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Ex-Jornal Nacional por 29 anos, Willian Bonner não é formado em jornalismo Foto: Reprodução/TV Globo

William Bonner se tornou um dos nomes mais conhecidos do jornalismo brasileiro, mas sua formação acadêmica não é em Jornalismo. O apresentador é formado em Comunicação Social, com habilitação em Publicidade e Propaganda, pela Escola de Comunicações e Artes da Universidade de São Paulo (USP).

Bonner iniciou a carreira em 1983, como redator publicitário em agências de São Paulo. No ano seguinte, passou a conciliar a atividade com o trabalho de locutor na Rádio USP FM, onde comandou um programa musical entre 1984 e 1986.

A trajetória na televisão começou em 1985, na TV Bandeirantes. Inicialmente, Bonner trabalhava como locutor em off, mas também passou a atuar como apresentador de telejornais. Foi nesse período que sua carreira começou a se aproximar definitivamente do jornalismo.

Em 1986, o comunicador chegou à TV Globo. Ao longo dos anos, passou por atrações como Globo Rural, Jornal da Globo, Jornal Hoje e Fantástico, até assumir a bancada do Jornal Nacional. Ele permaneceu à frente do principal telejornal da emissora até 2025 e também ocupou, desde 1996, a função de editor-chefe do programa.

A ausência de um diploma específico de Jornalismo não impediu Bonner de exercer a profissão. Isso ocorre porque, em 2009, o Supremo Tribunal Federal (STF) decidiu que a exigência de formação superior específica para o exercício do jornalismo era inconstitucional. As informações são do Correio 24h.

Guanambi
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VÍDEO: Jornal Nacional alerta risco de inundação em Guanambi Foto: Reprodução/TV Globo

Um alerta de possível inundação mencionado na edição desta sexta-feira (6) do Jornal Nacional, da TV Globo, causou preocupação entre moradores de Guanambi, no sudoeste da Bahia.

No entanto, o aviso não está relacionado a chuvas intensas previstas para a cidade, mas sim ao aumento do nível do Rio São Francisco, que atravessa um período de cheia.

Durante a previsão do tempo exibida no telejornal, foi informado que o Centro Nacional de Monitoramento e Alertas de Desastres Naturais (Cemaden) indicava alta possibilidade de inundação em regiões que incluem Guanambi, na Bahia, e Montes Claros, em Minas Gerais. A informação, segundo o órgão, se baseia no boletim de riscos hidrogeológicos divulgado pelo Cemaden.

O sistema de monitoramento utiliza a divisão territorial de “regiões geográficas intermediárias”, definida pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), que reúne diversos municípios em uma mesma área de análise. Por esse critério, Guanambi aparece dentro da região monitorada, embora o risco esteja associado a cidades que fazem parte da bacia do Rio São Francisco e de seus afluentes diretos.

Segundo a nota de esclarecimento publicada pela prefeitura, o Cemaden informou que a possibilidade de inundação está ligada à elevação gradual do nível do rio após as fortes chuvas registradas nas últimas semanas, o que provoca aumento da vazão e saturação do solo na bacia hidrográfica.

Assim, o alerta não indica a ocorrência de um evento repentino de chuva sobre a área urbana de Guanambi, mas sim o monitoramento preventivo de impactos causados pela cheia do Rio São Francisco em municípios da região.

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