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Brasileiros não puderam assistir ao eclipse lunar que ocorreu nesta terça-feira Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta terça-feira (03), parte do mundo acompanhou um eclipse lunar total, fenômeno que deixa a Lua com um tom avermelhado intenso, conhecido como “Lua de sangue”.

O fenômeno ocorre quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural. Esse alinhamento só pode acontecer durante a fase de Lua cheia.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munareto, presidente da Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia (AABB), relatou que, no Brasil, o eclipse foi visto nas primeiras horas do dia, de forma parcial, como uma penumbra. “No momento em que a Lua entrou na sombra da Terra, que é quando começou o eclipse, o dia já tinha nascido e ela estava abaixo do horizonte. Então, no país, o fenômeno não foi visível”, explicou.

Na madrugada do dia 28 de agosto, Munareto informou que haverá novamente um eclipse lunar, desta vez o fenômeno não será total, mas será possível ser visualizado em todo Brasil. “Neste dia, o disco lunar vai passar parcialmente na umbra (sombra) da Terra”, afirmou.

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Astrônomos reverenciam o eclipse lunar com a deslumbrante lua de sangue na Bahia Foto: Divulgação/AAAB

Na madrugada desta sexta-feira (14), ocorreu o eclipse total da Lua, um espetáculo para aqueles que estiveram atentos ao céu noturno em toda Bahia. O fenômeno recebe o apelido de Lua de Sangue, já que o satélite adquire uma cor avermelhada ao ser encoberto pela sombra da Terra. Ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munaretto, que está à frente da Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia (AAAB), explicou que o eclipse lunar acontece quando há o alinhamento do sol, da terra e da lua. “A terra passa exatamente na frente da lua e a sombra da terra é projetada sobre a superfície da lua, escurecendo a mesma”, afirmou. Com relação ao fenômeno ser denominado “Lua de sangue”, Munaretto detalhou que no processo de a sombra da terra impedir a luz do sol de incidir diretamente na lua, a atmosfera acaba desviando algumas ondas de luz avermelhadas para o satélite. “A atmosfera dá uma filtrada na luz do sol, de maneira que predominam as ondas mais longas da luz. Essas são as ondas vermelhas. Nesse momento, a lua fica com aspecto avermelhado, cor de sangue”, acrescentou. Dependendo do local de onde o eclipse está sendo visto, a lua pode ficar castanho, marrom ou cobre. Os eclipses, normalmente, acontecem duas vezes por ano.

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