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Petrobras aumenta preço do diesel nas refinarias em R$ 0,38 por litro Foto: Divulgação/Petrobras

A Petrobras anunciou nesta sexta-feira (13) aumento de R$ 0,38 por litro no preço do diesel vendido em suas refinarias. A alta foi anunciada um dia depois anúncio de pacote do governo federal para enfrentar a escalada das cotações internacionais do petróleo após o início da guerra no Irã.

O aumento é superior aos R$ 0,32 por litro de isenção de PIS/Cofins anunciados pelo governo. Segundo a Petrobras, o diesel sairá de suas refinarias a partir deste sábado a R$ 3,65 por litro.

Na abertura do mercado desta sexta, o litro do diesel nas refinarias da estatal custava R$ 2,34 abaixo da paridade de importação calculada pela Associação Brasileira dos Importadores de Combustíveis (Abicom).

 As medidas do governo para enfrentar a crise foram anunciadas em meio a pressões do agronegócio e do setor de transporte, que já sentem os efeitos da guerra sobre seus custos —distriubidoras e importadores privados estão repassando a alta do preço e o diesel já subiu 7% em março.

Em ofício ao governo, a Associação Brasileira dos Condutores de Veículos Automotores (Abrava) ameaçou convocar greve dos caminhoneiros. A entidade reclamava de “inércia” e relação à emergência e pedia isenção de impostos e do pagamento de pedágio até o fim da crise.

A Associação Nacional das Empresas de Transporte Rodoviário Interestadual Semiurbano de Passageiros (Aantrip) foi à Agência Naccional de Transportes Terrestres (Antt) pedir reequilíbrio econômico-financeiro das tarifas para ajustá-las à alta de custos.

Em outra frente, distribuidoras de médio porte e importadores vinham alertando para risco de falta do produto diante da elevada defasagem praticada pela Petrobras. As empresas estavam evitando trazer diesel a preços muito maiores do que os da estatal.

Mundo
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Mãe escreve na filha por medo de perdê-la na guerra na Ucrânia Foto: Reprodução/Instagram

Quando as tropas russas invadiram a Ucrânia, Aleksandra Makoviy foi tomada pelo medo. Moradora de Kiev, disse ter sido acordada com o “sons ensurdecedores e poderosos de explosões”. De acordo com o jornal o Globo, sem perspectiva sobre como seriam os próximos dias, temeu o que aconteceria com a filha, Vira, de apenas dois anos. Ela decidiu então escrever com uma caneta os dados pessoais nas costas da menina. “Assinei com as mãos tremendo muito. Pensava no caso de algo acontecer conosco e alguém buscar por sobreviventes. Ou ainda que ela poderia se perder, o que, na minha lógica, só aconteceria se eu também fosse vítima de algo”, compartilhou Aleksandra em um post no Instagram na última sexta-feira (01). A ucraniana também escreveu em um papel as informações sobre a filha e o colocou no bolso de um macacão que ela usava. Estavam ali o nome completo, contato dos avós e até o endereço da família na capital. Felizmente, ela e a menina conseguiram fugir da guerra e as informações “tatuadas” no corpo da criança não foram necessárias. “Dói ver a galeria de fotos. Há ali uma vida tão maravilhosa que tivemos. Ainda não consigo tirar do bolso do macacão esse papel embaralhado. Embora estejamos agora num local seguro”, contou. Aleksandra está hoje abrigada no Sul da França. Nesta terça-feira, informou que foi acolhida como refugiada após atravessar a fronteira com a Polônia. A publicação não tem notícias sobre o marido dela, o escultor Vitaliy Makoviy. Homens entre 18 anos e 60 anos foram proibidos de deixar o país. “Quero agradecer aos voluntários da França. E também a todas as pessoas que nos ajudaram a fugir e nos apoiaram. E sou especialmente grata à Polônia. O que este país fez pelos ucranianos é inestimável. Sem a ajuda deles, não teríamos sobrevivido”, ressaltou em outra publicação.

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