (PRTB).

Nesse cenário, Lula ainda lidera com 39% das intenções de voto, seguido por Flávio, com 29%. Renan Santos (Missão) e Ronaldo Caiado (PSD) marcam 3%. Aécio e Romeu Zema (Novo) têm 2%, e Augusto Cury (Avante), Joaquim Barbosa (DC) e Samara Martins (UP) aparecem com 1%. Cabo Daciolo (Mobiliza), Edmilson Costa (PCB), e Heró Bezerra (PRTB) não pontuaram.

A pesquisa também avalia os índices de rejeição dos candidatos. Lula e Flávio seguem na liderança. Entre os entrevistados, 53% dizem que conhecem e não votariam no pré-candidato do PT, enquanto 56% também afirmaram conhecer e não votar no senador Flávio Bolsonaro.

Já Aécio tem rejeição de 54%, Zema, de 29%, Caiado, de 32%, e Renan, de 20%, e Joaquim Barbosa, 17%. Augusto Cury aparece com 16%, Edmilson Costa, com 9%; Heró Bezerra, com 10%; Hertz Dias, com 8%, e Samara Martins, 10%.

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Pesquisa Genial/Quaest mostra que 49% não confiam no STF Foto: Antônio Cruz/Agência Brasil

Levantamento Genial/Quaest divulgado nesta quinta-feira (12), mostra que 49% dos eleitores brasileiros não confiam no Supremo Tribunal Federal (STF). Os que acreditam na Corte são 43%. Comparado com a pesquisa anterior, divulgada em agosto do ano passado, o índice positivo caiu sete pontos porcentuais, enquanto o negativo oscilou dois pontos porcentuais para cima.

A Genial/Quaest ouviu presencialmente 2.004 eleitores entre os dias 6 e 9 de março. A margem de erro é de dois pontos porcentuais para mais ou para menos e o índice de confiabilidade é de 95%.

A pesquisa também apontou que 72% dos eleitores concordam com a afirmação de que o STF possui poder excessivo. Os que discordam são 18%. Os que não concordam e nem discordam são 2%, e outros 8% não souberam, ou não quiseram responder.

Os que concordam que é importante votar em um candidato do Senado comprometido em deliberar sobre o impeachment de ministros do Supremo são 66%. Outros 22% discordam, 2% não concordam e nem discordam, e 10% não souberam, ou não quiseram opinar.

São 59% os que concordam com a afirmação de que o STF é um poder aliado ao governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Os que discordam são 26%. Outros 3% não concordam e nem discordam e 12% não quiseram, ou não souberam responder.

Já os que avalizam a afirmação de que o STF foi fundamental para a manutenção da democracia no Brasil são 51%. Outros 38% discordam. Os que não concordam e nem discordam são 2% e os que não souberam, ou não quiseram responder somam 9%.

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