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Brumado
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Icob apresenta projeto para implantação do Hospital do Câncer do Oeste em Barreiras Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Durante o Rotary Day na cidade de Brumado, o Instituto do Câncer no Oeste da Bahia (Icob) apresentou o projeto para implantação de um Hospital do Câncer na região. A proposta está em fase final de aprovação.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Marizete Aparecida Zuttion, presidente do Icob, informou que a unidade será construída em Barreiras com a finalidade de atender a demanda oncológica do oeste baiano. “Nós precisamos de um hospital de referência porque a unidade que já existe na região não é suficiente para atender toda demanda”, destacou. Além da população do oeste da Bahia, a unidade de saúde também poderá atender o sul do Piauí e o sul do Maranhão.

Com fins filantrópicos, o Hospital do Câncer do Oeste da Bahia terá 15 mil m². A obra será realizada por etapas - na primeira fase, serão construídos 9 mil m². Os atendimentos ocorrerão pelos Sistema Único de Saúde (SUS) com possibilidade de, no futuro, serem atendidas também demandas particulares.

Icob apresenta projeto para implantação do Hospital do Câncer do Oeste em Barreiras Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Hoje, segundo Marizete, muitos pacientes acabam desistindo do tratamento oncológico devido à distância de grandes centros de saúde, como é o caso de Salvador. Em algumas situações, esses pacientes, que já se encontram bastante debilitados, são obrigados a viajar por 15 horas para ter acesso ao tratamento. “A gente precisa dar qualidade de vida e perspectiva para esses pacientes. O câncer não é uma sentença, tem tratamento, mas temos de viabilizar esse tratamento de forma mais humana para as pessoas”, defendeu.

No perfil da unidade no Instagram, o @somosicob, as pessoas poderão acompanhar a evolução do projeto, saber como se associar ao instituto e fazer doações para concretização da proposta.

Brasil
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Brasil deverá ter centro para enfrentamento de emergências em saúde Foto: Freepik

Até o final deste ano, o Brasil deverá criar um centro para o enfrentamento de emergências em saúde pública. A proposta é que o Centro Brasileiro de Emergências em Saúde Pública (Cbesp), como vem sendo chamado, seja uma instituição para tornar o país mais resiliente e preparado para enfrentar futuras epidemias, surtos e outras emergências sanitárias e até climáticas.

A ideia foi idealizada pelo Instituto Todos pela Saúde (ITpS) e vem sendo estudada há alguns anos por especialistas de diversas instituições do país, que pensaram em criar uma estrutura que respeite as normas do Regulamento Sanitário Internacional (RSI) e também seja integrada ao Sistema Único de Saúde e vinculada ao Ministério da Saúde. A governança deve ficar sob a responsabilidade da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz).

Segundo a proposta, as verbas para o funcionamento do centro seriam provenientes do Orçamento Geral da União. Também está prevista a captação de recursos complementar por meio de convênios internacionais e geração de receitas próprias.

“A proposta prevê que o centro funcione em lógica de rede, trabalhando de forma estreita e colaborativa com o Ministério da Saúde, as secretarias estaduais e municipais, universidades e instituições de pesquisa. Uma de suas grandes inovações será a intersetorialidade: ele promoverá a colaboração permanente entre diferentes setores do governo — como saúde, meio ambiente, agricultura, ciência, tecnologia e inovação —, além de garantir articulação com a sociedade civil”, explicou Gerson Penna, diretor-presidente do Instituto Todos pela Saúde (ITpS).

Guanambi
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Guanambi realiza 300 cirurgias eletivas entre janeiro e fevereiro e reduz tempo de espera Foto: Divulgação/PMB

De acordo com relatório da Secretaria de Saúde de Guanambi, somente nos meses de janeiro e fevereiro, foram realizados 300 procedimentos cirúrgicos, o que representa uma média de 10,3 cirurgias por dia útil, considerando 39 dias de atendimento.

Segundo o diretor do Hospital Municipal de Guanambi, Agostinho Lira, os dados refletem o fortalecimento da rede municipal de saúde e a ampliação da oferta de serviços, tanto na unidade quanto por meio de clínicas credenciadas. Com isso, o tempo de espera dos pacientes foi significativamente reduzido, permitindo que, em muitos casos, a cirurgia seja realizada já no mês seguinte (dependendo da complexidade do caso) à chegada do laudo na Central de Marcação.

Entre os avanços mais relevantes está a redução no tempo de espera para procedimentos de maior demanda. A histerectomia (retirada do útero), que antes havia espera de mais de um ano para ser realizada, agora ocorre em até 50 dias - uma redução superior a 86%. Já a colecistectomia (retirada da vesícula) teve o tempo reduzido de seis a oito meses para cerca de 40 dias, representando uma diminuição de 83% na fila de espera.

Outro destaque é a ampliação da oferta de cirurgias que anteriormente não eram realizadas de forma regular no município. Procedimentos como amigdalectomia e adenoidectomia passaram a ser ofertados com prazo médio de dois a três meses. Além disso, houve expansão nos atendimentos em otorrinolaringologia e no tratamento cirúrgico de cálculos renais.

Segundo o secretário municipal de saúde, Edmilson Júnior, os resultados são fruto do trabalho integrado das equipes e do compromisso da gestão do prefeito em melhorar o acesso da população aos serviços de saúde.

Com a estruturação do Centro Cirúrgico do Hospital Municipal, a previsão é ampliar a oferta de procedimentos, incluindo cirurgias ortopédicas e o aumento da capacidade para tratamentos de varizes.

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