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Guanambi
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Governo da Bahia autoriza R$ 18 milhões para CAPS Infantil e Centro de Reabilitação Foto: Kauê Souza/Achei Sudoeste

Em visita ao município de Guanambi nesta quarta-feira (13), o governador Jerônimo Rodrigues e a secretária estadual de saúde, Roberta Santana, anunciaram diversos investimentos para ampliar a rede assistencial de saúde na cidade.

Na oportunidade, o governador autorizou licitações para inúmeras obras estruturantes, entre as quais a construção de um Centro de Atenção Psicossocial (CAPS Infanto-Juvenil), destinado ao atendimento contínuo e acompanhamento de crianças e adolescentes com até 18 anos.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a secretária explicou que a ideia é dar atenção especial e singularizada aos problemas de saúde mental, como ansiedade e depressão, das crianças e adolescentes. “Todos os transtornos mentais poderão ser tratados dentro do CAPS Infanto-Juvenil. Foi um pedido do prefeito Nal Azevedo que o governador atendeu”, afirmou.

O Governo do Estado também autorizou a construção de um Centro de Reabilitação para tratamento de pessoas com necessidades especiais, físicas e intelectuais. O local contará com neuropediatra, fonoaudiólogo e vários outros especialistas.

Segundo Santana, esses dois equipamentos de saúde totalizam investimentos da ordem de R$ 18 milhões. O recurso foi viabilizado através de empréstimo aprovado pela Assembleia Legislativa da Bahia (AL-BA). “O governador tem buscado recursos para investimentos na saúde e a prova concreta disso é que Guanambi está sendo contemplado com R$ 18 milhões para atender a uma carência dessa região”, asseverou.

Macaúbas
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Grupo promoverá caminhada de conscientização e políticas públicas a fibromialgia em Macaúbas Foto: João de Jesus/Macaúbas FM

Neste sábado (09), um grupo de cerca de 50 pessoas com fibromialgia na cidade de Macaúbas irá realizar uma caminhada de conscientização em prol da condição, que causa dor em todo o corpo, principalmente nos músculos e tendões. A síndrome também provoca fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e de atenção, cansaço excessivo e depressão.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Lilian Souza, que faz parte do grupo, explicou que se trata de uma doença crônica, cujo diagnóstico ainda é difícil. “É uma doença do sistema nervoso central e que, mesmo fazendo ressonância, raio x ou ultrassom, não aparece nas imagens. Você pode dormir à noite toda, mas acorda no outro dia muito cansado. O corpo não absorve o descanso. Por isso, somos taxados de preguiçosos”, destacou.

Segundo Lilian, alguns estudos apontam que a fibromialgia pode estar relacionada a eventos traumáticos vividos na infância, seja de ordem emocional ou física. Os portadores possuem maior sensibilidade a baixas e altas temperaturas.

A concentração da caminhada acontecerá na Praça Dois de Julho, a partir de 7h, de onde os participantes seguirão até a Secretaria Municipal de Saúde. No local, uma palestra será ministrada com a presença de um psicólogo e um fisioterapeuta cedidos pelo Município. Souza esclareceu que os profissionais fazem parte do acompanhamento e tratamento dos portadores da doença, assim como o reumatologista. Este último especialista não é disponibilizado na rede pública de saúde do município, sendo esta uma das reivindicações apresentadas na caminhada.

O evento, organizado pelo grupo com recursos viabilizados através de rifas e doações, busca disseminar informações sobre a fibromialgia, alertando para os sintomas e a importância do diagnóstico precoce.

Saúde
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Busca por cannabis medicinal é intensificada por estresse, diz pesquisa Foto: Divulgação

A busca por cannabis medicinal no Brasil se intensificou entre homens e mulheres que lidam com estresse, principalmente no ambiente de trabalho. A pesquisa Blis Data 2026 apontou que pacientes recorreram ao medicamento por problemas relacionados diretamente à saúde mental.

De acordo com a CNN, os estudos foram realizados pela plataforma Blis, uma healthtech que faz o intermédio entre pacientes e médicos especializados em receitar cannabis medicinal.

O levantamento analisou 64.360 consultas médicas conectadas pela plataforma. Cerca de metade desse número buscou a cannabis em situações de protocolo de estresse. Desse número, 40,2% reúnem como motivos o controle da ansiedade, estresse e o Burnout.

Os dados também apontam que homens da faixa etária entre 26 e 45 anos formam o maior grupo que se encaixa nesses tipos de pacientes. A faixa etária representa 63% de todas as consultas e a idade média foi de 40,5 anos.

Existe, porém, um problema em comum que atinge tanto homens quanto mulheres: a falta de sono. O problema mais comum entre os dois gêneros teve relação com a ausência de sono de qualidade na rotina.

“Quando sinais como ansiedade, estresse e insônia aparecem com tanta frequência dentro dessa base, o dado deixa de ser apenas estatístico e passa a revelar padrões reais de sofrimento no dia a dia”, declarou Toninho Correa, CEO da plataforma Blis.

Correa ainda citou o estigma sobre o uso de cannabis medicinal no Brasil, mas que a planta está se tornando cada vez mais comum, principalmente em casos que afetam grande parte da população, como problemas de sono, ansiedade e estresse.

Saúde
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IBGE alerta para quadro preocupante na saúde mental de adolescentes Foto: Divulgação

Três em cada dez estudantes de 13 a 17 anos afirmaram que se sentem tristes sempre ou na maioria das vezes na Pesquisa Nacional de Saúde do Escolar (PeNSe), divulgada nesta quarta-feira (25) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Uma proporção semelhante também revelou que já teve vontade de se machucar de propósito.

O IBGE entrevistou 118.099 adolescentes que frequentavam 4.167 escolas públicas e privadas de todo o Brasil em 2024, e a amostra é considerada representativa do universo de estudantes do país.

O quadro preocupante sobre a saúde mental dessa população inclui ainda 42,9% dos alunos que responderam que se sentem “irritados, nervosos ou mal-humorados por qualquer coisa” e 18,5% que pensam sempre, ou na maioria das vezes, que “a vida não vale a pena ser vivida”.

Adolescentes e seus responsáveis ou quaisquer pessoas com pensamentos e sentimentos de querer acabar com a própria vida devem buscar acolhimento em sua rede de apoio, como familiares, amigos, educadores e também em serviços de saúde.

De acordo com o Ministério da Saúde, é muito importante conversar com alguém de confiança e não hesitar em pedir ajuda, inclusive para buscar serviços de saúde.

Chapada Diamantina
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Associação em Ibicoara consegue autorização para cultivar cannabis com fins medicinais Foto: Tati Oliveira

A Chapada Diamantina passa a integrar o mapa do cultivo legal de cannabis para fins terapêuticos na Bahia. A Associação Chapada Diamantina de Pacientes e Estudos da Medicina Canábica (ACDC), sediada em Ibicoara, conquistou na Justiça o direito de plantar e produzir medicamentos à base da substância para uso medicinal.

A decisão foi proferida pelo Tribunal de Justiça da Bahia (TJ-BA) e garante segurança jurídica à entidade para realizar cultivo, manejo, produção, logística e pesquisas relacionadas ao tratamento com a cannabis. Segundo a associação, o trabalho já vinha sendo desenvolvido desde 2020, mas agora passa a contar com respaldo formal do Judiciário.

Com a decisão, a Justiça reconhece que o cultivo com prescrição médica e finalidade terapêutica não fere a saúde pública, mas contribui para assegurar o direito fundamental à vida.

A autorização deve ampliar o acesso ao tratamento para pacientes com diferentes condições, como epilepsia, autismo, dores crônicas, fibromialgia, Alzheimer e ansiedade. As informações são do Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste.

Saúde
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46% das crianças mostram ansiedade ligada ao uso de telas, aponta pesquisa Foto: Tetra Images/Getty Images

Quase metade das crianças brasileiras demonstra algum nível de ansiedade, irritabilidade ou inquietação associado ao uso de telas. O dado faz parte de uma pesquisa inédita do Projeto Brief sobre adultização e uso precoce das redes sociais no país.

O estudo ouviu 1.800 pais sobre o apoio à regulamentação das redes para assegurar um ambiente digital seguro para crianças e adolescentes. O estudo revela um cenário crescente de preocupação entre as famílias: 46% das crianças apresentam comportamentos negativos relacionados ao tempo diante de celulares, tablets, computadores e televisores.

Segundo o levantamento, a ansiedade é o sintoma mais frequente, citado por 27% dos responsáveis. Outros efeitos destacados são irritabilidade (25%), dificuldade de concentração (23%) e alterações no sono (20%). Entre os cuidadores entrevistados, 70% afirmam que gostariam de reduzir o tempo de tela dos filhos, mas têm dificuldade em ajustar a rotina, especialmente diante da sobrecarga de trabalho, da falta de espaços de lazer e do apelo constante das plataformas digitais.

A pesquisa também aponta que 60% das crianças utilizam telas para entretenimento entre uma e três horas por dia. Ou seja, acima do recomendado por especialistas em desenvolvimento infantil. Para crianças com menos de até 5 anos, a Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP) orienta um uso bastante restrito e sempre supervisionado; mesmo assim, entre os entrevistados, 30% das crianças nessa faixa etária passam mais de duas horas diárias conectadas.

O impacto no comportamento preocupa. Responsáveis relatam que, ao retirar o acesso digital, 44% das crianças apresentam resistência intensa, como choro, frustração exagerada ou reações agressivas. O estudo ainda mostra que 52% das famílias percebem piora na convivência doméstica quando o uso de telas aumenta, principalmente em períodos sem escola ou feriados prolongados.

Para especialistas ouvidos pelo levantamento, o excesso de tempo online afeta habilidades essenciais do desenvolvimento, como interação social, autorregulação emocional e brincadeira livre — etapa considerada fundamental na primeira infância. Eles alertam para a necessidade de que a mediação adulta seja ativa, com regras claras, diálogo e estímulo a atividades fora do ambiente digital.

A pesquisa também investigou a percepção dos adultos sobre a própria relação com as telas. Mais da metade (56%) admite que o próprio uso de celular interfere no tempo de qualidade com os filhos, criando um ciclo em que adultos e crianças reproduzem comportamentos semelhantes.

Os dados reforçam um debate urgente: como equilibrar tecnologia e infância em um país onde a conectividade é parte central da vida cotidiana? Para os especialistas, o ponto não é proibir o acesso, mas construir hábitos saudáveis que priorizem o brincar, o descanso, a convivência e a segurança emocional.

Bahia
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Bahia foi estado do Nordeste com mais afastamentos por ansiedade e depressão Foto: Reprodução/UFMG

Reconhecida como um transtorno mental, a ansiedade provocou 4.517 afastamentos do mercado de trabalho da Bahia ao longo de 2024. Já a depressão foi o motivo de 3.313 licenças concedidas pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) no mesmo período. Os números são os maiores registrados em todo o Nordeste brasileiro e ocupam a oitava posição no levantamento nacional. As informações são do Ministério da Previdência, obtidas com exclusividade pelo G1. Em reportagem especial publicada nesta segunda-feira (10), o portal mostra que o país registrou 472.328 licenças médicas por esses e outros transtornos mentais. É o maior índice desde 2014, com um aumento de 68%, o que confirma o status de crise de saúde mental enfrentado no Brasil.

Brasil
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'Ansiedade' é a eleita a palavra do ano no Brasil em 2024 Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Uma pesquisa realizada pela CAUSE, em parceria com o Instituto de Pesquisa IDEIA e PiniOn aponta que a palavra do ano de 2024, segundo a maioria dos brasileiros, é “ansiedade”. O termo desbancou outras palavras como “resiliência” e “inteligência artificial”. A escolha da palavra do ano passou por um processo de duas etapas. Primeiro, um grupo de especialistas em comunicação e ciências sociais definiu cinco palavras que capturam as dinâmicas e preocupações do ano. Em seguida, as palavras foram submetidas a uma pesquisa quantitativa com amostra representativa da população, a partir de dados do Censo 2022 do IBGE, que consultou 1.538 brasileiros de todas as regiões do país. O termo liderou o levantamento com 22% das menções, seguido por “resiliência” (21%), “inteligência artificial” (20%), “incerteza” (20%) e “extremismo (4%). As informações são do Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste.

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