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Brumado
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Carnaval de Brumado: Governo do Estado reforça cuidados com a saúde durante a folia Foto: Divulgação/PMB

O Governo do Estado, por meio da Secretaria da Saúde (Sesab), está promovendo durante o Carnaval a operação “Fique Sabendo”, voltada à prevenção e ao diagnóstico das Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). A iniciativa conta com um posto de conscientização e testagem gratuita instalado no circuito da festa, ao lado do Mercado das Artes, em Brumado.

No local, foliões e visitantes têm acesso à testagem rápida para sífilis, HIV, hepatites B e C, além da distribuição gratuita de preservativos. A equipe de saúde também oferece orientações e disponibiliza a PrEP e a PEP — profilaxias utilizadas na prevenção ao HIV antes e após situações de possível exposição ao vírus.

De acordo com Caroline Rebouças, coordenadora do Núcleo Regional de Saúde do Sudoeste, a procura pelo serviço tem sido significativa. “Nesses dois dias de festa já foram realizados aproximadamente 2.700 testes rápidos. O movimento está muito bom! As pessoas estão receptivas para realizar a testagem. O cuidado com a saúde é essencial não só nesse período de festa, mas a vida toda”, destacou.

Em 2026, a novidade é que pacientes com resultado positivo para sífilis já iniciam o tratamento no próprio posto, garantindo agilidade no cuidado. Após o atendimento inicial, os pacientes são encaminhados para dar continuidade ao acompanhamento em uma unidade de saúde especializada do município.

A ação reforça a importância da prevenção, do diagnóstico precoce e do acesso facilitado aos serviços de saúde, especialmente em períodos de grande mobilização popular como o Carnaval.

Brumado
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Governo do Estado cuida da saúde dos foliões durante o Carnaval de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Governo da Bahia, por meio da Secretaria de Saúde do Estado (Sesab), intensifica as ações de prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) durante o Carnaval de Brumado. Com um Posto de testagem rápida estrategicamente localizado na Praça Armindo de Azevedo, no circuito da folia, oferece à população exames gratuitos para detecção de HIV, sífilis e hepatites virais. A estrutura montada garante agilidade e segurança no atendimento aos foliões.

A unidade vai funcionar até o dia 17 de fevereiro, das 16h às 2h, oferecendo atendimento gratuito para moradores e turistas.

A iniciativa integra a Política de prevenção combinada adotada pela Sesab, que reúne diferentes formas de proteção em um único espaço. Serão disponibilizados testes rápidos para HIV, sífilis e hepatites B e C, com resultados em poucos minutos, além da oferta de Profilaxia Pré-Exposição (PrEP) e Pós-Exposição (PEP) para situações de risco de infecção pelo HIV. Pessoas com resultado reagente para sífilis poderão iniciar o tratamento imediatamente no próprio local. Também serão distribuídos preservativos, lubrificantes e autotestes para HIV.

Brumado
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Brumado passa a disponibilizar novo método para prevenção ao vírus HIV Foto: Divulgação/PMB

(PrEP), um método altamente eficaz na prevenção da infecção pelo HIV. A iniciativa representa um importante avanço nas ações de promoção da saúde e prevenção às Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs) no município.

A PrEP consiste no uso preventivo de dois medicamentos - Tenofovir e Entricitabina - por pessoas que não vivem com o HIV. Esses medicamentos atuam bloqueando os caminhos que o vírus utiliza para infectar o organismo, impedindo a infecção antes mesmo do contato com o HIV.

A distribuição da PrEP é gratuita e realizada mediante prescrição médica. As pessoas interessadas ou que se enquadram nos critérios de uso devem procurar o Serviço de Atendimento Especializado (SAE), localizado ao lado da Policlínica do Bairro São Félix, na Rua Armando Leite, nº 62. O atendimento para a PrEP ocorre às quintas e sextas-feiras.

Disponível no Sistema Único de Saúde (SUS) desde dezembro de 2017, a PrEP vem se consolidando em todo o país como uma estratégia eficaz para redução de novos casos de HIV, além de incentivar práticas sexuais mais seguras e o cuidado contínuo com a saúde.

A PrEP é recomendada para pessoas a partir de 15 anos de idade, com peso igual ou superior a 35 quilos, que apresentem risco aumentado de infecção pelo HIV. O público-alvo inclui populações-chave em contextos de maior vulnerabilidade, associados a práticas sexuais como múltiplas parcerias, uso irregular de preservativos, entre outros fatores, desde que haja interesse em utilizar o método.

Saúde
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Anvisa aprova injeção que previne infecção por HIV em quase 100% Foto: Divulgação

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou, nesta segunda-feira, o lenacapavir, primeiro medicamento injetável a cada seis meses que previne a infecção pelo HIV em quase 100%. O fármaco, que será vendido sob o nome comercial de Sunlenca, foi desenvolvido pelo laboratório Gilead Sciences e já havia recebido o aval nos Estados Unidos e na Europa.

O sinal verde da agência reguladora brasileira foi para duas indicações. Uma delas é como profilaxia pré-exposição (PrEP) para prevenir a infecção entre pessoas que não vivem com HIV, tenham idade acima de 12 anos, peso maior que 35 kg e teste negativo para o vírus. A outra é como tratamento de pacientes que vivem com HIV, já tenham utilizado outras terapias e apresentem um quadro de resistência a outras classes de antivirais.

O lenacapavir é considerado inovador por demandar apenas duas aplicações ao ano para garantir uma eficácia de quase 100% contra o HIV. Hoje, já existe uma estratégia de PrEP, disponível inclusive no Sistema Único de Saúde (SUS) desde 2017, mas que envolve comprimidos diários. Eles também reduzem o risco de uma infecção a quase zero, mas o fato de precisarem ser tomados todos os dias é um entrave para a adesão.

Saúde
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OMS reconhece o fim da transmissão do HIV de mãe para filho no país Foto: Joédson Alves/Agência Brasil

O Brasil foi reconhecido pela Organização Mundial de Saúde (OMS) como o maior país do mundo a eliminar a transmissão do HIV de mãe para filho, a chamada transmissão vertical, como problema de saúde pública. O ministro da Saúde, Alexandre Padilha, antecipou o anúncio durante o programa Bom Dia, Ministro, do CanalGov, na sexta-feira (15).

Segundo Padilha, o Conselho da Unaids (Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS) em conjunto com representantes da OMS visitará o Brasil esta semana para a entrega oficial da certificação ao governo brasileiro.

“Significa que o Brasil conseguiu eliminar graças ao SUS [Sistema Único de Saúde], aos testes rápidos das unidades básicas de saúde, aos testes do pré-natal, às gestantes que têm HIV tomarem a medicação pelo SUS”, disse Padilha.

O ministro lembrou que há algumas décadas o Brasil tinha iniciativas filantrópicas para manutenção de abrigos para órfãos com HIV, que haviam perdido os pais em decorrência da Aids.

“Abrigavam aqueles bebês que tinham nascido com HIV e seus pais tinham morrido. A gente não tem mais isso no nosso país, felizmente, nem a transmissão do HIV da gestante para o bebê”, comemorou.

Segundo o ministro, o Brasil apresentou um dossiê à organização mundial no mês julho com os dados do SUS no Brasil.

Bahia
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Sesab desmente surto de HIV entre jovens Foto: Divulgação/Sesab

A Secretaria de Saúde da Bahia (Sesab) desmentiu um possível surto de HIV/Aids entre os jovens do estado, neste domingo (24). Segundo a pasta, 93 pessoas com idades entre 14 e 19 anos foram diagnosticadas com a doença em 2025. Conforme informações da Sesab, considerando todas as idades, entre janeiro de 2023 e 2 de agosto deste ano foram diagnosticados 11.187 casos em toda a Bahia. A maioria dos registros foram em pessoas entre 20 e 34 anos. A maioria dos diagnósticos foram recebidos por homens: 72%. As mulheres correspondem a 28% dos casos, enquanto 18 diagnósticos tiveram o gênero ignorado. Conforme informações da Sesab, o número de casos da doença entre os jovens diminuiu quando comparado ao mesmo período, janeiro a agosto, no ano passado.

Saúde
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OMS recomenda uso de lenacapavir para prevenir infeção por HIV Foto: Divulgação

A Organização Mundial da Saúde (OMS) recomendou nesta segunda-feira (14) o uso do medicamento lenacapavir, um antirretroviral de ação prolongada, para prevenir a infecção pelo HIV. As informações são da Agência Brasil. Segundo a OMS, trata-se de uma decisão histórica que “pode ajudar a reformular a resposta global ao HIV”. Em comunicado com novas orientações, a OMS informa que o medicamento lenacapavir “oferece uma alternativa altamente eficaz e de ação prolongada aos comprimidos orais diários e outras opções de ação mais curta” se for administrado na forma de injetável a cada seis meses. Com apenas duas doses por ano, “representa um passo transformador na proteção das pessoas em risco" de infecção pelo HIV, particularmente as que "enfrentam desafios com a adesão diária, o estigma ou o acesso a cuidados de saúde”, acrescenta a organização da ONU. Embora não haja uma vacina contra o vírus, o fármaco lenacapavir “é a segunda melhor coisa”, de acordo com o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus. “Um antirretroviral de ação prolongada que demonstrou em ensaios prevenir quase todas as infecções por VIH entre as pessoas em risco”, justificou, citado no comunicado, destacando o empenho da OMS para “trabalhar com países e parceiros para garantir que esta inovação chegue às comunidades da forma mais rápida e segura possível”. De acordo com a OMS, as novas orientações surgem em um “momento crítico”, uma vez que “os esforços de prevenção estão estagnados”, com 1,3 milhão de novos casos registrados em 2024. A organização da Nações Unidas para Saúde estima que, no final de 2024, havia no mundo 40,8 milhões de pessoas com Aids sendo que 65% viviam na África. Nesse ano, cerca de 630 mil pessoas morreram no mundo de causas relacionadas com a infecção.

Saúde
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Variante do HIV é detectada na Bahia, no Rio de Janeiro e no Rio Grande do Sul Foto: Divulgação

Uma nova variante do vírus da imunodeficiência humana (HIV) está circulando no Brasil, segundo estudo da Universidade Federal da Bahia (UFBA) e da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) publicado na revista “Memórias do Instituto Oswaldo Cruz”, na sexta-feira (16). Os pesquisadores encontraram quatro registros do vírus recombinante no País, nos Estados da Bahia, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. Até o momento, não foram registradas infecções por essa variante em outros países. De acordo com o estudo, a nova variante combina genes dos subtipos B e C do HIV, predominantes no Brasil, e por isso é chamada de vírus recombinante. “O que chama a atenção para o surgimento dessas formas recombinantes é a taxa de dupla infecção. Indivíduos estão se contaminando e recontaminando”, afirma a bióloga Joana Paixão Monteiro-Cunha, coautora da pesquisa. Ela explica que, para surgirem variantes como a relatada no estudo, é preciso que dois subtipos se encontrem em um mesmo organismo hospedeiro e se reproduzam, mesclando características genéticas de ambos. Segundo Joana, os vírus recombinantes podem ser únicos, quando são encontrados em um único indivíduo que passou por uma reinfecção, ou podem ser recombinantes viáveis ou circulantes, quando se tornam versões transmissíveis. É o caso da nova variante descoberta, batizada de CRF146_BC.

Brasil
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Ministério da Saúde distribui novo medicamento para pacientes com HIV Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

O Ministério da Saúde informou ter concluído a distribuição de 5,6 milhões de comprimidos de um novo medicamento para o tratamento de pacientes com aids ou HIV. O remédio foi repassado a estados e ao Distrito Federal.   O medicamento une em um único comprimido dois antirretrovirais: dolutegravir e lamivudina. “Antes, o tratamento do HIV envolvia exclusivamente combinações de vários medicamentos de diferentes classes para suprimir efetivamente o vírus e retardar a progressão da doença. Com o novo remédio, os usuários ganham a possibilidade de utilizar um tratamento com uma única dose diária”, diz nota publicada pela pasta. De acordo com o ministério, a terapia de dois comprimidos para um será feita de forma gradual e contínua para pacientes com idade igual ou acima de 50 anos, adesão regular, carga viral menor que 50 cópias/ml no último exame e que iniciou a terapia dupla (dois comprimidos) até o dia 30 de novembro de 2023. “Os critérios para ampliar o público contemplado no novo modelo de tratamento poderão ser revistos em seis meses, observando, por exemplo, a tendência de crescimento das prescrições e a disponibilidade do medicamento em estoque na rede”, informa. Entre 2017 e 2021, a doença provocou a morte de mais de 59 mil pessoas no Brasil.  

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