Tag

#ValeDoCapão

2 notícia(s) encontrada(s)
Chapada Diamantina
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Terreiro no Vale do Capão lança projeto gratuito para combater a intolerância religiosa Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Quem visita o Vale do Capão, na cidade de Palmeiras, na Chapada Diamantina, encontra um território conhecido por suas paisagens naturais, mas também construído pelas histórias, culturas e saberes das pessoas que vivem ali. É a partir desse lugar que o Nzo Nkongo Kadyambuka Junsara abre suas portas para uma programação que convida moradores, visitantes e interessados na cultura afro-brasileira a conhecer outras histórias que também ajudam a contar esse território.

O projeto “Nkongo - O Caçador que Retorna” acontece de outubro de 2026 a março de 2027 e reúne oficinas, rodas de conversa, capoeira, culinária, música, tranças, saberes sobre folhas e ervas, Libras, sarau e uma Feijoada Cultural. As atividades são gratuitas e acontecem, em sua maioria, no próprio terreiro, localizado na Rua Riacho do Ouro, no Vale do Capão, município de Palmeiras.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, nesta quinta-feira (15), Ayrã Nery, jovem nativo do Vale do Capão, explicou que a proposta do projeto é desmistificar a cultura local para a própria comunidade. “Os terreiros de candomblé sofrem muito preconceito e intolerância religiosa. Por isso, tivemos a boa ideia de criar oficinas para o território para as pessoas terem acesso ao nosso terreiro e entenderem o trabalho que a gente faz aqui”, destacou.

Nery disse que o objetivo da segunda edição do projeto é proporcionar um primeiro contato com o terreiro para que mais pessoas conheçam os saberes e as culturas afro-brasileiras e afro-indígenas.

Terreiro no Vale do Capão lança projeto gratuito para combater a intolerância religiosa Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A abertura da programação acontece com a Oficina Ritmos de Candomblé até o dia 17 de outubro, às 16h, no Nzo Nkongo Kadyambuka Junsara. Gratuita e com 20 vagas, a atividade abre uma agenda que segue até março de 2027. A programação completa, com datas e informações sobre cada atividade, pode ser consultada no Instagram do terreiro, @nkongokadyambukajunsara. O evento contará também com uma roda sobre folhas sagradas e usos medicinais.

Responsável pela produção geral do projeto, Alessandra Chiaradi informou que qualquer pessoa interessada poderá participar das oficinas gratuitas, basta ter boa vontade e coração aberto. Ela salientou que são conhecimentos que circulam entre gerações e encontram nas oficinas e rodas de conversa uma possibilidade de compartilhamento com novos públicos.

Inaugurado em abril de 2016, o Nzo Nkongo Kadyambuka Junsara é o primeiro terreiro de Candomblé Angola da Chapada Diamantina. Está localizado no Vale do Capão e desenvolve há uma década atividades religiosas e culturais junto à comunidade. Com o projeto “Nkongo - O Caçador que Retorna”, o terreiro reforça sua atuação como espaço de preservação, circulação e transmissão de conhecimentos e amplia o diálogo com quem vive e visita o território.

Bahia
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Festival Sonora Bahia 2026 abre inscrições para compositoras

As inscrições para o Festival Sonora Bahia 2026 - Festival Internacional de Compositoras estão abertas até o dia 31 de julho. Em sua décima edição, o projeto vai selecionar oito artistas baianas e seis suplentes para integrar a programação oficial, que acontece nos dias 4 e 5 de setembro, no Vale do Capão, e nos dias 17 e 18, na cidade de Ilhéus.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Ivy Farias, coordenadora do festival, destacou que, neste ano, o evento completará 10 anos de existência. Com o apoio da Secretaria Estadual de Cultura (Secult), o festival é promovido no formato itinerante.

Os interessados devem acessar o perfil @sonorabahia para obter o formulário online de inscrição. No endereço, também está disponível o edital com todas as informações relacionadas ao festival.

Farias destacou que as compositoras selecionadas terão um valor para apresentação do seu show autoral. Elas também participarão de atividades formativas presenciais em cada território. O evento promoverá oficinas, webinários, rodas de conversa e outras atividades voltadas à formação e ao fortalecimento da presença feminina na música.

Ivy afirmou que o Sonora é um palco importante para as compositoras baianas, visto que ainda há poucos espaços que privilegiam a composição na Bahia. A iniciativa incentiva tanto compositoras iniciantes quanto nomes mais experientes.

Embora não tenha caráter competitivo, o festival premiará as artistas selecionadas com uma ajuda de custo de R$ 700 para realização das apresentações, com duração entre 30 e 50 minutos.

Compartilhe
com nosso
Whatsapp

77 99968-1705

Mais Recentes

Mais Clicadas

Comentários

Arquivo

2026
2025
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013