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Datafolha aponta empate em 50% dos votos válidos entre Flávio Bolsonaro e Lula no 2º turno Foto: Maria Isabel Oliveira/O Globo

Levantamento do instituto Datafolha divulgado nesta quinta-feira (22) mostra um cenário de empate na disputa pela Presidência da República para o segundo turno. No recorte de votos válidos — critério que exclui brancos, nulos e indecisos —, o senador Flávio Bolsonaro (PL) e o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registram 50% das intenções de voto cada. Na pesquisa anterior, publicada em 15 de outubro, o candidato do PL somava 51% dos votos válidos, enquanto o representante do PT aparecia com 49%.

Considerando os votos totais, que contabilizam todas as opções do eleitorado, Flávio Bolsonaro soma 47% das preferências, mesmo percentual registrado no levantamento de 15 de outubro. Lula aparece com 46%, após oscilar um ponto percentual para cima em relação aos 45% do estudo anterior. Os eleitores que declararam voto branco ou nulo representam 5% (eram 6%), enquanto 2% afirmaram estar indecisos, mantendo o índice da rodada prévia.

O levantamento também apurou a rejeição aos dois postulantes ao Palácio do Planalto. O percentual de entrevistados que afirmam não votar em Flávio Bolsonaro de forma alguma ficou em 46%, ante 44% no levantamento anterior. A rejeição a Lula registrou 45%, ante 46% na amostragem passada. Além disso, 3% disseram rejeitar ambos os candidatos e 6% declararam não rejeitar nenhum deles.

Em relação ao grau de convicção da escolha, 94% dos eleitores ouvidos responderam que estão totalmente decididos sobre o voto de domingo. Outros 6% relataram que ainda podem mudar de opinião até o dia da votação. A pesquisa consultou ainda a percepção sobre a perspectiva de resultado: 53% acreditam que Flávio Bolsonaro será o vencedor da disputa, ao passo que 39% projetam a vitória de Lula.

A pesquisa mediu a avaliação do desempenho do Governo Federal. A aprovação da gestão do presidente Lula ficou em 49%, ante 48% na medição anterior, enquanto a desaprovação foi de 48%, frente a 50% no estudo de 15 de outubro. No detalhamento das notas, 39% classificam o governo como ruim ou péssimo, 36% o consideram ótimo ou bom e 24% o avaliam como regular.

A pesquisa contratada pela TV Globo e pelo jornal Folha de S.Paulo entrevistou 2.520 pessoas presencialmente entre os dias 20 e 22 de outubro. A margem de erro máxima é de dois pontos percentuais, para mais ou para menos, dentro de um nível de confiança de 95%. O levantamento está registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-09709/2026.

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PoderData/Aya: Flávio Bolsonaro soma 51% e Lula registra 49% dos votos válidos a três dias do 2º turno Foto: Reprodução/Poder Data

A três dias do segundo turno da eleição presencial, a pesquisa PoderData/Aya divulgada nesta quinta-feira (22) aponta um cenário de empate técnico na corrida ao Planalto. Segundo o levantamento, o senador Flávio Bolsonaro (PL) soma 51% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) alcança 49%. Em relação à rodada anterior, as intenções de voto no candidato do PL oscilaram um ponto percentual para baixo, ao passo que as do petista avançaram na mesma proporção. Como a variação ocorreu dentro da margem de erro de 1,6 ponto percentual, ambos figuram tecnicamente empatados.

A movimentação positiva nas intenções de voto de Lula também refletiu no seu potencial de voto. O percentual de entrevistados que indicam o atual presidente como o "único em quem votariam" subiu quatro pontos percentuais em relação ao levantamento anterior, atingindo 46%. Por outro lado, 47% dos eleitores afirmam que não votariam no petista "de jeito nenhum". Em relação a Flávio Bolsonaro, a taxa de rejeição oscilou um ponto percentual para cima em três dias, passando de 44% para 45%.

O estudo também avaliou a expectativa de vitória do eleitorado, indicador relevante por estimular o engajamento na votação. Quando questionados sobre quem teria mais chances de vencer o pleito, 52% dos entrevistados apontaram Flávio Bolsonaro, contra 42% que apostam na vitória de Lula; outros 6% não souberam responder. Quanto à avaliação da atual gestão, 49% dos eleitores desaprovam o trabalho pessoal do presidente Lula e 46% aprovam. A desaprovação da administração federal como um todo fica em 50%, frente a 46% de aprovação.

Com a votação decisiva marcada para o próximo domingo (25), a grande maioria dos brasileiros já consolidou sua escolha: 94% declaram que a decisão é definitiva e não mudará até a urna. A convicção é de 97% entre os apoiadores de Flávio e de 94% entre os eleitores de Lula. Os 6% restantes representam a fatia de indecisos ou abertos a mudanças que os dois candidatos tentam atrair nesta reta final. Realizada pelo PoderData com recursos próprios e parceria de divulgação do Aya Bancah, a pesquisa ouviu 4.000 pessoas por telefone em 865 municípios entre 19 e 21 de outubro, possui nível de confiança de 95% e está registrada no TSE sob o nº BR-07926/2026.

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Flávio Bolsonaro tem 52% dos votos válidos e Lula, 48%, diz Real Time Big Data Foto: Reprodução/TV Bandeirantes

A seis dias do segundo turno das eleições, o senador Flávio Bolsonaro (PL) aparece com 52% dos votos válidos contra 48% do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), de acordo com pesquisa Real Time Big Data divulgada nesta terça-feira (20). Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, o resultado aponta um empate técnico no limite da margem.

Na pesquisa estimulada — na qual os nomes dos postulantes são apresentados ao eleitor —, Flávio registra 48% das intenções de voto, enquanto Lula soma 45%. Brancos e nulos contabilizam 5%, e 2% dos entrevistados não souberam ou não quiseram responder. No cenário espontâneo, o candidato do PL alcança 47% das menções, ante 44% do atual chefe do Executivo. Brancos e nulos somam 5%, e 4% declararam indecisão.O levantamento detalha variações nos recortes demográficos e socioeconômicos. No eleitorado masculino, Flávio Bolsonaro lidera com 52% contra 41% de Lula, abrindo uma vantagem de 11 pontos percentuais. Entre as mulheres, a situação se inverte: o candidato petista marca 49%, e o senador do PL, 45%.

Na divisão por renda, Lula registra 54% das intenções de voto na faixa de até dois salários mínimos, enquanto Flávio obtém 39%. Já no segmento com renda superior a cinco salários mínimos, o parlamentar atinge 61%, ante 33% do atual presidente.

A pesquisa também aferiu o índice de rejeição dos concorrentes. Lula é rejeitado por 35% dos eleitores, e Flávio Bolsonaro por 33%. Um grupo de 28% informou rejeitar ambos os candidatos, e 4% disseram não rejeitar nenhum.

O levantamento ouviu 2 mil eleitores em todo o país entre os dias 15 e 19 de outubro. A pesquisa possui nível de confiança de 95% e está registrada no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o número BR-02952/2026.

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Flávio Bolsonaro soma 46% e Lula tem 44% no 2º turno, aponta Quaest Foto: Reprodução/Metrópoles

A primeira pesquisa Quaest para o segundo turno das eleições presidenciais, divulgada nesta quarta-feira (14), aponta um cenário de disputa acirrada entre Flávio Bolsonaro (PL) e Luiz Inácio Lula da Silva (PT). O candidato do PL lidera com 46% das intenções de voto, enquanto o atual presidente registra 44%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois postulantes aparecem em situação de empate técnico. Encomendado pela Globo e pelo jornal O Globo, o estudo mostra ainda que 9% dos entrevistados pretendem votar em branco, nulo ou não ir às urnas, ao passo que 1% se declarou indeciso.

O levantamento também revela um alto grau de convicção por parte do eleitorado neste momento do pleito. De acordo com os dados apresentados, 91% dos entrevistados afirmam que a sua escolha de voto é definitiva, contra apenas 9% que admitiram a possibilidade de mudar de ideia até o dia da votação. No quesito rejeição, o equilíbrio persiste: Flávio Bolsonaro é recusado por 54% dos eleitores, enquanto Lula soma 53% de rejeição entre os entrevistados.

Na modalidade espontânea, quando os nomes dos concorrentes não são apresentados previamente, o panorama de igualdade se repete. Flávio Bolsonaro foi citado por 43% dos participantes, e Lula apareceu com 42% das lembranças. Nessa categoria, 8% declararam que votarão em branco, nulo ou que se abstendrão, e 7% afirmaram estar indecisos. A Quaest ouviu 2.154 eleitores de 16 anos ou mais entre os dias 10 e 13 de outubro. O levantamento possui nível de confiança de 95% e está devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BR-08729/2026.

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BTG/Nexus: Flávio Bolsonaro tem 52% contra 48% de Lula no 2º turno e rejeição ao PT cresce Fotos: Agência Brasil/Agência Senado

A primeira pesquisa BTG/Nexus referente ao segundo turno das eleições de 2026 aponta o senador Flávio Bolsonaro (PL) numericamente à frente na disputa pela Presidência da República, com 52% dos votos válidos, enquanto o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) registra 48%. Como a margem de erro do levantamento é de dois pontos percentuais para mais ou para menos, os dois candidatos encontram-se em situação de empate técnico no limite máximo do intervalo de tolerância.

Considerando os votos totais da pesquisa, o cenário mostra o candidato do PL com 48% das intenções de voto, acompanhado por Lula, que atinge 45%. O levantamento revelou ainda que os votos brancos e nulos somam 5% do eleitorado consultado, enquanto 2% dos entrevistados declararam que não sabem ou preferiram não responder sobre sua preferência nesta etapa decisiva do pleito.

A amostragem indica também um alto índice de consolidação da escolha entre os votantes brasileiros a poucas semanas da votação. Ao serem questionados sobre a firmeza da decisão, 92% dos eleitores afirmaram ter certeza absoluta de sua opção e declararam que não mudarão o voto até o dia da eleição, ao passo que apenas 7% admitiram a possibilidade de alterar a escolha do candidato.

Entre o contingente de 7% de eleitores propensos a mudar de opinião, 20% indicaram que migrariam seu apoio para o presidente Lula, enquanto 16% responderam que poderiam transferir o voto para Flávio Bolsonaro. Dentro desse mesmo grupo de indecisos e abertos a mudanças, a maioria expressiva de 52% afirmou que optaria pelo voto nulo ou em branco caso desistisse do nome atual, e 12% declararam não saber ou não responderam.

O levantamento também aponta mudanças relevantes nas taxas de rejeição desde a semana anterior ao primeiro turno até esta terça-feira (13). A rejeição aos dois postulantes fez caminhos opostos: a repulsa ao nome de Lula cresceu três pontos percentuais e atingiu 51%, ao passo que a rejeição a Flávio Bolsonaro recuou quatro pontos, caindo para 47%. No tocante ao potencial de voto absoluto, 43% dos entrevistados afirmam que o senador do PL é o único candidato em quem votariam, número que fica em 42% para o atual chefe do Executivo.

A análise estratificada do eleitorado mostra recortes marcantes por gênero entre os dois concorrentes. O presidente Lula enfrenta maior índice de rejeição entre o eleitorado masculino, grupo no qual 61% afirmam que não votariam nele de jeito nenhum, mas mantém boa aceitação com o público feminino, recebendo a preferência de 51% das mulheres como único candidato possível. Por outro lado, Flávio Bolsonaro registra sua maior rejeição entre as mulheres (56%), alcançando por sua vez seu maior potencial de voto junto aos homens, fatia em que soma 53% das intenções consolidadas.

Paralelamente ao cenário eleitoral, a percepção popular sobre a administração federal também apresenta desafios para a campanha do PT. A pesquisa revelou que 45% dos entrevistados desaprovam a gestão do governo Lula, frente a 34% que aprovam o terceiro mandato presidencial. Quando avaliado o desempenho pessoal do chefe de Estado, 50% afirmam desaprovar sua atuação no cargo, enquanto 45% dizem aprovar o trabalho realizado pelo líder petista.

A pesquisa BTG/Nexus ouviu 2.002 eleitores por telefone entre os dias 10 e 12 de outubro. O levantamento contratado pelo Banco BTG Pactual possui um nível de confiança de 95% e encontra-se devidamente registrado no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) sob o protocolo BR-07997/2026.

Bahia
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Jerônimo Rodrigues tem 45% e ACM Neto, 44%, aponta Real Time Big Data Foto: Divulgação/Real Time Big Data

O governador Jerônimo Rodrigues (PT) e o ex-prefeito de Salvador ACM Neto (União Brasil) aparecem em situação de empate técnico tanto no cenário espontâneo quanto no estimulado para o Governo da Bahia, segundo pesquisa do Instituto Real Time Big Data divulgada nesta quarta-feira (9). No levantamento espontâneo, quando os nomes não são apresentados aos entrevistados, Jerônimo soma 20% das intenções de voto contra 19% de ACM Neto. O ex-governador e ministro Rui Costa foi lembrado por 1%, enquanto outros nomes somaram 2%. Brancos e nulos alcançam 9%. O maior grupo, no entanto, é o de indecisos: 49% dos eleitores afirmaram não saber ou não responderam em quem votar.

Na sondagem estimulada, na qual a lista de candidatos é apresentada, o equilíbrio entre os dois líderes permanece estrito. Jerônimo registra 45% das intenções de voto, e ACM Neto surge com 44%. Os pré-candidatos Ronaldo Mansur e Estevão somam 1% cada, mesmo percentual atingido pela soma de outros concorrentes. Nesse modelo, votos brancos e nulos correspondem a 5%, ao passo que 3% dos entrevistados se declararam indecisos.

A projeção de um eventual segundo turno mantém a configuração de igualdade dentro da margem de erro. Em um embate direto, Jerônimo Rodrigues contabiliza 46% da preferência do eleitorado baiano, enquanto ACM Neto alcança 45%. A fatia de eleitores que pretendem votar em branco ou anular a urna é de 5%, e os indecisos representam 4%.

No quesito rejeição, no qual os entrevistados podiam citar mais de um nome, ACM Neto lidera com 45%, seguido de perto por Jerônimo Rodrigues, que tem 43%. Entre os demais citados, Ronaldo Mansur tem 22%, Estevão atinge 16% e Ariel Capistrano registra 15%. Aroldo Félix e Maria Bona figuram com 13% de rejeição cada. Eleitores que disseram que poderiam votar em qualquer candidato somam 2%, mesmo índice dos que não souberam responder.

O levantamento do Real Time Big Data foi registrado no Tribunal Superior Eleitoral sob o número BA-01568/2026. A pesquisa ouviu 1.600 eleitores em diversas regiões do estado da Bahia entre os dias 4 e 8 de setembro. A margem de erro é de 2,0 pontos percentuais para mais ou para menos, com um nível de confiança fixado em 95%.

Saúde
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Anvisa barra novos registros de canetas emagrecedoras Foto: Towfiqu barbhuiya/Unsplash

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) rejeitou, nesta segunda-feira (13), o registro de três novos medicamentos à base de semaglutida e liraglutida, substâncias populares no tratamento da obesidade e do diabetes tipo 2.

A decisão, publicada no Diário Oficial da União (DOU), representa um revés para as farmacêuticas Cipla e Dr. Reddy’s, que buscavam comercializar versões alternativas aos medicamentos de referência, como o Ozempic e o Wegovy. O veto atinge os produtos Plaobes e Lirahyp (liraglutida) e o Embeltah (semaglutida). Com a medida, a entrada de novos concorrentes no mercado brasileiro é adiada.

Os pedidos foram analisados sob o critério de "desenvolvimento abreviado". Esse modelo permite que empresas utilizem estudos de eficácia já realizados com o medicamento original para acelerar o processo. No entanto, a Anvisa ressaltou que a modalidade exige contrapartidas rigorosas de qualidade.

Diante deste cenário, a farmacêutica ainda precisa demonstrar, com dados próprios, que o produto tem qualidade, funciona como esperado e é seguro para os pacientes.   Ou seja, se essas comprovações não são consideradas suficientes, o pedido pode ser rejeitado.

Brumado
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'Baixa popularidade transfere rejeição a pretenso sucessor', afirma prefeito de Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

No podcast Interior Baiano, o prefeito da cidade de Brumado, Eduardo Lima Vasconcelos (Sem Partido), reconheceu que a sua gestão vive um momento de baixa popularidade devido ao engessamento da máquina pública provocado pela Câmara de Vereadores após alteração da Lei Orçamentária Anual (LOA). “A imagem da administração nunca esteve tão baixa. A avaliação da gestão hoje é péssima. Agora, vai explicar para o cidadão comum o que é LOA”, justificou. Para o prefeito, fizeram uma jogada de mestre diabólica para que o mesmo não tivesse qualquer possibilidade de fazer um sucessor. “Fizeram uma jogada de mestre diabólica. Estou apelando para a justiça, mandei para o Tribunal de Contas, espero que tenha alguma solução, mas já estamos em março. Isso compromete profundamente a possibilidade de eu fazer um sucessor. É lamentável! Fui derrotado mais uma vez, mas não quero estar no lugar deles”, declarou. Embora tenha um legado de 20 anos à frente do Município, Vasconcelos acredita que não conseguirá transferir votos para um possível sucessor diante do atual momento. “Tenho certeza que se eu fosse candidato não teria problemas, mas não posso ser mais e nem tenho idade pra isso. Tenho um legado e o reconhecimento do povo, mas você não transfere voto, você transfere rejeição e qualquer rejeição que eu tenha o meu sucessor vai pegar”, finalizou.

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