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Guanambi
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Guanambi: 17º BPM registra agressão a grávida de 7 meses e idosa empurrada pelo filho Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O domingo (24) foi marcado por episódios graves de violência doméstica no município de Guanambi. Em um intervalo de menos de duas horas, o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), foi acionado para conter agressões familiares que resultaram na condução dos envolvidos para a Delegacia Territorial.

Segundo informou a unidade policial ao site Achei Sudoeste, o primeiro caso ocorreu no fim da tarde, por volta das 17h19, na Fazenda Novilha, localizada na zona rural do distrito de Mutans. Uma equipe policial se deslocou após o Centro Integrado de Comunicações (Cicom) receber uma denúncia de agressão. No local, os militares encontraram a vítima, uma mulher de 40 anos e grávida de sete meses, abrigada na casa de vizinhos. Ela relatou ter sido agredida pelo companheiro, um homem de 36 anos, com tapas e chutes. O suspeito foi localizado e alegou aos policiais que também havia sido agredido pela mulher. Diante do cenário e dos relatos de testemunhas, o casal foi levado à delegacia, onde o homem foi autuado em flagrante com base na Lei Maria da Penha.

Mais tarde, às 18h55, os policiais foram chamados para intervir em outro desentendimento familiar, desta vez no bairro Liberdade. Um homem de 44 anos acionou a corporação denunciando que seu irmão, de 42 anos, havia quebrado objetos dentro de casa e empurrado a própria mãe, uma idosa de 76 anos. Durante a discussão, o denunciante também acabou agredido com um soco no rosto. Todos os envolvidos foram encaminhados à Delegacia de Polícia Civil para que as medidas cabíveis fossem adotadas pela autoridade policial.

Brasil
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Um homem e seis mulheres: conheça a família poliafetiva que viralizou nas redes sociais Foto: Reprodução/Correio 24h

O perfil Trisal Rochas ganhou repercussão nas redes sociais e já soma mais de 400 mil seguidores no Instagram. Na página, o motoboy Ivan Rocha, de 36 anos, compartilha o dia a dia de uma família poliafetiva formada por ele e seis parceiras. O relacionamento segue o modelo em “V”, em que Ivan é o elo central e se relaciona individualmente com cada uma das mulheres, que não mantêm vínculos amorosos entre si.

Todos moram juntos e dividem a rotina exibida nas redes. Ivan é oficialmente casado com Laís Rocha, de 27 anos, e também mantém relacionamento com Ana Carolina, de 20, Natália Ferrari, de 30, Maria Eduarda Silva, de 20, Amanda, de 19, e Isabela, de 19. No momento, Laís está grávida de sete meses, enquanto Maria Eduarda está no quarto mês de gestação.

O relacionamento entre Ivan e Laís começou há dez anos, e o casamento foi oficializado há cinco. Antes de adotarem o modelo atual, o casal vivenciou um trisal, experiência que, segundo Ivan, foi positiva e abriu caminho para a configuração familiar atual.

De acordo com o influenciador, a ideia de expandir o relacionamento partiu de Laís, com uma proposta que ia além de questões superficiais. Ele relata que a intenção era construir algo com propósito, acreditando que a experiência poderia também ser positiva para outras mulheres. As informações são do Correio 24h.

Caetité
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Caetité: Grávida tenta intervir em briga de família e tem dentes quebrados por companheiro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma jovem de 25 anos, grávida de cinco meses, viveu momentos de terror na madrugada da última segunda-feira (6), no distrito de Pajeú dos Ventos, zona rural de Caetité. Durante um episódio de violência doméstica, a vítima foi agredida pelo companheiro e acabou com dois dentes quebrados após ser atingida por um móvel.

De acordo com o boletim de ocorrência recebido pelo site Achei Sudoeste, o agressor chegou à residência do casal sob efeito de álcool e entorpecentes, apresentando um comportamento extremamente agressivo. O homem iniciou uma discussão e passou a ameaçar destruir objetos dentro do imóvel. A violência escalou rapidamente: o suspeito agrediu a própria mãe e entrou em luta corporal com o irmão, que tentava impedi-lo de continuar o quebra-quebra.

Ao tentar intervir na briga familiar para acalmar os ânimos, a gestante foi empurrada com força pelo companheiro. Na queda, ela foi atingida na cabeça por uma bancada e bateu a boca violentamente contra o chão. Além da perda dos dois dentes, a jovem sofreu um corte profundo na região da face.

O agressor conseguiu fugir do local antes da chegada dos policiais militares e segue sendo procurado. Aos agentes, a vítima relatou que esta não foi a primeira vez que sofreu agressões por parte do homem e manifestou o desejo de solicitar medidas protetivas de urgência imediatamente.

A mulher foi orientada a realizar exames de corpo de delito, e o estado de saúde do bebê não foi detalhado até o momento.

Saúde
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Mulher com câncer ginecológico muda útero de lugar e engravida Foto: Reprodução/Correio 24h/Shutterstock

A cabeleireira catarinense Angélica Hodecker era recém-casada e tinha apenas 30 anos quando recebeu o diagnóstico que a tirou o chão: estava com câncer de colo de útero, o terceiro tumor maligno mais frequente entre as mulheres, atrás somente dos tumores de mama e colorretal, segundo o Instituto Nacional de Câncer (INCA). As informações são do Correio 24h. Jovem e ainda sem filhos, ela queria ser mãe e se viu diante da necessidade de tomar decisões urgentes, que poderiam mudar o sonho da maternidade. O primeiro tratamento proposto era bastante radical para uma mulher que desejava engravidar em algum momento: retirar o útero, as trompas e os ovários para eliminar qualquer chance de o câncer progredir. Com isso, teria fim o sonho de gestar. “A doença só tinha afetado o colo do útero, por que era preciso tirar tudo?”, perguntava-se a cabeleireira. Angélica procurou um segundo especialista e chegou a outra alternativa de tratamento para seu caso: fazer uma conização, um tipo de cirurgia que retira somente a parte do colo do útero doente, preservando assim os outros órgãos do aparelho reprodutivo. A partir de então, o médico iria avaliar se era necessário ou não fazer uma intervenção mais agressiva. Ela fez o procedimento, mas os resultados indicaram que somente a cirurgia não foi o suficiente para eliminar o tumor — seria necessário passar por quimioterapia e radioterapia pélvica. Como consequência, ela ficaria infértil. Nesse caso, a preservação da fertilidade poderia ser feita por meio do congelamento de óvulos, mas uma futura gestação teria de ser feita em uma barriga de substituição, pois o útero que recebe radioterapia perde a elasticidade das fibras musculares e sua parte funcional, o endométrio, entra em cicatrização. Dessa forma, o órgão fica incapaz de manter uma gestação. “A minha alternativa era interromper o tratamento de câncer para tentar engravidar o mais rápido possível. E, após a gestação, eu retomaria o tratamento contra a doença”, conta. “Descartei essa hipótese de cara. Eu queria ser mãe, mas era inviável parar o tratamento para tentar engravidar. E se o câncer progredisse nesse período?”. Foi nessa fase de incertezas que Angélica procurou uma terceira opinião. A alternativa apresentada foi fazer uma traquelectomia (procedimento que remove o colo do útero, mas não o corpo do útero) e uma linfadectomia (retirada dos gânglios da pelve). O problema é que, mesmo após essa cirurgia, ela teria de fazer ciclos de radioterapia e quimioterapia e, consequentemente, ficaria infértil. Foi então que ela conheceu uma técnica ainda experimental, mas bastante promissora: fazer uma cirurgia de transposição uterina, ou seja, mudar o útero de lugar provisoriamente, com o objetivo de preservar o órgão para uma gravidez futura.

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