Brumado

Presidentes de conselho e sindicato rural cobram liberação de recursos para produtores da região de Brumado

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Presidentes de conselho e sindicato rural cobram liberação de recursos para produtores da região de Brumado Foto: Lay Amorim/Brumado Notícias

O Governo Federal aprovou o recurso da agricultura familiar para 2015-2016 em mais de R$ 28 bilhões. O valor pareceu razoável aos olhos dos pequenos produtores rurais de todo o país, exceto para os ruralistas de Brumado, que vêm amargando um bloqueio dos agentes financeiros nos últimos anos. Gilberto Lima Dias, presidente do Conselho Municipal de Desenvolvimento Rural Sustentável, explicou em entrevista ao site Brumado Notícias que os agentes financeiros, principalmente o Banco do Brasil, alegam inadimplência dos produtores da região, que, além de Brumado, agrega ainda Aracatu e Malhada de Pedras. Segundo ele, as instituições financeiras apontam que as dívidas ultrapassaram o limite de R$ 20 mil, percentual estipulado pelo governo e, diante disso, o bloqueio vem se arrastando ao longo dos anos, deixando os pequenos produtores sem os incentivos do governo federal e afetando diretamente o desenvolvimento das lavouras na região. Gilberto denuncia falta de interesse dos bancos em resolver as pendências com os devedores. Segundo os pequenos produtores, eles contam apenas com a pequena quantia do seguro ou o garantia safra para se manterem. “Na propaganda do governo é muito bonito, mas não chega para nós. Passamos constantemente pela frustração de safra, mas temos a frustração maior de sermos assistidos apenas pelo seguro e as instituições financeiras não se esforçam em resolver o impasse com os produtores em estado irregular. Com isso, a lavoura de Brumado e sua microrregião estão totalmente comprometidas sem as verbas do governo, o que afeta diretamente não apenas a renda das famílias, mas também a economia das cidades”, disse o conselheiro, apoiado pelo presidente do Sindicato dos Produtores Rurais, Aroldo Meira. “Estamos buscando alternativas no intuito de conseguirmos sanar esse impasse, mas estamos nos esbarrando nas burocracias do sistema e na má vontade dos agentes financeiros, ressalto o Banco do Brasil, mas vamos conseguir dar a volta por cima”, garantiu o sindicalista.

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