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Brasil
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Um homem e seis mulheres: conheça a família poliafetiva que viralizou nas redes sociais Foto: Reprodução/Correio 24h

O perfil Trisal Rochas ganhou repercussão nas redes sociais e já soma mais de 400 mil seguidores no Instagram. Na página, o motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, compartilha o dia a dia de uma família poliafetiva formada por ele e seis parceiras. O relacionamento segue o modelo em “V”, em que Ivan é o elo central e se relaciona individualmente com cada uma das mulheres, que não mantêm vínculos amorosos entre si.

Todos moram juntos e dividem a rotina exibida nas redes. Ivan é oficialmente casado com Laís Rocha, de 27 anos, e também mantém relacionamento com Ana Carolina, de 20, Natália Ferrari, de 30, Maria Eduarda Silva, de 20, Amanda, de 19, e Isabela, de 19. No momento, Laís está grávida de sete meses, enquanto Maria Eduarda está no quarto mês de gestação.

O relacionamento entre Ivan e Laís começou há dez anos, e o casamento foi oficializado há cinco. Antes de adotarem o modelo atual, o casal vivenciou um trisal, experiência que, segundo Ivan, foi positiva e abriu caminho para a configuração familiar atual.

De acordo com o influenciador, a ideia de expandir o relacionamento partiu de Laís, com uma proposta que ia além de questões superficiais. Ele relata que a intenção era construir algo com propósito, acreditando que a experiência poderia também ser positiva para outras mulheres. As informações são do Correio 24h.

Caetité
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Caetité: Grávida tenta intervir em briga de família e tem dentes quebrados por companheiro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma jovem de 25 anos, grávida de cinco meses, viveu momentos de terror na madrugada da última segunda-feira (6), no distrito de Pajeú dos Ventos, zona rural de Caetité. Durante um episódio de violência doméstica, a vítima foi agredida pelo companheiro e acabou com dois dentes quebrados após ser atingida por um móvel.

De acordo com o boletim de ocorrência recebido pelo site Achei Sudoeste, o agressor chegou à residência do casal sob efeito de álcool e entorpecentes, apresentando um comportamento extremamente agressivo. O homem iniciou uma discussão e passou a ameaçar destruir objetos dentro do imóvel. A violência escalou rapidamente: o suspeito agrediu a própria mãe e entrou em luta corporal com o irmão, que tentava impedi-lo de continuar o quebra-quebra.

Ao tentar intervir na briga familiar para acalmar os ânimos, a gestante foi empurrada com força pelo companheiro. Na queda, ela foi atingida na cabeça por uma bancada e bateu a boca violentamente contra o chão. Além da perda dos dois dentes, a jovem sofreu um corte profundo na região da face.

O agressor conseguiu fugir do local antes da chegada dos policiais militares e segue sendo procurado. Aos agentes, a vítima relatou que esta não foi a primeira vez que sofreu agressões por parte do homem e manifestou o desejo de solicitar medidas protetivas de urgência imediatamente.

A mulher foi orientada a realizar exames de corpo de delito, e o estado de saúde do bebê não foi detalhado até o momento.

Saúde
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Mulher com câncer ginecológico muda útero de lugar e engravida Foto: Reprodução/Correio 24h/Shutterstock

A cabeleireira catarinense Angélica Hodecker era recém-casada e tinha apenas 30 anos quando recebeu o diagnóstico que a tirou o chão: estava com câncer de colo de útero, o terceiro tumor maligno mais frequente entre as mulheres, atrás somente dos tumores de mama e colorretal, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). As informações são do Correio 24h. Jovem e ainda sem filhos, ela queria ser mãe e se viu diante da necessidade de tomar decisões urgentes, que poderiam mudar o sonho da maternidade. O primeiro tratamento proposto era bastante radical para uma mulher que desejava engravidar em algum momento: retirar o útero, as trompas e os ovários para eliminar qualquer chance de o câncer progredir. Com isso, teria fim o sonho de gestar. “A doença só tinha afetado o colo do útero, por que era preciso tirar tudo?”, perguntava-se a cabeleireira. Angélica procurou um segundo especialista e chegou a outra alternativa de tratamento para seu caso: fazer uma conização, um tipo de cirurgia que retira somente a parte do colo do útero doente, preservando assim os outros órgãos do aparelho reprodutivo. A partir de então, o médico iria avaliar se era necessário ou não fazer uma intervenção mais agressiva. Ela fez o procedimento, mas os resultados indicaram que somente a cirurgia não foi o suficiente para eliminar o tumor — seria necessário passar por quimioterapia e radioterapia pélvica. Como consequência, ela ficaria infértil. Nesse caso, a preservação da fertilidade poderia ser feita por meio do congelamento de óvulos, mas uma futura gestação teria de ser feita em uma barriga de substituição, pois o útero que recebe radioterapia perde a elasticidade das fibras musculares e sua parte funcional, o endométrio, entra em cicatrização. Dessa forma, o órgão fica incapaz de manter uma gestação. “A minha alternativa era interromper o tratamento de câncer para tentar engravidar o mais rápido possível. E, após a gestação, eu retomaria o tratamento contra a doença”, conta. “Descartei essa hipótese de cara. Eu queria ser mãe, mas era inviável parar o tratamento para tentar engravidar. E se o câncer progredisse nesse período?”. Foi nessa fase de incertezas que Angélica procurou uma terceira opinião. A alternativa apresentada foi fazer uma traquelectomia (procedimento que remove o colo do útero, mas não o corpo do útero) e uma linfadectomia (retirada dos gânglios da pelve). O problema é que, mesmo após essa cirurgia, ela teria de fazer ciclos de radioterapia e quimioterapia e, consequentemente, ficaria infértil. Foi então que ela conheceu uma técnica ainda experimental, mas bastante promissora: fazer uma cirurgia de transposição uterina, ou seja, mudar o útero de lugar provisoriamente, com o objetivo de preservar o órgão para uma gravidez futura.

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