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Justiça
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Alexandre de Moraes é desaprovado por 57% dos brasileiros; André Mendonça tem 50% de aprovação Foto: Alejandro Zambrana/STF

Pesquisa divulgada pelo PoderData/Aya nesta quinta-feira (17) revela que 57% dos brasileiros que afirmam conhecer o ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), desaprovam o seu trabalho na Corte. Por outro lado, o ministro André Mendonça alcançou 50% de aprovação entre os eleitores que declaram ter conhecimento sobre sua atuação. O levantamento mediu a percepção popular em relação aos dois magistrados e ao desempenho geral do tribunal.

De acordo com o estudo, Alexandre de Moraes é conhecido por 92% dos entrevistados — sendo que 63% afirmam conhecê-lo bem e 29% de ouvir falar —, enquanto apenas 33% aprovam sua conduta e 11% não souberam responder. Em relação a André Mendonça, 47% dizem conhecê-lo bem e 35% de ouvir falar. A desaprovação ao ministro indicado em 2021 ficou em 36%, com 14% de entrevistados indecisos.

O levantamento também avaliou a imagem institucional do Supremo Tribunal Federal como um todo. A avaliação negativa sobressaiu-se na consulta popular: 53% dos brasileiros desaprovam o trabalho realizado pelo STF, enquanto 30% aprovam a atuação do órgão e 17% não souberam opinar.

Realizada com recursos próprios e em parceria de divulgação com o Aya Bancah, a pesquisa ouviu 3.000 pessoas em 623 municípios espalhados pelas 27 unidades da Federação, entre os dias 13 e 16 de setembro de 2026. As entrevistas foram conduzidas por telefone fijo e celular. O levantamento conta com margem de erro de 1,8 ponto percentual, nível de confiança de 95% e está registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-00360/2026.

Brasil
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Datafolha: 76% dizem que ministros do STF têm poder demais Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil

Pesquisa Datafolha divulgada no sábado (12) mostra que 76% dos entrevistados consideram que os ministros do Supremo Tribunal Federal (STF) têm poder demais. Outros 18% discordam dessa afirmação, 3% não concordam nem discordam e 4% não souberam responder.

A pesquisa mediu também o impacto da crise que afeta o STF sobre a reputação do tribunal: 77% dizem concordar com a afirmação de que “as pessoas acreditam menos no STF agora do que no passado”.

Outros 16% discordam dessa afirmação; 3% não concordam nem discordam e 4% não sabem ou não responderam.

Em outra questão abordada pelo Datafolha, 71% afirmam concordar que o STF é essencial para proteger a democracia no Brasil. Outros 21% discordam e 3% não concordam nem discordam. Por fim, 5% não souberam responder.

A pesquisa foi encomendada pelo jornal Folha de S.Paulo e pela Globo. O Datafolha ouviu 2.002 pessoas de 16 anos ou mais entre os dias 8 e 10 de setembro. A margem de erro é de 2 pontos percentuais, para mais ou para menos, e o nível de confiança é de 95%. O número de registro no TSE é BR-01833/2026.

Bahia
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Real Time Big Data: Jerônimo Rodrigues é aprovado por 53% dos baianos Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Pesquisa realizada pelo instituto Real Time Big Data, divulgada nesta quarta-feira (09), indica que o governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), conta com a aprovação de 53% dos eleitores do estado. O levantamento aponta ainda que 45% dos entrevistados desaprovam a atuação do gestor petista, enquanto 2% não souberam ou preferiram não responder.

O estudo revela um contraste evidente entre o índice de aprovação pessoal do governador e a percepção detalhada sobre o desempenho de seu governo. Embora a maioria declare aprovar o trabalho de Jerônimo, a fatia de eleitores que avalia a administração como “ótima” ou “boa” é de 30%.

A maior parte do eleitorado baiano prefere situar o governo em uma posição intermediária: 41% dos entrevistados classificam a gestão como “regular”. Na outra ponta, o grupo que considera o trabalho “ruim” ou “péssimo” soma 28%, ao passo que 1% não soube ou não respondeu ao questionamento.

Registrado na Justiça Eleitoral sob o número BA-01568/2026, o levantamento ouviu 1.600 eleitores em diversas regiões do estado da Bahia entre os dias 4 e 8 de setembro de 2026. A pesquisa apresenta margem de erro de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos e nível de confiança de 95%.

Bahia
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Jerônimo Rodrigues tem 45% e ACM Neto, 44%, aponta Real Time Big Data Foto: Divulgação/Real Time Big Data

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparecem em situação de empate técnico tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado para o Governo da Bahia, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). No levantamento espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Jerônimo soma 20% das intenções de voto contra 19% de ACM Neto. O ex-governador e ministro Rui Costa foi lembrado por 1%, enquanto outros nomes somaram 2%. Brancos e nulos alcançam 9%. O maior grupo, no entanto, é o de indecisos: 49% dos eleitores afirmaram não saber ou não responderam em quem votar.

Na sondagem estimulada, na qual a lista de candidatos é apresentada, o equilíbrio entre os dois líderes permanece estrito. Jerônimo registra 45% das intenções de voto, e ACM Neto surge com 44%. Os pré-candidatos Ronaldo Mansur e Estevão somam 1% cada, mesmo percentual atingido pela soma de outros concorrentes. Nesse modelo, votos brancos e nulos correspondem a 5%, ao passo que 3% dos entrevistados se declararam indecisos.

A projeção de um eventual segundo turno mantém a configuração de igualdade dentro da margem de erro. Em um embate direto, Jerônimo Rodrigues contabiliza 46% da preferência do eleitorado baiano, enquanto ACM Neto alcança 45%. A fatia de eleitores que pretendem votar em branco ou anular a urna é de 5%, e os indecisos representam 4%.

No quesito rejeição, no qual os entrevistados podiam citar mais de um nome, ACM Neto lidera com 45%, seguido de perto por Jerônimo Rodrigues, que tem 43%. Entre os demais citados, Ronaldo Mansur tem 22%, Estevão atinge 16% e Ariel Capistrano registra 15%. Aroldo Félix e Maria Bona figuram com 13% de rejeição cada. Eleitores que disseram que poderiam votar em qualquer candidato somam 2%, mesmo índice dos que não souberam responder.

O levantamento do Real Time Big Data foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-01568/2026. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em diversas regiões do estado da Bahia entre os dias 4 e 8 de setembro. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança fixado em 95%.

Brasil
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65% dos brasileiros preferem não depender do governo, diz Datafolha Foto: Marcello Casal Jr/Agência Brasil

A grande maioria dos brasileiros prefere não depender do governo para garantir um futuro melhor, revela uma nova pesquisa do Datafolha. O levantamento mostra que 65% dos entrevistados acreditam que a vida melhora quando o sustento e os planos não ficam amarrados às ações do Estado. O dado joga luz sobre o desejo de autonomia da população e reflete a desconfiança histórica em relação à eficiência dos serviços públicos no país.

A pesquisa foi realizada entre 17 e 18 de junho, com 2.004 eleitores em 139 municípios de todas as regiões do país. A margem de erro é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um intervalo de confiança comum para esse tipo de amostragem.

Os resultados mostram uma mudança clara na percepção dos brasileiros em comparação com a edição anterior do mesmo levantamento, realizada em maio de 2022.

Naquele momento, 58% dos entrevistados diziam que depender menos do governo significava ter uma vida melhor, enquanto 38% preferiam contar com mais benefícios oferecidos pelo Estado.

Agora, o cenário de opinião pública se movimentou de forma mais acentuada. O percentual dos que defendem uma menor dependência do governo subiu para os atuais 65%, enquanto os que preferem uma atuação mais ampla do Estado caíram para 31%, consolidando o menor índice registrado na série histórica recente.

4% dos entrevistados não souberam ou preferiram não responder aos questionamentos.

A evolução do pensamento coletivo fica ainda mais evidente quando se observa a última década. Em 2013, quando a pergunta foi feita pela primeira vez pelo instituto, o país estava dividido: 47% afirmavam que depender menos do governo era o melhor caminho, e os outros 47% defendiam mais benefícios estatais.

O resultado atual marca o maior percentual já registrado pelo Datafolha entre os que preferem uma vida com menor dependência do Estado.

Brasil
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Eleições 2026: Paraná Pesquisas aponta empate técnico entre Lula e Flávio Bolsonaro Foto: Reprodução

Levantamento nacional divulgado pelo Instituto Paraná Pesquisas nesta sexta-feira (27) indica os cenários de intenção de voto para a eleição presidencial de 2026, além da avaliação sobre uma possível reeleição do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).

Na pesquisa espontânea, quando não são apresentados nomes aos entrevistados, Lula aparece com 26% das intenções de voto. Em seguida estão Flávio Bolsonaro (PL), com 14,8%, e Jair Bolsonaro (PL), com 5,8%. Outros nomes citados somam percentuais inferiores, enquanto 42,6% dos entrevistados afirmaram não saber ou não opinar.

No cenário estimulado principal, em que os candidatos são apresentados aos eleitores, Lula registra 39,6% das intenções de voto, seguido por Flávio Bolsonaro, com 35,3%. Ratinho Junior aparece com 7,6%, Romeu Zema com 3,8%, Renan Santos com 1,5% e Aldo Rebelo com 0,5%. Outros 6,7% declararam voto branco, nulo ou em nenhum candidato, enquanto 5% não souberam responder.

Em um segundo cenário estimulado, Lula alcança 40,5%, enquanto Flávio Bolsonaro registra 36,6%. Romeu Zema aparece com 4,3% e Ronaldo Caiado com 3,7%. O percentual de eleitores que afirmaram votar em branco, nulo ou em nenhum candidato foi de 7,8%, e 5,2% não souberam ou não opinaram.

A pesquisa também simulou cenários de segundo turno. Em eventual disputa entre Lula e Flávio Bolsonaro, o levantamento aponta 43,8% das intenções de voto para Lula e 44,4% para Flávio Bolsonaro, com 6,9% de votos brancos ou nulos e 5% de indecisos, cenário que indica empate técnico.

Quando questionados se o atual presidente merece ser reeleito, 52,2% dos entrevistados responderam que Lula não merece um novo mandato, enquanto 43,9% afirmaram que ele merece ser reeleito. Outros 3,9% disseram não saber ou preferiram não opinar.

A pesquisa está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o nº BR-07974/2026. De acordo com o estudo, realizado entre os dias 22 e 25 de fevereiro de 2026, foram entrevistados 2.080 eleitores em 159 municípios distribuídos pelos 26 estados e o Distrito Federal. O levantamento apresenta grau de confiança de 95% e margem de erro estimada de 2,2 pontos percentuais para os resultados gerais.

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