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Aos 56 anos, ex-ministra de Lula é cotada para vaga no STF Foto: Lula Marques/Agência Brasil

A ex-ministra do Planejamento Simone Tebet (PSB-SP) é um dos nomes considerados para uma futura indicação ao Supremo Tribunal Federal (STF). Apoiadores já apresentaram a possibilidade ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), segundo a coluna de Mônica Bergamo, da Folha de S.Paulo, publicada no sábado (31).

De acordo com a publicação, aliados afirmam que Lula pretende escolher pelo menos uma mulher para o tribunal. Ainda não está definido, porém, qual vaga seria destinada a essa indicação. Daniela Teixeira, ministra do Superior Tribunal de Justiça (STJ), também é mencionada.

Além da cadeira deixada por Luís Roberto Barroso em outubro de 2025, estão previstas as aposentadorias de Luiz Fux, em abril de 2028, e de Cármen Lúcia, no ano seguinte.

Aos 56 anos, Tebet é mestre em Direito pela PUC-SP, lecionou em universidades e presidiu a Comissão de Constituição e Justiça do Senado. Após concorrer à Presidência em 2022, apoiou Lula no segundo turno e assumiu o Planejamento, onde ficou de janeiro de 2023 até março desse ano, quando disputou o Senado por São Paulo, mas não se elegeu.

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STF decide nesta terça sobre prisão preventiva de Aécio Neves Foto: Reprodução

O Supremo Tribunal Federal (STF) deverá julgar nesta terça-feira (20), a partir das 14h, um novo pedido de prisão apresentado pela Procuradoria Geral da República (PGR) contra o senador afastado Aécio Neves (PSDB-MG) . O pedido será analisado pela Primeira Turma da Corte, formada pelos ministros Marco Aurélio Mello (relator do caso), Alexandre de Moraes, Luís Roberto Barroso, Rosa Weber e Luiz Fux. Caso seja acolhido pela Corte, a Constituição prevê que o Senado se reúna para decidir se mantém ou não a prisão. De acordo com o G1, a carta constitucional determina que um senador só pode ser preso em flagrante se tiver cometido um crime inafiançável. De acordo com a PGR, o caso de Aécio se encaixa nessas previsões constitucionais. Mesmo assim, o tucano só pode ser levado à cadeia se ao menos 41 dos 81 senadores avalizar a eventual ordem de prisão da Suprema Corte. Se a Primeira Turma decidir prender o parlamentar, o processo deverá chegar ao Senado em 24 horas.

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