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Ilhéus: Professor é denunciado por agredir criança de 8 anos com cipó de goiabeira Foto: Reprodução/G1

Um professor da rede municipal foi denunciado por agredir uma criança de 8 anos com um cipó de goiabeira, em Ilhéus, no sul da Bahia. De acordo com o relato da mãe à Polícia Civil, o filho teria chamado o investigado de “bunda mole” e “corno”.

A TV Bahia entrou em contato com a Prefeitura de Ilhéus, que informou que o professor é vizinho da criança e o caso teria ocorrido fora das dependências da unidade escolar e sem relação com atividades escolares.

Segundo a mãe, a criança estava na rua brincando, perto de casa, na sexta-feira (25), quando foi abordada pelo homem, que teria dito que o menino o havia ofendido. A mulher contou que chamou a criança para dentro de casa e a repreendeu verbalmente.

Ainda segundo a mãe, depois que o menino voltou para a rua, o homem teria retirado um cipó de uma goiabeira, corrido atrás da criança e a agredido em várias partes do corpo.

A família relatou que o menino ficou com marcas no queixo, peito e costas. Imagens recebidas pela produção da TV Bahia mostram marcas vermelhas espalhadas pelo corpo da criança.

A denúncia foi registrada pela família no domingo (27) e o menino passou por exame de corpo de delito no Departamento de Polícia Técnica (DPT). O caso também foi levado ao Conselho Tutelar, Ministério Público e outras autoridades.

A 1ª Delegacia Territorial (DT) de Ilhéus informou que investiga a denúncia de lesão corporal contra a criança de 8 anos. Segundo a Polícia Civil, foram expedidas guias para exames e testemunhas são ouvidas para esclarecer a ocorrência.

Carinhanha
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Exame afasta suspeita de abuso em recém-nascida de 7 dias em Carinhanha Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma investigação médica conduzida no Hospital Geral de Guanambi (HGG) descartou a ocorrência de violência sexual contra uma recém-nascida de apenas sete dias de vida. A criança, que mora no município vizinho de Carinhanha, havia sido transferida sob suspeita de abuso levantada durante um primeiro atendimento de emergência.

A suspeita inicial surgiu na noite da última quinta-feira (3), quando a bebê deu entrada no Hospital Municipal Maria Pereira Costa, em Carinhanha. Diante do quadro e do alerta da equipe de plantão, o protocolo de proteção foi acionado e a recém-nascida acabou transferida para a unidade de referência em Guanambi, onde passou por exames detalhados no início da madrugada de sexta-feira (4).

O laudo médico emitido no HGG apontou que a menina deu entrada sem qualquer sinal de dor ou irritabilidade. A avaliação clínica detalhada concluiu que a recém-nascida não apresentava lacerações nem qualquer outro trauma físico que pudesse sustentar a tese de violência física ou abuso sexual. Especialistas apontam que marcas e sensibilidades na pele de bebês com poucos dias de vida podem ser decorrentes do próprio processo do parto.

A mãe da criança informou que solicitou o acompanhamento do Departamento de Polícia Técnica (DPT) para a emissão de um laudo pericial definitivo sobre a condição da filha. Além disso, ela fez um apelo público pelo fim dos ataques, ameaças e tentativas de agressão física direcionadas ao seu companheiro, que passou a ser alvo de acusações precipitadas na cidade logo após a divulgação do caso. A família aguarda o encerramento dos trâmites legais para restabelecer a rotina.

Guanambi
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Menina de 13 anos é encontrada sem os pais na companhia de dois homens em Guanambi Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma menina de 13 anos foi localizada por agentes do Conselho Tutelar e da Polícia Militar na tarde desta sexta-feira (21), no Residencial dos Pássaros, em Guanambi. A jovem estava no interior de um imóvel na companhia de dois homens, sem a autorização ou a presença de seus responsáveis legais.

A ação foi conduzida por uma guarnição do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM), que prestou apoio operacional às conselheiras tutelares durante a intervenção. A operação teve como objetivo garantir a proteção integral da menor e aplicar as medidas cabíveis previstas pelo Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA).

Após os procedimentos no local, a adolescente foi recolhida pela equipe do Conselho Tutelar e entregue em segurança à sua mãe, que foi notificada sobre o ocorrido. Todos os envolvidos receberam as devidas orientações jurídicas e o caso foi formalmente repassado aos órgãos competentes para a apuração dos fatos e tomada das providências legais.

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