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Brumado
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Brumado: 24º BPM promove palestra sobre violência doméstica na Escola Clarice Morais Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Na quinta-feira (31), o 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM) promoveu uma palestra educativa na Escola Municipal de Tempo Integral Clarice Morais, em Brumado. A ação, voltada para alunos do Fundamental II, abordou o tema da violência doméstica com o objetivo de conscientizar e prevenir a ocorrência de novos casos. Na oportunidade, os policiais dialogaram com os alunos sobre os sinais de violência no ambiente familiar, as consequências desse tipo de agressão e as formas de enfrentamento disponíveis. A proposta visa promover a construção de uma cultura de paz, empatia e respeito mútuo. O 24º BPM ressaltou que ações educativas como essa fazem parte do compromisso da corporação com a proteção da infância e da juventude, contribuindo para a formação cidadã das novas gerações.

Brumado
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Brumado: Conseg mobilizará campanha no combate à violência doméstica Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Neste ano de 2025, o Conselho Municipal de Segurança (Conseg) pretende ir até às escolas em Brumado para falar sobre a violência doméstica contra as mulheres. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a presidente do conselho, Carol Amorim, destacou que o objetivo é conversar com a base da sociedade, as crianças e adolescentes, a fim de combater a violência doméstica. Segundo Amorim, o projeto “O Conseg vai às escolas” tem a proposta de promover um diálogo com esses meninos e meninas acerca da importância da autonomia da mulher na sociedade e do respeito acima de tudo. “Essas crianças e adolescentes vão ser os adultos do futuro e eles poderão propagar tudo que obterem de conhecimento em suas casas. Queremos promover essa conscientização na base”, frisou.

Guanambi
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SPM chega a Guanambi para dar suporte a mulheres vítimas de violência doméstica Foto: Aluizio Sales/SPM

A Unidade Móvel da Secretaria das Mulheres do Estado (SPM) estará na cidade de Guanambi, nesta quinta-feira (20), para prestar atendimento a mulheres em situação de violência doméstica. Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Neia Bastos, Chefe de Gabinete da Secretaria de Políticas Públicas para Mulheres, destacou que a unidade é uma estratégia da SPM para fazer a escuta social e a mobilização dos municípios e, principalmente, atender mulheres em rodas de conversas e espaços integrativos. A ideia da iniciativa é garantir às mulheres a oportunidade de perceber que elas não estão sozinhas. A unidade móvel conta com uma equipe multidisciplinar, composta por psicólogos, assistentes sociais e advogados. Segundo Bastos, o Governo do Estado também convida os municípios por onde a unidade passa a participar da iniciativa com a sua própria equipe de profissionais para atendimento e atenção especial das vítimas. “No mês de março, essas ações têm se intensificado para chamar a atenção para os direitos das mulheres, sobretudo, para que elas tenham uma vida sem violência e com o máximo de respeito”, afirmou. A ação, segundo Bastos, se adapta à realidade de cada município, adotando as estratégias necessárias para atender a demanda local. Em Guanambi, o atendimento acontece na Praça Henrique Pereira Donato, de 9h às 17h. Na sexta-feira (21), de 9h às 17h, a unidade estará na sala 1, do Polo UAB/Ufba, para uma capacitação com a rede de atendimento à mulher.

Brasil
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Presidente do STF diz que país vive 'epidemia de violência doméstica' Foto: Rovena Rosa/Agência Brasil

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luís Roberto Barroso, disse nesta quarta-feira (12) que o Brasil vive uma “epidemia de violência doméstica”. A declaração de Barroso foi feita na abertura da sessão do Supremo. Em discurso em alusão ao Dia Internacional da Mulher, celebrado no último sábado (8), o ministro citou os números da violência contra a mulher no país e disse que eles precisam ser enfrentados. “Ainda temos uma epidemia de violência doméstica e de violência sexual contra as mulheres e precisamos enfrentar”, afirmou o ministro. Barroso também criticou o “machismo estrutural” na sociedade brasileira. “O machismo estrutural impõe às mulheres duas grandes dificuldades. Uma divisão sexual do trabalho e um teto de vidro. Uma sociedade em que as mulheres gastam por dia quase três horas a mais que os homens, porque a elas cabem as tarefas de cuidado da família, dos filhos e dos idosos, geralmente, um trabalho não remunerado. O teto de vidro se manifesta nas restrições invisíveis que se impõem às mulheres”, completou. Na terça-feira (11), o Conselho Nacional de Justiça (CNJ) informou que o número de casos de feminicídio julgados em quatro anos aumentou 225%. Conforme o levantamento, o crescimento apresentou a seguinte evolução de processos julgados: 2020 (3.375); 2021 (5.351); 2022 (6.989); 2023 (8.863) e 2024 (10.991). As informações são da Agência Brasil.

Brumado
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Em mês de aniversário da Lei Maria da Penha, Creas registra aumento de casos em Brumado Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Neste mês de agosto é aniversário da Lei Maria da Penha, criada com o objetivo de estipular punição adequada e coibir atos de violência doméstica contra a mulher. São 17 anos de história. Em Brumado, o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Chico Xavier registrou um aumento no número de atendimentos. Ao site Achei Sudoeste, a advogada Queila Pereira explicou que o Creas trabalha com a violência doméstica, física, moral, sexual, familiar, patrimonial e psicológica. As denúncias, em sua maior parte, são anônimas, visto que as mulheres têm medo de procurar o órgão diretamente. Hoje, o centro conta com uma equipe multiprofissional, composta por duas assistentes sociais, uma psicóloga, uma advogada, uma coordenadora e uma secretária. A psicóloga Maria Gracilane salientou que o atendimento é feito de forma psicossocial através de acolhimento e escuta. “Todo acompanhamento é feito de forma integral e todos os encaminhamentos necessários são feitos”, disse. Segundo a assistente social Maria do Alívio, o Creas apresenta um número alto de mulheres em situação de violência doméstica e os desafios no enfrentamento a esse cenário são muitos e diários. Apesar dos avanços, conforme pontuou, há ainda um número muito grande de reincidência e subnotificação. Diante desse contexto, a assistente considera que a Lei Maria da Penha é um instrumento representa um marco para maior proteção das vítimas. “Mesmo com todos os desafios, a Lei Maria da Penha é um marco histórico”, avaliou.

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