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Brumado
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Brumado: Caminheiro devolve bolsa com R$ 11 mil a idosa e faz apelo por mais honestidade Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O caminhoneiro Nivaldo Lima, 44 anos, encontrou uma mochila com mais de R$ 11 mil em uma rodovia na região do Arrecife, na zona rural da cidade de Brumado. Após investigação, ele devolveu o valor à proprietária.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Nivaldo disse que conseguiu encontrar a idosa de 80 anos, aposentada, para fazer a devolução do dinheiro no dia seguinte. “É princípio, religião, caráter, família. O que é meu é meu, o que é dos outros é do próximo. Decidi devolver”, relatou.

A bolsa com o valor foi esquecida na pista. O caminhoneiro contou que a idosa havia chegado de viagem do estado de São Paulo e se deslocado para a Fazenda Piabanha, no Distrito de Arrecife. Ao descer do veículo, ela acabou deixando a mochila cair na margem da pista.

Durante um serviço realizado na região, Nivaldo visualizou a bolsa e pegou para conferir do que se tratava. “Quando abri a bolsa vi o dinheiro e uns remédios caros dentro. Me informei direitinho para devolver para a pessoa certa. Ela [a idosa] já estava há uma noite sem dormir e sem tomar os remédios. Ela ficou muito feliz”, completou.

Mesmo necessitando de dinheiro, ele fez questão de agir com honestidade. “Deus vai me dar em dobro. Sou um cara muito abençoado. O que é meu é meu, o que é dos outros tenho que devolver. Fazer o bem foi o que os meus pais me ensinaram”, destacou. Ainda emocionado, ele garantiu que devolveria o dinheiro mil vezes se fosse preciso.

Em enquete realizada pelo próprio motorista, 75% das pessoas responderam que não devolveriam o dinheiro encontrado por acaso nessa circunstância.

Brumado
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Brumado: Agentes de saúde participam de curso voltado à promoção da saúde sem racismo Foto: Divulgação/PMB

Entre os dias 9 e 19 de março, os Agentes Comunitários de Saúde do município de Brumado participam do Curso de Promotores de Saúde sem Racismo, no auditório da Prefeitura Municipal. A iniciativa é uma realização da Escola de Saúde Pública da Bahia Professor Jorge Novis (ESPBA), vinculada à Secretaria da Saúde do Estado da Bahia (Sesab), em parceria com municípios baianos. A formação tem como objetivo fortalecer a atuação da Atenção Primária no âmbito do Sistema Único de Saúde (SUS).

Com carga horária de 60 horas, a formação foi dividida em cinco encontros presenciais que contam com a facilitação dos enfermeiros Kelsey Pereira e Thainan Taio, que atuam nas Unidades de Saúde da Família do município. A proposta da formação destaca a importância de reconhecer o racismo como um determinante social da saúde, contribuindo para a construção de práticas que promovam maior equidade no SUS e garantam um atendimento mais qualificado, humanizado e antirracista.

A iniciativa busca ainda fortalecer a Política Nacional de Saúde Integral da População Negra, contribuindo para o enfrentamento do racismo institucional e estrutural nos serviços de saúde e ampliando o debate sobre justiça social e igualdade no cuidado.

Guanambi
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Guanambi: Afromaleko repudia atos de racismo e clama por consciência e igualdade racial Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na cidade de Guanambi, na última segunda-feira (02), uma atendente do comércio foi vítima de racismo em seu local de trabalho. O caso ganhou repercussão no município e o grupo Afromaleko se manifestou de forma veemente contra o racismo.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o mestre Elias Gomes, que está à frente do grupo e se apresenta como um dos representantes da cultura preta na cidade, lamentou o episódio e disse que é preciso agir com rigor diante de casos como esse para o combate ao racismo. “É lamentável! A palavra é agir. A gente acha que o racismo está longe, mas está cada vez mais perto da gente. Precisamos trabalhar a consciência de que somos todos a raça humana”, defendeu.

Gomes orientou que esses casos devem ser levados ao conhecimento das autoridades para que não fiquem impunes. “Se não tiver ação e punição a coisa não vai funcionar”, completou.

Ele ainda relatou que o Afromaleko trabalha diariamente incentivando o empoderamento da mulher preta, realizando uma atuação incansável contra o racismo. “Somos iguais, independente da cor e da raça. Somos seres humanos”, finalizou.

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