Osvaldo Borges do Nascimento, o Noga, está sendo procurado pela polícia. (Foto: Reprodução/TSE). O vereador Osvaldo Borges do Nascimento (PT), mas conhecido como Noga, da cidade de Rio do Pires, no sudoeste baiano, está sendo procurado pela polícia sob a acusação de agredir o policial militar Ricardo da Silva Rios e depois fugir com a arma da PM. De acordo com a ocorrência registrada na delegacia de Paramirim, o fato teria ocorrido por volta das 23h do último sábado (18), quando dois policiais, entre os quais o policial Ricardo, foram atender a uma solicitação na Praça da Igreja Matriz de Rio do Pires. Ao tentar imobilizar um dos homens envolvidos na confusão, o policial foi agredido pelo vereador com socos e chutes. Na briga, o PM atirou na perna de Maxwell de Azevedo Marques e Arnaldo Borges do Nascimento, também envolvidos na confusão. Segundo depoimento de Ricardo, o vereador tomou a sua arma e tentou atirar, mas não conseguiu, visto que o revólver estava travado. O soldado Dielton, que também estava na diligência, conseguiu reverter a situação e recuperou a arma do colega, escondendo-a na viatura. Mesmo assim, o vereador conseguiu reaver a arma e fez ameaças à polícia. Segundo informações obtidas pelo Brumado Notícias, os envolvidos tentaram atear fogo na viatura, mas a própria população local teria impedido. O policial Ricardo, além dos acusados Max Well e Arnaldo, foram socorridos e levados para o Hospital Municipal de Paramirim. O vereador fugiu do local carregando a arma da PM. A polícia está realizando diversas diligências na cidade e região na tentativa de prender o vereador e recuperar a arma.
1 Comentário
Ednaldo Cruz comentou em 20/05/2013 / 21:21
Está aí a prova de que uma Guarnição com dois homens, é insuficiente na maioria das vezes em que se necessita da intervenção da PM. Isso tem que ser revisto, tanto o PM quanto a população estão em risco, devido a fragilidade de um modelo de guarnição como esta do fato ocorrido. Acho até que estão esperando acontecer alguma tragédia para que se tomem uma medida enérgica e eficaz. Melhor seria, se algo fosse feito antes que a vida de alguém seja ceifada em função deste modelo de guarnição. Temos que entender que não estamos na Escócia.
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