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SUS realiza mais de 7,5 milhões de cirurgias eletivas no primeiro semestre de 2026 Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Sistema Único de Saúde (SUS) superou a marca de 7,5 milhões de cirurgias eletivas realizadas no primeiro semestre de 2026. O volume representa um crescimento de 8% em relação ao mesmo período do ano anterior, totalizando 608 mil procedimentos a mais executados na rede pública de saúde em todo o país.

O avanço consolidou a tendência de alta observada nos últimos anos. De acordo com informações divulgadas pelo governo federal em nota oficial, o desempenho dá continuidade ao ritmo de expansão do sistema público, que encerrou o ano de 2025 com o total de 14,9 milhões de procedimentos eletivos concluídos.

A expansão no volume de atendimentos foi registrada em 20 estados brasileiros. O Distrito Federal liderou o crescimento com alta de 31%, seguido por Sergipe (25%), Paraíba (23%), Bahia (20%) e Ceará (20%). Também apresentaram índices expressivos de aumento os estados do Amapá (18%), Alagoas (15%), Piauí (15%), Roraima (14%), Minas Gerais (13%), Goiás (12%), Rio de Janeiro (11%) e Rio Grande do Sul (11%).

Grande parte desses procedimentos foi viabilizada pelas ações do programa "Agora Tem Especialistas", responsável direto por 2,92 milhões de cirurgias executadas entre janeiro e junho de 2026. A iniciativa governamental busca encurtar as filas de espera por procedimentos de média e alta complexidade mediante mutirões de atendimento, suporte de unidades móveis de saúde, compra de transporte sanitário e ampliação dos serviços de Telessaúde.

Diante dos resultados obtidos nos seis primeiros meses do ano, a projeção oficial do Ministério da Saúde é que o SUS encerre 2026 ultrapassando a marca de 15 milhões de cirurgias eletivas realizadas, superando o patamar registrado no ano passado.

Guanambi
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Hospital Geral de Guanambi realiza captação de múltiplos órgãos Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O Hospital Geral de Guanambi (HGG) registrou, neste sábado (21), um importante marco para o sistema de saúde da região com a realização de uma captação de múltiplos órgãos. A operação foi conduzida pela E-dot (Equipe de Doação de Órgãos e Tecidos para Transplantes) da unidade, em uma atuação conjunta com a Central de Transplantes da Bahia. O procedimento é considerado um dos mais complexos da medicina hospitalar e mobiliza uma vasta rede logística para garantir que os órgãos cheguem aos receptores em tempo hábil, transformando o luto em esperança para pacientes que aguardam na fila única do Sistema Único de Saúde (SUS).

O sucesso da intervenção dependeu do trabalho sincronizado de uma equipe multidisciplinar, composta por médicos, enfermeiros, assistentes sociais, fisioterapeutas e profissionais de apoio, como os serviços gerais. Cada etapa, desde a manutenção do potencial doador até a retirada cirúrgica e o transporte dos órgãos, exige rigor técnico e sensibilidade humanitária. A administração do hospital e a coordenação da Central de Transplantes destacaram o compromisso desses profissionais, cuja dedicação é o pilar fundamental para viabilizar o ato da doação em solo baiano.

Para além do esforço clínico, o gesto foi viabilizado pela decisão da família do doador. Mesmo atravessando o momento crítico da perda de um ente querido, os familiares optaram pela doação, demonstrando um ato de generosidade e solidariedade que impactará diretamente a vida de diversas pessoas. O reconhecimento público a essa nobreza de espírito reforça a importância de se discutir o tema da doação de órgãos em vida, permitindo que o desejo de ajudar o próximo seja respeitado e cumprido pelas instituições de saúde.

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Mpox: Ministério da Saúde coloca oito estados em alerta máximo para a doença Foto: Shutterstock

O crescimento recente de registros de Mpox no Brasil colocou as autoridades de saúde em estado de alerta. Diante do avanço das notificações, o Ministério da Saúde classificou a situação como de atenção máxima em oito unidades da federação: Santa Catarina, Paraná, Rio Grande do Sul, São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rondônia e Distrito Federal.

Segundo a pasta, equipes de vigilância epidemiológica intensificaram o acompanhamento da doença, sobretudo em grandes centros urbanos, com o objetivo de identificar rapidamente novos casos e evitar a formação de novas cadeias de transmissão. A rede pública de saúde segue preparada para atender pacientes com sintomas suspeitos, realizar exames laboratoriais e orientar o isolamento quando necessário.

Dados oficiais indicam que o país soma cerca de 90 casos confirmados da doença até o momento. Além disso, mais de 180 notificações ainda passam por análise das autoridades sanitárias.

O estado de São Paulo concentra a maior parte das ocorrências registradas até agora, seguido pelo Rio de Janeiro. Outros estados também passaram a integrar uma estratégia de vigilância reforçada nas últimas semanas, diante da preocupação com a circulação do vírus.

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