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Macaúbas
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Macaúbas tem orçamento previsto para 2027 de R$ 253,9 milhões e prioriza Educação e Saúde Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O prefeito de Macaúbas, Aloisio Miguel Rebonato, protocolou na Câmara Municipal o Projeto de Lei nº 254/2026, que estima a receita e fixa a despesa do município para o exercício financeiro de 2027. O montante previsto chega a R$ 253,99 milhões, representando um crescimento nominal de 6,8% em comparação aos R$ 237,64 milhões fixados para 2026. Descontada a projeção da inflação para o período, o ganho real estimado no orçamento municipal fica em torno de 1,78%. Segundo o Executivo, a proposta foi elaborada em conformidade com as diretrizes e regras da Lei de Responsabilidade Fiscal (LRF).

A distribuição dos recursos municipais mantém a Educação e a Saúde como as áreas prioritárias da gestão. A pasta da Educação receberá a maior parcela do orçamento, totalizando R$ 97,2 milhões — valor superior aos R$ 93,9 milhões destinados no ano anterior. Já a área da Saúde terá um incremento expressivo, passando de R$ 57,6 milhões em 2026 para R$ 69,4 milhões em 2027. Somadas, as duas secretarias concentram a maior parte dos investimentos da prefeitura.

Outras secretarias também contam com dotações significativas na proposta orçamentária enviada ao Legislativo. A pasta de Administração deve receber R$ 17,89 milhões, enquanto a de Urbanismo terá à disposição R$ 16,32 milhões, ultrapassando juntas a marca de R$ 34 milhões. Para o setor de Saneamento, a previsão é de pouco mais de R$ 10 milhões, e o setor de Transportes deve contar com R$ 9,5 milhões no próximo ano.

Com a consolidação das metas financeiras, a Secretaria de Educação desponta como o centro orçamentário da administração municipal, gerindo recursos que superam, isoladamente, os orçamentos globais de municípios vizinhos da região, como Caturama e Érico Cardoso. A aplicação efetiva das verbas agora depende do trâmite na Câmara de Vereadores, que analisará o texto, poderá propor emendas e julgará a solicitação do Poder Executivo para autorização prévia de até 80% de remanejamento flexível dos recursos ao longo do exercício.

Economia
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Governo federal projeta receita total de R$ 3,24 trilhões em 2026 Foto: Reprodução/Jornal O Globo

A equipe econômica estimou que as receitas totais do governo atingirão R$ 3,24 trilhões neste ano, o equivalente a 23,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

Para o próximo ano, a expectativa da área econômica, de acordo com a proposta de orçamento, é de pequena queda nas receitas totais para 23,4% do PIB (R$ 3,46 trilhões).

As informações constam na proposta de orçamento para o ano de 2027, encaminhada nesta semana ao Congresso Nacional, que projeta um superávit de R$ 18,6 bilhões nas contas públicas no próximo ano.

Se confirmado, o patamar de 23,7% do PIB será o novo recorde da série histórica da Secretaria do Tesouro Nacional, que tem início em 1997, ou seja, o maior patamar em 30 anos.

Economia
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Governo prevê aporte de R$ 6 bilhões nos Correios em 2027, afirma ministro Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O governo federal vai incluir um aporte direto de R$ 6 bilhões para os Correios na Proposta de Lei Orçamentária Anual (PLOA) de 2027. A informação foi confirmada pelo ministro do Planejamento, Bruno Moretti. O projeto com a previsão dos recursos do Tesouro Nacional será enviado ao Congresso Nacional nesta segunda-feira (31).

A medida busca socorrer a estatal, que enfrenta uma crise econômico-financeira sem precedentes e acumula prejuízos expressivos nos últimos três anos devido à queda na arrecadação e ao aumento de despesas. Apesar de confirmar a inclusão da verba no orçamento, o ministro não detalhou de que forma o repasse financeiro será operacionalizado.

A ajuda orçamentária se soma a outros movimentos recentes para tentar estabilizar as contas da empresa. No final do ano passado, os Correios fecharam um empréstimo de R$ 12 bilhões com cinco bancos privados para reforçar o caixa. A operação, válida até 2040, contou com aval e garantia do Tesouro Nacional — o que obriga a União a arcar com os pagamentos caso a estatal fique inadimplente.

Paralelamente ao crédito bilionário, a empresa tenta implementar um plano de reestruturação focado em corte de gastos. As medidas adotadas incluem um Programa de Demissão Voluntária (PDV), venda de imóveis ociosos, renegociação de contratos, redução da jornada de trabalho, alterações no plano de saúde dos funcionários, retorno ao trabalho presencial e a criação de um marketplace próprio.

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