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Missão Artemis marca retorno histórico do homem à Lua, exalta astrônomos amadores da Bahia Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A missão Artemis II da Nasa enviou com sucesso quatro astronautas para uma volta ao redor do lado oculto da Lua e os trouxe de volta em segurança à Terra. A nave Orion teve um desempenho exemplar e as imagens captadas pelos astronautas encantaram toda uma nova geração.

A primeira viagem do homem à Lua ocorreu na década de 60, por meio da Missão Apolo 11.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munareto, presidente da AAAB (Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia), explicou que a viagem à Lua é algo muito complexo e que necessita de um alto investimento. Nesse lapso de tempo de mais de 60 anos, segundo Munareto, o homem se dedicou a outros objetivos espaciais, como a sua permanência no espaço em estações espaciais.

Com uma tecnologia renovada, ele relatou que o homem voltou a experimentar a órbita da Lua para, no futuro, pisar na superfície lunar. A ideia é validar a operação, conferir os sistemas e atestar a tecnologia atual para só então realizar a Missão Artemis III, que está prevista para meados do ano de 2027. Segundo Munareto, essa terceira missão consiste na emissão de um módulo lunar à lua. “A Artemis III vai fazer a validação do sistema de acoplagem desse módulo, mas não vai descer até a superfície da lua. Isso está previsto para a Missão Artemis IV, que deve acontecer em 2028”, detalhou

O processo, segundo salientou, precisa ser feito em etapas para garantir a segurança de todos os envolvidos. Trata-se de um momento extremamente importante, que será estudado nos livros de história de forma muito simbólica, com êxtase semelhante às primeiras navegações espaciais. “Estamos vivendo num estágio de comunicação nunca antes experimentado. A tendência é cada vez mais conquistarmos o espaço”, apontou.

Brasil
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Brasileiros não puderam assistir ao eclipse lunar que ocorreu nesta terça-feira Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta terça-feira (03), parte do mundo acompanhou um eclipse lunar total, fenômeno que deixa a Lua com um tom avermelhado intenso, conhecido como “Lua de sangue”.

O fenômeno ocorre quando a Terra se posiciona exatamente entre o Sol e a Lua, projetando sua sombra sobre o satélite natural. Esse alinhamento só pode acontecer durante a fase de Lua cheia.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munareto, presidente da Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia (AABB), relatou que, no Brasil, o eclipse foi visto nas primeiras horas do dia, de forma parcial, como uma penumbra. “No momento em que a Lua entrou na sombra da Terra, que é quando começou o eclipse, o dia já tinha nascido e ela estava abaixo do horizonte. Então, no país, o fenômeno não foi visível”, explicou.

Na madrugada do dia 28 de agosto, Munareto informou que haverá novamente um eclipse lunar, desta vez o fenômeno não será total, mas será possível ser visualizado em todo Brasil. “Neste dia, o disco lunar vai passar parcialmente na umbra (sombra) da Terra”, afirmou.

Bahia
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Astrônomos reverenciam o eclipse lunar com a deslumbrante lua de sangue na Bahia Foto: Divulgação/AAAB

Na madrugada desta sexta-feira (14), ocorreu o eclipse total da Lua, um espetáculo para aqueles que estiveram atentos ao céu noturno em toda Bahia. O fenômeno recebe o apelido de Lua de Sangue, já que o satélite adquire uma cor avermelhada ao ser encoberto pela sombra da Terra. Ao site Achei Sudoeste e ao programa Achei Sudoeste no Ar, Fernando Munaretto, que está à frente da Associação dos Astrônomos Amadores da Bahia (AAAB), explicou que o eclipse lunar acontece quando há o alinhamento do sol, da terra e da lua. “A terra passa exatamente na frente da lua e a sombra da terra é projetada sobre a superfície da lua, escurecendo a mesma”, afirmou. Com relação ao fenômeno ser denominado “Lua de sangue”, Munaretto detalhou que no processo de a sombra da terra impedir a luz do sol de incidir diretamente na lua, a atmosfera acaba desviando algumas ondas de luz avermelhadas para o satélite. “A atmosfera dá uma filtrada na luz do sol, de maneira que predominam as ondas mais longas da luz. Essas são as ondas vermelhas. Nesse momento, a lua fica com aspecto avermelhado, cor de sangue”, acrescentou. Dependendo do local de onde o eclipse está sendo visto, a lua pode ficar castanho, marrom ou cobre. Os eclipses, normalmente, acontecem duas vezes por ano.

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