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Desemprego até maio cai para 5,6%, o menor já registrado no período Foto: Reprodução/Agência Brasil/TV Brasil

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em maio ficou em 5,6%. O resultado é o menor para o período em toda a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, iniciada em 2012.

A taxa representa também redução em relação ao trimestre móvel anterior (dezembro, janeiro e fevereiro), quando estava em 5,8%. Em 2025, o índice do trimestre encerrado em maio era 6,2%.

Os dados foram divulgados nesta sexta-feira (26) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

De acordo com o analista da pesquisa, William Kratochwill, atingir a mínima histórica para o período indica que “o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”.

O levantamento aponta que o país tinha 6,1 milhões de desocupados, patamar considerado estável em comparação ao trimestre móvel terminado em fevereiro (6,2 milhões) e diminuição de 9,3% em relação ao ano anterior, quando eram 6,7 milhões.

A população ocupada ficou em 102,7 milhões no trimestre terminado em maio, 0,5% acima do período terminado em fevereiro (mais 558 mil pessoas). As informações são da Agência Brasil.

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Bahia é o único estado do Brasil com mais de 1 milhão de analfabetos, aponta IBGE Foto: Shutterstock

A Bahia é o estado brasileiro com o maior contingente de pessoas que não sabem ler nem escrever. Dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua Educação 2025, divulgados na sexta-feira (19) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apontam que 1,1 milhão de baianos com 15 anos ou mais são analfabetos.

O número faz da Bahia a única unidade da federação a ultrapassar a marca de 1 milhão de pessoas nessa condição. O estado reúne sozinho 13,7% dos 8,384 milhões de analfabetos contabilizados em todo o Brasil. Na sequência aparecem Ceará, com 823 mil pessoas que não sabem ler e escrever, e Pernambuco, com 763 mil.

Os dados foram divulgados no mesmo levantamento que revelou uma redução histórica do analfabetismo no país. Em 2025, a taxa nacional caiu para 4,9%, o menor percentual já registrado pelo IBGE. Na Bahia, entretanto, o índice segue bem acima da média brasileira e alcança 9,5%, quase o dobro do observado no país.

O estudo também mostra que homens e mulheres estão representados de forma semelhante entre os analfabetos baianos. Do total registrado no estado, 588 mil são homens, o equivalente a 51,4%, enquanto 556 mil são mulheres, correspondendo a 48,6%.

A maior concentração de pessoas sem alfabetização está entre os idosos. Dos 1,1 milhão de analfabetos da Bahia, 718 mil têm 60 anos ou mais, faixa etária que responde por 62,7% do total. Nesse grupo, a taxa de analfabetismo chega a 28,5%, mais que o dobro da média nacional para a mesma idade, que é de 13,8%.

Na prática, os dados indicam que aproximadamente um em cada três idosos baianos não sabe ler nem escrever. O cenário reforça a desigualdade educacional acumulada ao longo das últimas décadas e evidencia o peso do analfabetismo entre as gerações mais velhas.

A distância entre os indicadores da Bahia e os do restante do país também aparece nas demais faixas etárias analisadas pelo IBGE. Entre as pessoas com 25 anos ou mais, a taxa de analfabetismo no estado é de 11,6%, enquanto a média nacional é de 5,8%. Já entre aqueles com 40 anos ou mais, o índice chega a 16,3% na Bahia, frente aos 8,3% registrados no Brasil.

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Desemprego sobe para 5,8% em fevereiro, mas é o menor para o trimestre Foto: Agência O Globo

A taxa de desemprego no trimestre encerrado em fevereiro atingiu 5,8%, valor acima do trimestre móvel terminado em novembro, quando era de 5,2%.

Apesar da alta no intervalo, o resultado é o menor para um trimestre encerrado em fevereiro desde 2012, quando começou a série histórica da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad) Contínua, e mostrou também recorde no salário do trabalhador. No mesmo trimestre de 2025, o índice era 6,8%.

No trimestre terminado em fevereiro, o Brasil tinha 102,1 milhões de pessoas ocupadas e 6,2 milhões à procura de trabalho. No trimestre de setembro a novembro de 2025 eram 5,6 milhões de brasileiros em busca de vagas.

Os dados foram divulgados na sexta-feira (27) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

No trimestre terminado em novembro, o número de ocupados era 874 mil a mais. De acordo com o instituto, o aumento da desocupação é explicado por perda de vagas nos segmentos de saúde, educação e construção.

A coordenadora de Pesquisas por Amostra de Domicílios do IBGE, Adriana Beringuy, atribuiu a redução ao comportamento sazonal, ou seja, típico da época do ano, principalmente nas áreas de educação e saúde. “Parte expressiva dos ocupados é provida por contratos temporários no setor público. Na transição de um ano para outro, há um processo de encerramento dos contratos vigentes, repercutindo no nível da ocupação dessa atividade”.

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