Desde o dia 24 de março, os servidores da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) paralisaram as atividades, deflagrando greve geral em todo o estado. A decisão dos servidores foi tomada junto ao Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Área Agrícola da Bahia (SINTAGRI), que cobra do governo do estado o cumprimento de um acordo firmado em 2012, referente ao pagamento de dissídios coletivos de 1997, 1999 e 2003. Juntas, as dívidas somam cerca de R$ 308 milhões. Até o presente momento não há uma sinalização de acordo para o fim da greve. Com isso, o estado deixa de prestar assistência técnica para cerca de 400 mil cultivadores.
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Narração automática (IA)Os servidores da Empresa Baiana de Desenvolvimento Agrícola (EBDA) cruzaram os braços e deflagraram greve geral por tempo indeterminado. O movimento foi iniciado na última segunda-feira (24). O Sindicato dos Trabalhadores Públicos da Área Agrícola da Bahia (Sintagri), que representa a categoria, pede que o governo cumpra um acordo firmado em 2012, referente ao pagamento de dissídios coletivos de 1997, 1999 e 2003. Juntas, as dívidas somam cerca de R$ 308 milhões. Um representante do Sintagri em Brumado declarou que no município, além das reivindicações apresentadas em pauta, os servidores também cobram melhor estrutura do setor. O sindicato avaliou junto aos trabalhadores que falta manutenção e combustível para os veículos e modernização do escritório. Recentemente, o telefone da unidade foi cortado por falta de pagamento. A EBDA é responsável pela assistência técnica à economia rural e atende atualmente cerca de 400 mil cultivadores em todo o estado.