Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O município de Brumado recebeu do Governo Federal kits de ajuda humanitária para serem distribuídos às famílias afetadas pelas chuvas registradas no final do ano passado.
A Defesa Civil Municipal agiu rapidamente, identificando os prejuízos causados e solicitando a referida ajuda conforme relatório do número de pessoas atingidas.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a secretária municipal de assistência social, Magaly Rodrigues, informou que, além das famílias afetadas pelas chuvas, os kits excedentes foram distribuídos para famílias em situação de vulnerabilidade social.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Os kits são compostos por cestas básicas (1500), produtos de higiene íntima (750) e pessoal (1499), bem como colchões, travesseiros, cobertores, fronhas, baldes, vassouras, rodos, águas sanitárias e outros produtos de limpeza.
A população urbana e rural foi beneficiada com a entrega dos kits. As famílias beneficiárias já são acompanhadas pela Ação Social através dos Centros de Referência de Assistência Social (Cras).
A secretária esclareceu que a demanda é única e não há previsão de novos kits serem remetidos ao município. “Isso não impede que, caso algum desastre natural aconteça, a gente peça novamente essa ajuda ao governo. Só nessas condições mesmo”, acrescentou.
Foto: Isaque Pascoal/Sesab A Bahia avançou no fortalecimento da atenção oncológica no Sistema Único de Saúde (SUS) com a implementação do Componente da Assistência Farmacêutica em Oncologia (AF-Onco). A iniciativa reafirmou o compromisso do Governo do Estado com a qualificação da gestão e com a garantia do cuidado integral às pessoas com câncer.
Instituído pela Portaria GM/MS nº 8.477, o AF-Onco aprimorou a organização do acesso a medicamentos oncológicos no país ao qualificar os processos de aquisição, distribuição e dispensação de fármacos, incluindo medicamentos orais e terapias inovadoras. O componente consolidou a Assistência Farmacêutica como eixo estratégico da política oncológica, ao estabelecer diretrizes claras para o financiamento e a aquisição de medicamentos, com responsabilidades compartilhadas entre União, estados e municípios, especialmente no que se refere aos medicamentos de alto custo.
Entre os avanços promovidos pelo AF-Onco destacou-se a integração dos medicamentos oncológicos à Relação Nacional de Medicamentos Essenciais (Rename), reforçando a padronização da oferta no SUS e ampliando a equidade no acesso às terapias em todo o território nacional. O modelo previu três modalidades de aquisição: compra centralizada pelo Ministério da Saúde; negociação nacional coordenada pela União, com execução pelos estados; e aquisição descentralizada, sob responsabilidade de estados e municípios, para medicamentos de menor complexidade.
A Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab) participou do II Workshop Nacional de Gestão da Assistência Farmacêutica em Oncologia no SUS, que reuniu gestores estaduais, técnicos, especialistas e representantes de instituições estratégicas. Ao longo dos dois dias de programação, foram debatidos aspectos relacionados à articulação interfederativa, à integração entre áreas técnicas das secretarias estaduais de saúde e ao fortalecimento da governança da Assistência Farmacêutica em Oncologia.
A primeira pesquisa nacional de 2026 do instituto capixaba Cidades/Futura, divulgada nesta quinta-feira (22), revelou um resultado diferente de outras divulgadas há poucos dias. A pesquisa Futura apresenta diversos cenários de disputa apertada entre o presidente Lula e Flávio Bolsonaro (PL-RJ) em primeiro turno, mas com liderança do senador do Rio de Janeiro nas simulações de segundo turno.
Em cinco dos seis cenários estimulados apresentados pelo instituto Futura para primeiro turno, Lula e Flávio Bolsonaro aparecem tecnicamente empatados, levando-se em conta uma margem de erro de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. No sexto cenário, há vantagem para o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) sobre o presidente Lula.
Nos cenários de segundo turno levantados pelo instituto, Lula perderia para Flávio Bolsonaro e também para o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas. O presidente empata tecnicamente com o governador do Paraná, Ratinho Junior (PSD).
Em outros cenários, o governador Ronaldo Caiado (União), de Goiás, venceria apenas Romeu Zema (Novo), de Minas Gerais, e Eduardo Leite (PSD), do Rio Grande do Sul. Por sua vez, o senador Flávio Bolsonaro vence Ratinho Junior, Zema e Leite, e empata tecnicamente com Tarcísio.
Confira abaixo os cenários:
Pesquisa espontânea - Primeiro Turno
Lula (PT): 31,1%
Flávio Bolsonaro (PL): 19,9%
Jair Bolsonaro (PL)*: 4,8%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 2,4%
Eduardo Bolsonaro (PL): 1,7%
Ratinho Junior (PSD): 1,6%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 0,8%
Renan Santos (Missão): 0,7%
Romeu Zema (Novo): 0,4%
Ciro Gomes (PSDB): 0,4%
Outros: 2,6%
Ninguém/Branco/Nulo: 5,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 27,8%
Cenário 1
Lula (PT): 37%
Flávio Bolsonaro (PL): 33,3%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 10,5%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3%
Romeu Zema (Novo): 2,6%
Renan Santos (Missão): 1,2%
Aldo Rebelo (DC): 0,5%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,6%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 5,3%
Cenário 2
Lula (PT): 35,4%
Flávio Bolsonaro (PL): 34,3%
Ratinho Junior (PSD): 9,1%
Romeu Zema (Novo): 4,4%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 3,7%
Renan Santos (Missão): 1,7%
Aldo Rebelo (DC): 0,6%
Eduardo Leite (PSD): 0,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 7%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,7%
Cenário 3
Flávio Bolsonaro (PL): 39,4%
Lula (PT): 36,3%
Ronaldo Caiado (União Brasil): 4,9%
Romeu Zema (Novo): 4,8%
Eduardo Leite (PSD): 3,1%
Ninguém/Branco/Nulo: 8,4%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,0%
Cenário 4
Lula (PT): 37,5%
Flávio Bolsonaro (PL): 35,1%
Tarcísio de Freitas (Republicanos): 14,8%
Renan Santos (Missão): 2,7%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 3,2%
Cenário 5
Flávio Bolsonaro (PL): 39,6%
Lula (PT): 38%
Ratinho Junior (PSD): 11%
Renan Santos (Missão): 2,3%
Ninguém/Branco/Nulo: 6,8%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,4%
Cenário 6
Flávio Bolsonaro (PL): 43,8%
Lula (PT): 38,7%
Eduardo Leite (PSD): 4,2%
Renan Santos (Missão): 2,8%
Ninguém/Branco/Nulo: 7,5%
Não souberam/Não responderam/Indecisos: 2,9%
Pesquisa simulou possibilidades de segundo turno para presidente
Para o levantamento a respeito da intenção de voto dos brasileiros no segundo turno, o instituto 100% Cidades simulou 11 cenários. Foi apresentado aos entrevistados um cenário entre Lula e Flávio Bolsonaro, além de outros cinco cenários com a presença de Lula e mais cinco cenários com a presença de Flávio Bolsonaro.
Veja abaixo os resultados dos cenários de segundo turno:
Flávio Bolsonaro 48,1% x 41,9% Lula
Tarcísio de Freitas 46,1% x 41,3% Lula
Ratinho Junior 44,8% x 41,2% Lula
Ronaldo Caiado 42,0% x 41,8% Lula
Lula 42,8% x 40,5% Romeu Zema
Lula 41,9% x 37,3% Eduardo Leite
Flávio Bolsonaro 37,5% x 34,7% Tarcísio de Freitas
Flávio Bolsonaro 42,4% x 30,2% Ratinho Junior
Flávio Bolsonaro 45,0% x 25,7% Ronaldo Caiado
Flávio Bolsonaro 44,7% x 24,6% Romeu Zema
Flávio Bolsonaro 47,2% x 25,9% Eduardo Leite
A pesquisa 100% Cidades/Futura ouviu dois mil entrevistados entre os dias 15 e 19 de janeiro de 2026. A pesquisa teve custo de R$ 160 mil, pagos com recursos próprios da Futura Pesquisas e Assessorias Ltda. O nível de confiança é de 95%. A margem de erro: 2 pontos percentuais. Registro no TSE nº BR-08233/2026.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Reconhecimento oficial publicado nesta terça-feira (20) no Diário Oficial da União confirma situação de emergência em Presidente Jânio Quadros e Tanhaçu, no sudoeste baiano. A decisão do Governo Federal ocorre após avaliação da Defesa Civil Nacional e leva em conta os impactos da estiagem prolongada que atinge a região e compromete o abastecimento e a rotina da população.
Com a medida, as prefeituras passam a ter acesso a recursos federais para ações emergenciais de defesa civil. Entre as iniciativas previstas estão a compra de cestas básicas, água mineral, refeições para trabalhadores e voluntários, além de kits de higiene, limpeza e dormitório destinados às famílias mais afetadas pela seca.
Segundo o Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), os pedidos de apoio financeiro devem ser enviados pelas administrações municipais por meio do Sistema Integrado de Informações sobre Desastres. Cada solicitação precisa apresentar um plano de trabalho detalhando as ações e os valores necessários.
Após o envio, técnicos da Defesa Civil Nacional analisam as propostas, avaliam metas e custos e, em caso de aprovação, autorizam a liberação dos recursos. O processo é finalizado com a publicação de uma nova portaria no Diário Oficial da União, formalizando o repasse e permitindo o início das ações de enfrentamento à estiagem.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Desde que ingressou na direção do campus do Ifba em Brumado, Selton Ribeiro tem criado um movimento para consolidação da unidade.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, ele explicou que esse processo envolve a oferta de novos cursos no campus.
Como parte disso, o diretor informou que foi aberta uma consulta pública para avaliar a viabilidade de implantar no Ifba um curso superior de Tecnologia em Análise e Desenvolvimento de Sistemas.
Ribeiro ressaltou que a área de informática se encontra bastante aquecida no cenário mundial e a proposta é primordial para qualificação dos estudantes. “Acredito que seria interessante ter um curso desse aqui em Brumado para que os jovens da região tenham a possibilidade de estudar e se qualificar nessa área sem precisar sair para lugares mais distantes”, afirmou.
Seguindo o fluxo estabelecido pela reitoria do Ifba, o estudo de viabilidade foi iniciado na cidade. Este envolve uma consulta pública para avaliar o interesse da comunidade na graduação.
O diretor detalhou que, através de um formulário, o Ifba vai identificar se a cidade e a comunidade regional têm interesse ou não na abertura desse curso de nível superior. “É muito importante a participação da população para que a gente consiga justificar a abertura desse curso aqui”, pontuou.
O formulário para consulta pública encontra-se disponível no site do Ifba. Ribeiro disse que se trata de uma pesquisa simples, cuja adesão popular é muito relevante. “Quanto mais respostas positivas tivermos sobre a criação desse curso, mais chances a gente tem de ofertá-lo com celeridade. Pedimos o apoio de toda comunidade para que participem respondendo ao formulário”, apontou.
O formulário estará disponível no site até o dia 31/01.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste Estão abertas as inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu 2026), no Instituto Federal da Bahia (Ifba). Trata-se de uma ação do Governo Federal que permite que o estudante utilize a nota do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) para tentar ingressar no ensino superior.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Selton Ribeiro, diretor do campus do Ifba, em Brumado, explicou que, desde 2018, a unidade aderiu ao Sisu para o curso de Engenharia de Minas. “A única forma que os estudantes têm para tentar ingressar no curso é através desse sistema”, afirmou.
As inscrições tiveram início na segunda-feira (19), por meio da plataforma online do Sisu. Ribeiro destacou que a graduação de Engenharia de Minas é muito importante na cidade, na região e no mundo, visto que a área é estratégica.
Conforme salientou, as disputas geopolíticas travadas hoje envolvem justamente recursos minerais. “Esses profissionais que estão habilitados em extração e beneficiamento desses minerais são muito relevantes para o desenvolvimento do Brasil. É uma área que provavelmente vai ficar aquecida por muito tempo porque os minerais estão presentes em tudo”, apontou.
O curso do Ifba em Brumado possui caráter de excelência, tendo obtido nota máxima no Ministério da Educação (MEC) na última avaliação.
Para o diretor, a graduação é uma oportunidade ímpar para quem tem interesse em se qualificar na área. “É um curso gratuito e de qualidade”, reforçou.
Os candidatos que realizaram o Enem nos últimos três anos estão aptos a se inscrever no Sisu 2026. Ao todo, são 40 vagas.
Foto: Reprodução/TV Gazeta Os últimos 30 mil telefones de uso público, popularmente conhecidos como orelhões, já têm data marcada para a aposentadoria: o final de 2028.
Lançados em 1972 em todo o Brasil, os orelhões têm design assinado pela arquiteta Chu Ming Silveira, chinesa radicada no país.
A rede, que já teve mais de 1,5 milhão de terminais, era mantida por concessionárias de telefonia fixa, como uma contrapartida obrigatória do serviço.
Os contratos de concessão que incluíam a manutenção dos orelhões foram firmados em 1998 e chegaram ao fim em dezembro de 2025.
Adaptação desses contratos, no formato de autorizações de serviço, prevê a extinção gradual dos telefones públicos dentro do plano de universalização do acesso de telefonia no país.
Segundo a Anatel, com a proximidade do término dos contratos, “"tornou-se oportuna uma discussão mais ampla sobre o atual modelo de concessão, com o fim de buscar estimular os investimentos em redes de suporte à banda larga”.
Nesse cenário, as concessionárias buscaram celebrar acordos com a administração pública para viabilizar a adaptação da concessão do sistema de telefonia fixa (STFC) para a modalidade de autorização, regida pelo regime privado, informou a Agência.
A mudança de regime teve um fator a mais de complexidade: uma das maiores concessionárias, a Oi, passa por crise financeira desde 2016, com processo de falência aberto.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste O município de Malhada de Pedras foi contemplado com dois lotes de 50 moradias do programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal.
Ao todo, 100 unidades habitacionais serão construídas na zona rural. Além disso, 20 casas do programa serão erguidas na zona urbana, na região do Parque II.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o prefeito Beto de Preto Neto (PSD) informou que as famílias interessadas já se cadastraram através da Secretaria Municipal de Assistência Social, onde foi formada uma comissão para escolha dos beneficiários, conforme os critérios e perfis estabelecidos pelo Governo Federal para atendimento do programa.
As casas são compostas por sala, cozinha, 2 quartos, 1 banheiro e 1 lavanderia. Segundo o prefeito, os materiais de construção para início das obras já foram depositados nos respectivos locais. Na próxima semana, os trabalhos serão iniciados pela prefeitura.
A expectativa é de que, em 90 dias, as chaves sejam entregues às famílias contempladas.
O gestor comemorou a redução do déficit habitacional no município diante da construção das 120 casas. “Estamos lutando para melhorar a vida das pessoas. É a realização de um sonho. Não existe sonho maior na vida do ser humano do que ter um teto para morar”, destacou.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A parceria entre o prefeito Fabrício Abrantes (Avante), o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT) e o presidente da República, Luiz Inácio Lula da Silva (PT), garantiu ao município de Brumado, na última sexta-feira (16), um importante reforço de recursos para o atendimento às famílias afetadas pelas chuvas recentes.
Ao todo, mais de R$ 860 mil foram investidos na aquisição de itens de ajuda humanitária, destinados a atender famílias em situação de vulnerabilidade social.
Os recursos são provenientes do Ministério da Integração e do Desenvolvimento Regional (MIDR), por meio do Sistema Nacional de Proteção e Defesa Civil, dentro do processo de Reconhecimento de Situação de Emergência ou de Estado de Calamidade Pública, em decorrência de desastres naturais causados pelas chuvas.
Com o investimento, Brumado foi contemplada com quase 5 mil itens essenciais, que irão reforçar a assistência às famílias atingidas. Entre os materiais recebidos estão:
1.500 cestas básicas
750 kits de higiene
750 kits íntimos
250 kits colchão
250 kits dormitório
1.499 kits de higiene pessoal
De acordo com a Secretaria Municipal de Desenvolvimento Social (Sesoc) e a Defesa Civil local, os itens serão destinados às famílias já atendidas e acompanhadas pelos Centros de Referência de Assistência Social (CRAS), priorizando aquelas que tiveram prejuízos diretos em decorrência das chuvas.
A ação integra o conjunto de medidas adotadas pela gestão municipal para garantir suporte emergencial à população. A Prefeitura de Brumado segue atuando de forma integrada com os governos estadual e federal, fortalecendo a rede de proteção social.
A distribuição dos materiais será realizada de forma organizada, seguindo critérios técnicos definidos pela assistência social e pela Defesa Civil, garantindo que os recursos cheguem de forma eficiente a quem realmente precisa.
Foto: Lyon Santos/MDS Em janeiro, um total de 2.305.368 famílias em todos os 417 municípios da Bahia estão contempladas com o Bolsa Família. Para isso, o investimento do Governo do Brasil no estado supera R$ 1,5 bilhão. O valor garante um benefício médio de R$ 678,74. O cronograma de pagamentos tem início nesta segunda-feira, 19 de janeiro, e segue até o dia 30, de acordo com o final do Número de Identificação Social (NIS).
Em 29 municípios do estado o pagamento será unificado nesta segunda (19). A medida é adotada para cidades incluídas nas ações de enfrentamento a desastres, como enchentes, inundações e períodos longos de seca e estiagem.
Foto: Tarcísio Boquady/ MinC Lei Rouanet movimentou R$ 25,7 bilhões na economia brasileira e foi responsável pela geração e manutenção de 228 mil postos de trabalho em 2024. Os dados constam na Pesquisa de Impacto Econômico da Lei Rouanet, realizada pela Fundação Getulio Vargas (FGV) e lançada na terça-feira (13).
Para a ministra da Cultura, Margareth Menezes, os resultados superaram as expectativas e oferecem evidências claras sobre o impacto positivo do investimento cultural na economia. “Para defender a Lei Rouanet na dimensão que o Brasil precisava, faltavam dados robustos e atualizados. Agora estamos divulgando esses dados e vamos reafirmar que a cultura salva vidas. Investir em cultura é investir em gente”, declarou.
A ministra destacou ainda que o processo de modernização do mecanismo trará mais fluidez, eficiência, transparência e segurança, adequando a prestação de contas aos desafios da contemporaneidade.
A pesquisa revela que, para cada R$ 1 investido por meio da renúncia fiscal, R$ 7,59 retornaram para a economia e para a sociedade. O resultado representa um salto expressivo em relação ao retorno de R$ 1,59 apurado em 2018, quando a FGV realizou o primeiro estudo sobre os impactos econômicos da Lei Rouanet.
Além do crescimento histórico no volume de renúncia fiscal registrado em 2024, a metodologia adotada nesta edição passou a considerar, de forma mais ampla, os gastos do público que frequenta eventos culturais e os investimentos de outras fontes atraídos pelos projetos incentivados.
Foto: Divulgação O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) lidera a corrida pela reeleição no pleito marcado para outubro deste ano, segundo pesquisa elaborada pela plataforma de jornalismo Meio e o Instituto Ideia, divulgada nesta terça-feira (13). Ele aparece à frente de todos os adversários tanto no primeiro, quanto no segundo turno. A exceção é o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), que empata com Lula no segundo turno se considerada a margem de erro.
O petista leva vantagem sobre a ex-primeira-dama Michelle Bolsonaro (PL), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ), e outros governadores de direita como Ratinho Júnior (PSD), Romeu Zema (Novo), Ronaldo Caiado (União Brasil) e Eduardo Leite (PSD).
A pesquisa ouviu 2.000 pessoas por meio de entrevistas por telefone entre os dias 8 e 12 de janeiro. A margem de erro é de 2,2 pontos porcentuais para mais ou para menos e o nível de confiança é de 95%. O levantamento foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o protocolo BR-06731/2026.
Em um dos cenários de primeiro turno testados, Lula registra 40,2% das intenções de voto contra 32,7% de Tarcísio. Na terceira colocação, aparecem Zema e Caiado com 5,5%, cada. Não souberam responder 11,8% e brancos e nulos somam 3,6%.
Quando o governador é substituído por Flávio Bolsonaro, o petista registra 39,7% contra 26,5% do filho do ex-presidente. Ratinho Júnior tem 7%.
No cenário em que o governador paranaense é substituído por Eduardo Leite, Lula fica com 39,6% e Flávio oscila para 27,6%. O governador gaúcho registra 2,8%, atrás de Caiado (5,5%) e Zema (5,4%).
A Meio/Ideia também testou dois cenários com Michelle. No primeiro, com Ratinho, ela registra 29% contra 40% de Lula. No segundo, com Leite, o resultado é similar: 40,1% das intenções de voto para o petista contra 29,7% para a ex-primeira-dama.
Foto: Divulgação Durante entrevista ao jornalista Paulo Figueiredo nesta terça-feira (6), o senador Flávio Bolsonaro (PL-RJ) afirmou que sua pré-candidatura representa uma "segurança eleitoral". O parlamentar disse não ver risco de derrota na disputa por classificar o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) como um “produto vencido”.
“A minha pré-candidatura dá essa segurança para esse palanque de que a gente não perde, e eu não tenho nenhuma dúvida de que não vou perder essa eleição. O Lula é aquela picanha podre, estragada e fedorenta. Aquela cerveja choca. Você consome uma cerveja choca ou picanha estragada? Esse é o Lula. Um cara analógico, e que já deu a contribuição que tinha que dar para o país”, disse.
O senador disse, ainda, que Lula “enganou muita gente”. “Ninguém vai perder a eleição para ele, ninguém perde porque o brasileiro não cai mais nas mentiras do Lula. Esse cara é o pai da mentira, o pinóquio encarnado. O Brasil não aguenta mais. Ele tem que ir para casa, passear pelo mundo com a Janja. Ele está milionário, não precisa de dinheiro público nem pra isso”.
Flávio também acusou o atual presidente de ser chamado de “pai dos pobres”, mas de se distanciar das populações de baixa renda, citando a realização da COP30 em Belém, no Pará. Segundo ele, o presidente “ficou em iate de luxo” e não conviveu com a realidade social do entorno. “Os pobres continuavam ali, sofrendo, enquanto ele posava para fotos. Descartou a chance de usar as verbas destinadas à COP para mudar a realidade daquelas pessoas”, declarou.
O senador ainda comentou sobre o impacto do anúncio de sua pré-candidatura e afirmou que parte do eleitorado esperava um gesto direto de seu pai, o ex-presidente Jair Bolsonaro, na sucessão política. “A vantagem de eu ter o sobrenome Bolsonaro é das pessoas enxergarem em mim um Bolsonaro que elas queriam ter visto no próprio Jair”, disse.
Mesmo assim, ele ressaltou que não pretende substituir a figura política de seu progenitor. “Eu não tenho nenhuma pretensão de chegar aos pés do meu pai. Ele é inigualável, de outro mundo, não desse planeta. Abençoado por Deus e a maior liderança política do Brasil”.
“Eu não tenho dúvidas que o Brasil vai escolher seguir o caminho da prosperidade e não o das trévas com o Lula. Quero mostrar para o brasileiro que vai ser um time ainda melhor que o do Bolsonaro, com autonomia para tomar as decisões que resulta na geração de empregos e na redução dos impostos”, disse.
O senador finalizou falando sobre o que precisa ser feito de diferente caso seja eleito em 2026. “A gente tem que ganhar o bolo e a cereja do bolo. A cereja é a presidência da República, e o bolo, entre outras coisas, é o Congresso Nacional, que é quem pode dar o suporte nas mudanças na Constituição, melhorar a legislação, deixar o 'vagabundo' muito tempo mais preso do que fica hoje”.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste As obras de construção do Residencial São Sebastião I, que fazem parte do Programa Minha Casa, Minha Vida, do Governo Federal, estão em ritmo avançado na cidade de Brumado.
Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a secretária municipal de assistência social, Magaly Rodrigues, informou que vários edifícios estão adiantados. As edificações incluem 144 unidades no total. “As obras estão avançadas. Estamos muito otimistas”, destacou.
As inscrições para participação no programa foram prorrogadas e serão encerradas nesta sexta-feira (09).
Rodrigues orientou as famílias que ainda não realizaram a sua inscrição a procurarem as unidades do Centro de Referência de Assistência Social (Cras) na cidade para cadastramento. O atendimento é de 7h às 12h e de 14h às 17h. Até o momento, mais de 1 mil cadastros foram feitos no município.
No segundo semestre deste ano, a prefeitura deve entregar as unidades habitacionais do residencial.
O público prioritário para inscrição é composto por mulheres em situação de violência doméstica, idosos, pessoas com deficiência, famílias em vulnerabilidade social e mães com filhos.
Futuramente, a secretária disse que novos empreendimentos serão erguidos, possivelmente com os nomes de Residencial São Sebastião II e III, a fim de completar as 450 casas com os quais o município de Brumado foi contemplado pelo Governo Federal.
Foto : Cadu Gomes/PR Ao final do seu discurso na solenidade desta quinta-feira (8) para lembrar os três anos dos atos de 8 de janeiro de 2023, que levaram à destruição das sedes dos três poderes em Brasília, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva assinou o veto integral ao projeto da dosimetria de penas aos presos e condenados pela tentativa de golpe.
O projeto vetado por Lula foi aprovado em 17 de dezembro pelo Senado, com 48 votos a favor e 25 contra. Na Câmara, a proposta, relatada pelo deputado Paulinho da Força (Solidariedade-SP), recebeu 291 votos favoráveis e 148 contrários. Desde o início da discussão do projeto, que inicialmente tinha a intenção de anistiar presos e condenados pelo 8 de janeiro, o governo Lula se colocou frontalmente contra o avanço do tema.
Na prática, o texto do projeto, agora vetado, reduz a pena final de condenados por diversos enquadramentos dentro do mesmo ato golpista, inclusive nos processos já julgados ou pendentes sobre a tentativa de golpe de Estado em 2022 e 2023. É o caso do ex-presidente da República Jair Bolsonaro, condenado pelo STF a uma pena de mais de 27 anos.
Há divergências sobre o tempo de pena que Bolsonaro deveria cumprir, caso o projeto se torne lei. De acordo com o relator, a pena do ex-presidente poderia ser reduzida de sete anos para pouco mais de dois anos em regime fechado.
O projeto promove uma alteração na Lei de Execução Penal, para prever quando o condenado poderá passar para um regime mais brando. Com a mudança, os 16% (ou 1/6) da pena em regime fechado valerão para crimes com ou sem os critérios de violência ou grave ameaça.
Além disso, os reincidentes — aqueles que já cometeram crimes — terão que cumprir 20% da pena. Com a legislação atual, os réus primários têm que cumprir 25% da pena em regime fechado, e os reincidentes, 30%.
O texto também cria uma regra de redução de pena para situações em que o crime for cometido em contexto de multidão. Nesse caso, quem não tiver financiado ou liderado as ações poderá receber um redutor de um terço a dois terços. A medida distingue quem atuou sem protagonismo de figuras organizadoras ou financiadoras dos atos antidemocráticos.
O veto integral do presidente Lula será agora analisado em sessão conjunta do Congresso Nacional, podendo ser derrubado ou mantido. A sessão terá que ser convocada pelo presidente do Congresso, Davi Alcolumbre (União-AP), a partir de 1º de fevereiro, quando será iniciado o ano legislativo.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O governo federal vai construir o primeiro hospital público inteligente do Brasil na cidade de São Paulo. Os recursos virão do empréstimo de R$ 1,7 bilhão do Novo Banco de Desenvolvimento (NDB), o banco do Brics. O anúncio foi feito nesta quarta-feira (7) em cerimônia no Palácio do Planalto com a presença do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, do ministro da Saúde, Alexandre Padilha e da presidenta do NDB, Dilma Rousseff.
Segundo o Ministério da Saúde, o hospital será referência nacional e modelo de assistência em saúde totalmente digital para os países do bloco. A unidade atenderá os pacientes da rede pública com medicina de alta precisão, apoiada por inteligência artificial e outras tecnologias emergentes. Integrará, também, a rede de hospitais e serviços inteligentes com 14 unidades de terapia intensiva (UTIs) automatizadas, que funcionarão de forma interligada em diversos estados.
A modernização de hospitais de excelência do Sistema Único de Saúde (SUS) também faz parte do projeto.
O novo hospital vinculado à Universidade de São Paulo (USP) terá um setor de emergência com 250 leitos e capacidade para atender 200 mil pacientes por ano. A Unidade de Terapia Intensiva (UTI) contará com 350 leitos conectada com as UTIs inteligentes. Haverá 25 salas para cirurgia. A previsão para que a unidade fique pronta é de três a quatro anos.
Os serviços inteligentes de saúde usam infraestrutura com tecnologias digitais para otimizar processos e melhorar os resultados para os pacientes. Segundo o ministério, o primeiro hospital inteligente poderá reduzir em mais de cinco vezes o tempo de espera por atendimento especializado em situações de urgência e emergência.
Foto: Ricardo Stuckert/PR O governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) encerrou o ano de 2025 com recorde no pagamento de emendas parlamentares.
Foram liberados R$ 31,5 bilhões em recursos de emendas individuais, de bancada e de comissão. O montante é o maior valor nominal já pago, de acordo com informações do Siop (Sistema Integrado de Planejamento e Orçamento).
Outros R$ 15,5 bilhões já foram empenhados, mas ainda não foram pagos. No total, o Executivo empenhou – reservou – R$ 47,07 bilhões no ano. O valor é quase a totalidade dos 48,8 bilhões previstos para as emendas em 2025 no Orçamento.
Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste A Prefeitura de Macaúbas informou o recebimento de R$ 2,29 milhões em recursos do governo federal destinados à adequação de estradas vicinais do município.
O comunicado foi encaminhado à Câmara Municipal, partidos políticos, sindicatos de trabalhadores e entidades empresariais com atuação na cidade. O montante, no valor de R$ 2.292.000,00, é proveniente de convênio firmado com a União, por meio do Ministério da Agricultura e Pecuária.
Os recursos integram o Convênio/Contrato de Repasse nº 921801/2021, celebrado entre o município e a Caixa Econômica Federal, responsável pela gestão financeira do repasse.
Segundo a Prefeitura, a comunicação atende às normas legais de transparência sobre a aplicação de recursos públicos, especialmente os oriundos de transferências voluntárias do governo federal. O investimento tem como foco a melhoria das condições de tráfego nas estradas da zona rural.
As intervenções previstas devem beneficiar diretamente o escoamento da produção agrícola, o transporte escolar e o deslocamento diário de moradores das comunidades rurais, setores considerados estratégicos para a economia local.
O documento é assinado pelo prefeito Aloísio Miguel Rebonato (MDB), que colocou a administração municipal à disposição para prestar esclarecimentos às instituições notificadas sobre a utilização dos recursos.
Foto: Reprodução/Redes Sociais A Polícia Federal determinou o retorno de Eduardo Bolsonaro, filho do ex-presidente Jair Bolsonaro, ao cargo de escrivão da corporação, segundo a TV Globo. A decisão foi oficializada no Diário Oficial da União (DOU) nesta sexta-feira (2).
Eduardo estava licenciado de suas funções na PF para exercer o mandato de deputado federal. No entanto, teve o mandato cassado em 18 de dezembro em razão do número excessivo de faltas.
A perda do cargo foi formalizada com base na ausência do parlamentar em sessões deliberativas ao longo da atual legislatura.
A decisão foi publicada em edição extra do Diário da Câmara e assinada pelo presidente da Casa, Hugo Motta (Republicanos-PB), além de outros integrantes da Mesa. Não houve votação em plenário. O ato administrativo se apoia no artigo 55 da Constituição, que autoriza a cassação automática quando o deputado deixa de comparecer a, pelo menos, um terço das sessões deliberativas.
Segundo o documento, Eduardo perdeu o mandato “por ter deixado de comparecer, na presente sessão legislativa, à terça parte das sessões deliberativas da Câmara dos Deputados”. O parlamentar está fora do país há meses.
Desde o início do ano passado, Eduardo Bolsonaro mora nos Estados Unidos com a família. Ele disse que a mudança ocorreu para evitar uma perseguição política e jurídica no Brasil.
Eduardo tentou exercer o mandato de forma remota e evitar o registro das ausências na Câmara dos Deputados, mas foi cassado.
Foto: José Cruz/Agência Brasil O salário mínimo no Brasil passou a ser de R$ 1.621 a partir desta quinta-feira (1), com aplicação imediata em todo o território nacional. O novo valor representa um reajuste nominal de R$ 101 em relação ao piso anterior, de R$ 1.520. O valor foi definido com base na política permanente de valorização do mínimo, que combina a inflação acumulada dos últimos 12 meses com o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), respeitando o teto estabelecido pelo arcabouço fiscal.
Pela regra em vigor, o reajuste incorpora a variação do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) acumulada até novembro de 2025 (indicador usado como referência para famílias com renda de até cinco salários mínimos) somada ao crescimento real da economia registrado em 2024. No entanto, o ganho real é limitado a 2,5%, conforme determina o novo marco fiscal aprovado pelo Congresso.
O salário mínimo serve como referência direta para o pagamento de aposentadorias e pensões do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), benefícios assistenciais como o Benefício de Prestação Continuada (BPC), seguro-desemprego, abono salarial e diversos contratos trabalhistas, além de influenciar pisos regionais e negociações coletivas.
Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil O presidente Luiz Inácio Lula da Silva sancionou com 26 vetos o Orçamento de 2026, aprovado pelo Congresso Nacional em dezembro. A Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) foi publicada em edição extra do Diário Oficial da União (DOU) na quarta-feira (31).
O Orçamento total da União para 2026 é de cerca de R$ 6,5 trilhões. O texto destaca ainda que 28% dos orçamentos fiscal e da seguridade social (OFSS) serão destinados exclusivamente para o pagamento de juros da dívida pública, o que equivale a R$ 1,82 trilhão.
O limite global de despesas para os Três Poderes foi fixado em aproximadamente R$ 2,4 trilhões.
Para 2026, o Orçamento sancionado prevê um superávit primário de R$ R$ 34,26 bilhões, podendo chegar a um superávit de até R$ 68,52 bilhões. Pela legislação do arcabouço fiscal, a meta será cumprida mesmo com resultado zero.
Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil As contas públicas fecharam novembro de 2025 com um déficit primário de R$ 14,4 bilhões. No mesmo mês de 2024, o déficit ficou em R$ 6,6 bilhões, informou o Banco Central (BC), em Brasília.
Os dados constam dos resultados fiscais, divulgados nesta terça-feira (30). Segundo o documento, o déficit do Governo Central ficou em R$ 16,9 bilhões.
As empresas estatais apresentaram déficit de R$ 2,9 bilhões, enquanto os governos regionais registraram superávit de R$ 5,3 bilhões.
No acumulado de 12 meses até novembro, o déficit primário do setor público consolidado chegou a R$ 45,5 bilhões, resultado que corresponde a 0,36% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas riquezas produzidas no Brasil).
Tendo como referência o acumulado de 12 meses até outubro, o déficit ficou em R$ 37,7 bilhões, valor que corresponde a 0,30% do PIB.
De acordo com os resultados fiscais apresentados pelo Banco Central, os juros nominais do setor público consolidado totalizaram R$ 87,2 bilhões em novembro. Em novembro de 2024, os juros nominais do setor público estavam em R$ 92,5 bilhões.
No acumulado em doze meses até novembro, os juros nominais totalizam R$ 981,9 bilhões, resultado que corresponde a 7,77% do PIB. No mesmo período de 2024, os juros nominais somaram R$ 918,2 bilhões (7,83% do PIB).
Foto: Elói Corrêa/GOVBA A taxa de desemprego no trimestre encerrado em novembro ficou em 5,2%, segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Trata-se da menor taxa de desocupação desde 2012, medida pela Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad).
Segundo o IBGE, de setembro a novembro, 5,6 milhões de pessoas estavam desempregadas, o menor número de desocupados já registrado pela pesquisa.
Ao longo da série histórica, o maior contingente de desocupados ocorreu no trimestre encerrado em março de 2021, auge da pandemia de Covid-19, quando esse o indicador registrou 14,9 milhões de pessoas sem emprego formal.
A menor desocupação da série histórica foi também, de acordo com o IBGE, acompanhada por um novo recorde no número de pessoas ocupadas no país: 103,2 milhões.
O nível de ocupação, isto é, a proporção de pessoas com 14 anos ou mais de idade que estavam trabalhando, chegou ao maior percentual da série histórica da PNAD Contínua: 59,0%.
Foto: Ricardo Stuckert/PR Um levantamento nacional do Instituto Paraná Pesquisas indica que 45,6% do eleitorado aprova a administração do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), enquanto 50,9% desaprovam. Outros 3,5% disseram não saber ou preferiram não opinar.
No caso da avaliação do governo, 12,9% classificaram a administração como “ótima” e 19,8% como “boa”. Para 23,1%, o desempenho é “regular”, enquanto 8% consideraram “ruim” e 34,8% “péssimo”; 1,4% não souberam ou não opinaram.
De acordo com a pesquisa, entre homens a aprovação soma 41,4%, enquanto 54,8% desaprovam. Outros 3,7% não souberam responder. Já entre as mulheres o índice de aprovação chega a 49,3%, frente a 47,4% de desaprovação. 3,2% não opinou.
Por faixa etária, os percentuais de aprovação registrados foram: 47,7% (16 a 24 anos), 41,9% (25 a 34), 41,2% (35 a 44), 46,7% (45 a 59) e 50,1% (60 anos ou mais).
Na escolaridade, a aprovação foi indicada por 54,4% entre entrevistados com ensino fundamental, 43,4% no ensino médio e 37,0% no ensino superior.
No recorte sobre participação em celebrações religiosas nos últimos 10 dias, a aprovação é de 50,5% entre quem respondeu “não” e de 40,8% entre quem respondeu “sim”, segundo a tabela do levantamento.
Por religião declarada, a aprovação aparece em 51,1% entre católicos, 33,9% entre evangélicos e 46,8% entre entrevistados que citaram outras religiões.
Regionalmente, a aprovação indicada foi de 42,7% no Norte + Centro-Oeste, 58% no Nordeste, 41,6% no Sudeste e 36,6% no Sul.
A pesquisa foi realizada com 2.038 eleitores em 26 estados e no Distrito Federal, em 163 municípios. O instituto informa nível de confiança de 95% e margem de erro de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.
A coleta ocorreu por entrevistas pessoais entre 18 e 22 de dezembro de 2025.
Foto: Reprodução/Youtube O ex-ministro da Educação Carlos Chiarelli morreu aos 85 anos, nesta sexta-feira (26), em Pelotas, na Região Sul do Rio Grande do Sul. A informação foi confirmada pela Prefeitura de Pelotas e pela família do ex-ministro.
Ele estava internado na UTI da Beneficência Portuguesa desde o dia 18 de dezembro. As causas da morte ainda não foram divulgadas.
Chiarelli ocupou, no governo federal, os cargos de ministro da Educação (entre 1990 e 1991) e de ministro Extraordinário para Assuntos de Integração Latino-Americana (entre 1991 e 1992) durante o governo Collor.
Nascido em Pelotas, o político também exerceu os cargos de deputado federal, entre 1979 e 1983, pela Aliança Renovadora Nacional (ARENA), e de senador, entre 1983 e 1991, pelo PDS (posteriormente, PFL).
