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Parte de teto de igreja tombada pelo Iphan desaba em Cachoeira Foto: Defesa Civil de Cachoeira

Parte do teto da Igreja São João de Deus, em Cachoeira, cidade do recôncavo baiano, desabou no domingo (23). Segundo a Defesa Civil do município, ninguém ficou ferido. As informações são do G1. De acordo com o Pedro Erivaldo, coordenador da Defesa Civil de Cachoeira, uma vistoria foi feita no local na manhã desta segunda-feira (24) e o órgão solicitou uma nova inspeção do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). O templo religioso, que é tombado pelo Iphan, estava fechado para visitação há seis meses por causa das condições do teto, segundo informações do diácono Alan Bacelar, um dos responsáveis pela paróquia. O diácono informou ainda que a há seis meses, quando fechou a igreja, a Paróquia Nossa Senhora do Rosário de Cachoeira sugeriu à Santa Casa da Misericórdia a interdição do local. Este mesmo comunicado foi encaminhado para o Iphan e à Cúria Diocesana.

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Cachoeira vira capital da Bahia por um dia e dá pontapé da programação para o 2 de Julho Foto: Eric Luis Carvalho/G1

Como manda a tradição há quase duas décadas, o município de Cachoeira, no recôncavo, assume o posto de capital do estado nesta terça-feira (25). De acordo com o G1, a medida é lei desde 2007 e reconhece a importância da cidade, conhecida como “heroica”, na luta pela independência do Brasil na Bahia. A transferência simbólica da sede do governo também dá início aos festejos do 2 de Julho, feriado estadual que celebra o fim das batalhas que resultou na expulsão dos portugueses do território baiano, naquela data, no ano de 1823. Em 25 de junho de 1822, a população local concordou em proclamar Dom Pedro de Alcântara como regente constitucional e defensor perpétuo do Brasil. Os cachoeiranos defendiam a formação de um governo composto por brasileiros, o que não foi aceito pelos lusitanos, que buscavam a manutenção da dominação colonial. A partir disso, houve a primeira batalha entre os grupos e após três dias, em 28 de junho, os baianos tomaram uma embarcação portuguesa atracada às margens do Rio Paraguaçu. Foi a primeira vitória da população local contra o domínio português. As lutas persistiram por meses, chegando até Salvador, onde foi travada a batalha final, em de 2 de julho de 1823 - mesmo depois do 7 de setembro de 1822, conhecido como Dia da Independência do Brasil. Com a vitória do povo baiano, foi marcada, de forma definitiva a expulsão da Coroa Portuguesa do Brasil, 201 anos atrás.

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Casarão tombado pelo Iphan desaba na cidade de Cachoeira Foto: Reprodução/G1

O casarão que abrigou o Hotel Colombo, em Cachoeira, no recôncavo da Bahia, desabou neste domingo (18) e atingiu carros que estavam perto do imóvel. Ainda não há informações sobre feridos. De acordo com o G1, destroços ficaram espalhados pela rua, próxima a Praça 25 de Junho, local de importância histórica, porque serviu de ponto de encontro para as lutas pela Independência do Brasil na Bahia. Parte do imóvel, que é tombado pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan), já havia caído em 2019. Na época, o Iphan informou que o imóvel estava em estado precário e sem telhados há algum tempo. Por meio de nota, a prefeitura de Cachoeira destacou que os proprietários foram notificados repetidas vezes sobre os riscos de desabamento, porém as advertências não foram atendidas. Ainda na nota, a gestão municipal informou que tomou todas as medidas necessárias, acionando os órgãos competentes como Coelba, Defesa Civil, Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), entre outros.

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São João 2022: Processo estadual é aberto para tornar o forró patrimônio imaterial da Bahia Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A menos de uma semana do São João, uma sessão extraordinária em Cachoeira, no recôncavo baiano, marcou a abertura inédita de um processo estadual para tornar o forró patrimônio imaterial da Bahia. O evento reuniu autoridades da Cultura e também forrozeiros nesta sexta-feira (17). De acordo com o G1, a Câmara de Patrimônio Histórico, Artístico, Arqueológico e Natural vai decidir sobre o tombamento de bens imateriais ou registro de bens imateriais. Antes é necessário que o Instituto do Patrimônio Artístico e Cultural do Estado da Bahia (IPAC) faça um estudo aprofundado do tema, como manda a lei. Depois um dossiê é encaminhado para a Câmara, que dar a palavra final. O processo pode levar até dois anos. “Nossa história cantada em verso, prosa, notas, toques, no xaxado, no xote, no baião e na tradição. Então não tem como não dar certo, porque é isso que fez a gente chegar até aqui”, disse o presidente da Câmara, Tatá Ricardo Tavares. Desde o ano passado que o forró é reconhecido nacionalmente como patrimônio material da cultura brasileira pelo Instituto de Patrimônio Histórico e Artístico (Iphan). O Fórum de Forró Raiz da Bahia, entidade que reúne músicos fiéis às tradições, acha que o reconhecimento estadual será importante para preservação regional de pé de serra. Forrozeiros com muito tempo de carreira como Gereba e Trio Nordestino também estão empenhados para fazer do forró patrimônio imaterial da Bahia.

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