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Caetanos
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Agricultor de Caetanos some após ir ao INSS em Brumado Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A família do agricultor Vilson Jesus de Brito, de 53 anos, vive momentos de angústia desde a manhã da última sexta-feira (17). Morador da zona rural de Caetanos, o homem desapareceu após viajar para o município de Brumado, com o objetivo de resolver pendências junto ao Instituto Nacional do Seguro Social (INSS). Segundo o boletim de ocorrência registrado pela família, Vilson foi visto pela última vez por volta das 6h da manhã, quando desembarcou de uma van no centro da cidade.

O trajeto começou cedo, quando o agricultor pegou o transporte no ponto de ônibus da localidade de Sussuarana, em Tanhaçu. O motorista da van confirmou que o passageiro desceu na região central de Brumado, mas, a partir desse momento, não houve mais notícias sobre seu paradeiro. Vilson não possui aparelho celular e havia combinado com familiares que retornaria para casa por volta do meio-dia, o que não ocorreu, acendendo o alerta entre os parentes.

De acordo com informações de familiares, Vilson é pardo, magro, possui altura entre 1,70m e 1,80m e, no dia do desaparecimento, vestia camisa cinza, calça jeans e botas brancas. Um fator que amplia a preocupação da família é o fato de o agricultor fazer uso de medicação controlada, o que pode causar episódios de desorientação e confusão mental, dificultando sua capacidade de pedir ajuda ou encontrar o caminho de volta.

As autoridades locais já foram notificadas e o caso é acompanhado pela Polícia Civil. Buscas estão sendo realizadas em hospitais e locais públicos de Brumado, mas até o momento nenhuma pista concreta foi encontrada. A família pede que qualquer informação sobre a localização de Vilson Jesus de Brito seja comunicada imediatamente à polícia, visando garantir que ele receba os cuidados necessários e retorne em segurança para casa.

Guanambi
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Guanambi realiza 300 cirurgias eletivas entre janeiro e fevereiro e reduz tempo de espera Foto: Divulgação/PMB

De acordo com relatório da Secretaria de Saúde de Guanambi, somente nos meses de janeiro e fevereiro, foram realizados 300 procedimentos cirúrgicos, o que representa uma média de 10,3 cirurgias por dia útil, considerando 39 dias de atendimento.

Segundo o diretor do Hospital Municipal de Guanambi, Agostinho Lira, os dados refletem o fortalecimento da rede municipal de saúde e a ampliação da oferta de serviços, tanto na unidade quanto por meio de clínicas credenciadas. Com isso, o tempo de espera dos pacientes foi significativamente reduzido, permitindo que, em muitos casos, a cirurgia seja realizada já no mês seguinte (dependendo da complexidade do caso) à chegada do laudo na Central de Marcação.

Entre os avanços mais relevantes está a redução no tempo de espera para procedimentos de maior demanda. A histerectomia (retirada do útero), que antes havia espera de mais de um ano para ser realizada, agora ocorre em até 50 dias - uma redução superior a 86%. Já a colecistectomia (retirada da vesícula) teve o tempo reduzido de seis a oito meses para cerca de 40 dias, representando uma diminuição de 83% na fila de espera.

Outro destaque é a ampliação da oferta de cirurgias que anteriormente não eram realizadas de forma regular no município. Procedimentos como amigdalectomia e adenoidectomia passaram a ser ofertados com prazo médio de dois a três meses. Além disso, houve expansão nos atendimentos em otorrinolaringologia e no tratamento cirúrgico de cálculos renais.

Segundo o secretário municipal de saúde, Edmilson Júnior, os resultados são fruto do trabalho integrado das equipes e do compromisso da gestão do prefeito em melhorar o acesso da população aos serviços de saúde.

Com a estruturação do Centro Cirúrgico do Hospital Municipal, a previsão é ampliar a oferta de procedimentos, incluindo cirurgias ortopédicas e o aumento da capacidade para tratamentos de varizes.

Brasil
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Censo: Brasil tem mais templos religiosos que hospitais e escolas juntos Foto: Gabriel Bouys/AFP

O Brasil tem mais estabelecimentos religiosos do que o total somado de instituições de ensino e de saúde. De acordo com o G1, é o que mostram os novos dados do Censo 2022 divulgados nesta sexta-feira (2) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). São, em média, 286 igrejas para cada 100 mil habitantes do país. Pela primeira vez, o IBGE mapeou todas as coordenadas geográficas e os tipos de edificações que compõem os 111 milhões de endereços do Brasil cadastrados durante a pesquisa. O Censo entende como estabelecimento religioso igrejas, templos, sinagogas e terreiros, por exemplo, de todas as religiões. Estabelecimentos religiosos (igrejas, templos e outros): 579,7 mil - 286 para cada 100 mil habitantes; Estabelecimento de ensino (escolas, creches, universidades): 264,4 mil - 130 para cada 100 mil habitantes e Estabelecimento de saúde (hospitais, clínicas, pronto socorro): 247,5 mil - 122 para cada 100 mil habitantes. A Região Norte é a que concentra a maior relação entre o número de estabelecimentos religiosos e o total da população. Há 79.650 igrejas nos estados do Acre, Amapá, Amazonas, Pará, Rondônia, Roraima e Tocantins, o que representa a média de 459 para cada 100 mil habitantes, quase o dobro do valor do Brasil como um todo. O Acre lidera a média nacional, com 554 igrejas para cada 100 mil habitantes, seguido de Roraima e Amazonas, ambos com 485 para cada 100 mil. Do lado oposto, a região Sul (Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina) é a que tem a menor relação entre o número de igrejas e a população, com 226 para cada 100 mil.

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