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Riacho de Santana
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VÍDEO: Estrada intransitável leva produtor a jogar fora 2 mil litros de leite em Riacho de Santana Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A precariedade das estradas vicinais voltou a causar prejuízos a produtores rurais na zona rural de Riacho de Santana. Segundo vídeo recebido pelo site Achei Sudoeste, na manhã desta segunda-feira (9), cerca de 2 mil litros de leite foram descartados por um produtor da comunidade de Riacho Seco, após o veículo responsável pela coleta não conseguir chegar até a propriedade devido às condições da estrada de terra.

O descarte foi feito pelo produtor Aparecido Neves Vieira, que registrou a situação em vídeo e divulgou nas redes sociais. Nas imagens, ele aparece abrindo o tanque de armazenamento e despejando o leite acumulado, que acabou sendo perdido por falta de transporte.

Segundo o produtor, o leite estava armazenado havia 11 dias, aguardando a passagem do caminhão responsável pela coleta. No entanto, a falta de condições de tráfego na estrada impossibilitou o acesso do veículo à comunidade.

Durante o vídeo, Aparecido demonstra indignação com a situação e afirma que a falta de manutenção das estradas tem prejudicado diretamente os trabalhadores da região. Ele também critica a ausência de representantes políticos no local.

De acordo com o produtor, o tanque não armazenava apenas a produção da sua propriedade, mas também leite de outros pequenos produtores da comunidade, que dependem da coleta para garantir renda e evitar desperdícios.

O caso evidencia um problema recorrente enfrentado por agricultores e pecuaristas da zona rural: a dificuldade para escoar a produção por causa das estradas vicinais sem manutenção adequada. Para quem depende da atividade leiteira, qualquer atraso na coleta pode significar prejuízo imediato.

Isso porque o leite in natura é altamente perecível e precisa ser recolhido dentro de prazos específicos para seguir para beneficiamento industrial. Quando o transporte não ocorre dentro do período adequado, o produto perde as condições de comercialização e precisa ser descartado, gerando perdas financeiras para os produtores.

A reportagem procurou a Prefeitura Municipal de Riacho de Santana, por meio da assessoria de comunicação, para comentar a situação das estradas na comunidade de Riacho Seco. Até o fechamento desta pauta, nenhuma nota havia sido enviada.

Barra da Estiva
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Estudantes de Barra da Estiva utilizam mamona para criar inseticida que combate pragas Foto: Divulgação/Secti

Segundo dados da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa), as perdas na produção agrícola por conta de pragas representam um prejuízo de mais de R$ 60 bilhões por ano. Para ajudar agricultores familiares no combate a essas pragas na cultura de alface, os estudantes Caíque Santos, Amanda Santos e Larissa Freitas, do Colégio Estadual de Tempo Integral Professora Ana Lúcia Aguiar Viana, de Barra da Estiva, na Chapada Diamantina, criaram um inseticida à base de mamona.

Os jovens cientistas contam que a ideia nasceu após diálogos com pequenos produtores. A professora orientadora Joseane Morais estimulou os alunos a buscar soluções para problemas enfrentados pela comunidade local. “Foi então que fizemos pesquisas e conversamos com moradores da região, que relataram dificuldades no controle de pragas, como formigas e lagartas, nas plantações de alface”, afirmou Caíque Santos.

Após a pesquisa de campo e a produção do inseticida, os estudantes realizaram testes controlados para verificar a eficácia do produto. Foram plantados pés de alface, dos quais 50% receberam inseticida e 50% não receberam. Ao final da análise, foi identificada uma melhor qualidade dos pés que receberam o inseticida. Eles apresentaram menor incidência de pragas e melhor desenvolvimento.

Destaque no Encontro Estudantil da Secretaria da Educação, o projeto entra em nova fase. O objetivo é trabalhar novas formas de utilização da mamona na agricultura familiar, contribuindo para práticas mais sustentáveis e de baixo custo.

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