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Brasil
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Professora de Direito é morta a facadas por aluno dentro de faculdade Foto: Reprodução/Correio 24h

A professora de Direito Juliana Santiago morreu na sexta-feira (6) após ser esfaqueada por um estudante dentro de uma sala de aula do Centro Universitário Aparício Carvalho (Fimca), instituição privada localizada em Porto Velho (RO).

De acordo com o Correio 24h, a faculdade informou que o suspeito do ataque, identificado como João Junior, é aluno da própria instituição. Até o momento, a polícia não divulgou o que teria motivado o crime.

Registros feitos por pessoas que estavam no campus mostram o momento em que o agressor é imobilizado por pessoas presentes no local. Em seguida, ele foi detido em flagrante e encaminhado para a central de polícia.

A professora ainda foi vista com vida após o ataque, cercada por estudantes que tentavam ajudá-la. Ela chegou a ser socorrida e levada ao Hospital João Paulo II, mas não resistiu aos ferimentos.

Juliana Mattos de Lima Santiago dava aula de Direito Penal na faculdade. Além disso, ela também era escrivã da Polícia Civil de Rondônia.

Brumado
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Rondônia: Advogado de Brumado conquista decisão para registro de enfermeiras no Coren Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma ação ordinária, com pedido de tutela de urgência, foi protocolada na Justiça Federal de Rondônia pelo advogado brumadense Irenaldo Muniz da Silva. A ação foi ajuizada pelas enfermeiras Jhenifer de Souza Navarro, Leidenaura Barbosa da Silva, Rude Maistrovicz e Rute Andrade da Silva em face do Conselho Regional de Enfermagem do Estado de Rondônia (Coren-Ro), objetivando sua inscrição no órgão. As profissionais alegaram que, em 15/09/2021, colaram grau no curso de bacharelado em enfermagem pela Faculdade JK Recanto da Emas, credenciada junto ao Ministério da Educação (MEC) pela Portaria Ministerial nº 35/2016; de posse dos diplomas, requereram inscrição no conselho de classe, tendo o pedido sido indeferido, ao argumento de que a instituição de ensino pela qual aproveitaram créditos (Faculdade IESMIG) não detém autorização do MEC para oferta dos cursos de enfermagem na modalidade EaD. No entanto, na ação, consta que os diplomas das demandantes foram devidamente registrados por instituição delegatária do MEC e a faculdade emissora está devidamente autorizada, mostrando-se abusiva a negativa do conselho requerido. “Ora, conforme se infere dos documentos de IDs nº 1236713783, 1236739275, 1236759264 e 1236759291, os autores obtiveram diplomas de bacharéis em enfermagem pela Faculdade JK, tendo os diplomas sido devidamente registrados pela Universidade de Brasília, delegatária do Ministério da Educação, presumindo-se assim a regularidade da obtenção do grau, portanto”, sentenciou a juíza federal Maria da Penha Gomes Fontenele Meneses, deferindo o pedido liminar.

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