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Macaúbas
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Gasolina mais cara em Macaúbas pode gerar custo adicional de R$ 8,4 milhões por ano Foto: Erasmo Oliveira

De acordo com levantamento realizado pelo leitor do site Achei Sudoeste, Erasmo Oliveira, motoristas do município de Macaúbas têm observado diferenças significativas no preço da gasolina em comparação com cidades vizinhas da região sudoeste da Bahia. Em alguns casos, a variação pode ultrapassar R$ 1 por litro, especialmente quando comparados os valores praticados no município com os registrados em Botuporã.

Enquanto em Botuporã o combustível costuma ser comercializado por preços mais baixos, em Macaúbas os valores frequentemente aparecem entre os mais altos da região. A diferença tem sido percebida por motoristas que circulam entre as duas cidades e também por moradores que acompanham os preços praticados nos postos locais.

Outro ponto que chama atenção dos consumidores é a semelhança de valores entre os postos de combustíveis dentro da própria cidade. Na prática, isso reduz as possibilidades de o motorista encontrar preços mais competitivos dentro do município.

A localização geográfica de Macaúbas também contribui para o cenário. O município está a mais de 30 quilômetros da cidade vizinha mais próxima, o que torna pouco viável para muitos moradores se deslocarem até outro município apenas para abastecer. Com isso, a maior parte da população acaba dependendo exclusivamente dos preços praticados no comércio local.

Uma estimativa baseada em dados públicos ajuda a dimensionar o impacto econômico que essa diferença pode representar para a população. Informações do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística e registros do Departamento Estadual de Trânsito da Bahia indicam que a frota de veículos de Macaúbas supera 16 mil unidades. Desse total, mais de 14 mil correspondem a automóveis, caminhonetas, motocicletas e motonetas.

Para efeito de cálculo conservador, considerando apenas 7 mil automóveis — e excluindo as motocicletas, que também utilizam gasolina — é possível estimar o volume de combustível consumido no município. Supondo que cada veículo consuma, em média, cerca de 100 litros de gasolina por mês, o equivalente aproximado a dois tanques, o consumo mensal chegaria a cerca de 700 mil litros.

Caso a diferença média de preço seja de R$ 1 por litro em relação a cidades vizinhas, os consumidores locais poderiam estar pagando aproximadamente R$ 700 mil a mais por mês pelo combustível.

Em um período de um ano, esse valor pode ultrapassar R$ 8,4 milhões pagos a mais pela população apenas pela diferença de preços.

O cálculo não inclui o consumo das motocicletas, que representam uma parcela significativa da frota do município, o que indica que o impacto econômico real pode ser ainda maior. A situação tem gerado questionamentos entre moradores e motoristas, que apontam a necessidade de maior concorrência e transparência na formação dos preços dos combustíveis em cidades do interior, onde as alternativas de abastecimento são limitadas pela distância entre os municípios.

Bahia
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Procon-BA notifica Acelen para explicar aumento na gasolina e política de preços Foto: Divulgação/Acelen

A Superintendência de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon) notificou a Acelen, empresa responsável pela administração da Refinaria de Mataripe, antiga Landulpho Alves, para prestar esclarecimentos sobre a política de preços dos combustíveis praticada nos últimos 30 dias na Bahia.

A medida foi adotada após o aumento no preço da gasolina registrado no estado. O litro do combustível ficou mais caro e o reajuste já foi repassado aos motoristas baianos na terça-feira (10). De acordo com o Bahia Notícias, parceiro do Achei Sudoeste, essa foi a segunda alta registrada em um intervalo de cinco dias.

Além de apresentar justificativas econômicas relacionadas ao impacto da alta internacional do petróleo no mercado nacional, o Procon-BA solicitou que a refinaria encaminhe documentos que comprovem os custos de aquisição e os critérios utilizados na formação dos preços.

Na notificação, o órgão exige que a empresa apresente, no prazo de cinco dias, informações detalhadas sobre os reajustes aplicados à gasolina comum, gasolina aditivada, diesel comum, diesel S-10 e etanol.

Bahia
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Com combustíveis privatizados, baianos já estão pagando mais caro que o resto do país Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em outros estados, onde a Petrobras vende combustíveis diretamente, os preços dos combustíveis permanecem praticamente estáveis desde o início do ano. Essa diferença tem provocado distorções no mercado nacional e reduz a competitividade da Bahia.

O cenário também preocupa pelo impacto na arrecadação estadual. Os combustíveis estão entre as principais fontes de receita da Bahia, com destaque para o diesel. Além disso, custos mais altos com combustível acabam sendo repassados ao longo da cadeia produtiva, pressionando preços de transporte, alimentos e outros produtos. A redução nas vendas também pode afetar a sustentabilidade econômica dos postos de combustíveis, com reflexos na manutenção de empregos e risco de perda de postos de trabalho no setor.

Na Bahia, o impacto tem sido mais direto devido à política de preços da Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Marcelo Travassos, secretário executivo do Sindicombustíveis/Ba, alertou para os efeitos da atual conjuntura internacional sobre a economia do estado, com risco de perda de competitividade, aumento de custos e pressão sobre os preços ao consumidor final. “Não tem como a Acelen ter uma perspectiva de concorrência com a Petrobrás. Isso termina em uma cadeia muito danosa para a nossa economia”, explicou.

Segundo Travassos, os aumentos foram bastante representativos e a situação é muito delicada para os postos revendedores de combustíveis. Os reflexos irão afetar diretamente a economia baiana e, a longo prazo, poderão causar a perda de postos de trabalho. “Estamos muito preocupados com a saúde financeira dos nossos representados e com as consequências para o povo baiano”, completou.

Hoje, o litro da gasolina está sendo vendido a R$ 7 na Bahia. Até o final da semana, o secretário executivo adiantou que esse valor pode aumentar. Ele justificou que a Acelen costuma acompanhar o preço do mercado internacional e há informações de que o preço da gasolina será reajustado em mais 0,15 centavos. Na quinta-feira (12), uma nova atualização de preço deverá ser anunciada.

Apesar do cenário desfavorável, Travassos disse que não é momento de pânico e nem de estocar combustível. “Temos alternativas de políticas governamentais para diminuir esse impacto dos preços internacionais na nossa economia”, assegurou.  

Bahia
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Sindicombustíveis anuncia impactos negativos para economia baiana causados pela guerra no Golfo Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Sindicombustíveis manifestou preocupação com os efeitos do atual cenário internacional sobre o mercado de combustíveis na Bahia. O conflito envolvendo Estados Unidos, Israel e Irã tem pressionado as cotações do petróleo no mercado internacional e já provoca reflexos no Brasil.

Na Bahia, o impacto tem sido mais direto devido à política de preços da Acelen, responsável pela Refinaria de Mataripe. A empresa realizou reajustes nos 04 e 05 de março, os quais alcançaram o valor de R$ 0,30 a mais para a gasolina e R$ 0,80 sobre o diesel, acompanhando o movimento do mercado internacional.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, Marcelo Travassos, secretário executivo do Sindicombustíveis-BA, disse que o momento mundial é delicado e interfere diretamente na economia petrolífera. “A gente se preocupa porque, há qualquer momento, sentindo-se incomodado com esse estreitamente do fornecimento de sua matéria-prima para geração de energia, a China pode começar a tomar ações e termos um conflito muito mais agravado do que já é”, afirmou.

Hoje, Travassos destacou que o agravamento na geopolítica mundial é crítico, a ponto de o barril de petróleo ter saído de 70 dólares para mais de 100 dólares. Especialistas alertam que o barril de petróleo pode chegar a 200 dólares nesse cenário. “Se a gente já teve um reflexo muito grande na Bahia na semana passada, com o aumento de 0,30 centavos na gasolina e de 0,80 centavos no diesel, imagine como será. Vai ser muito difícil”, analisou.

Bahia
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Combustíveis ficam mais baratos na Bahia Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

A população baiana recebeu uma boa notícia: o preço dos combustíveis teve uma redução significativa, aliviando o orçamento de quem depende diariamente do carro para trabalhar, como é o caso dos motoristas de aplicativo. A Acelen, empresa responsável pela Refinaria de Mataripe, anunciou a diminuição no valor da gasolina em 10,7%, do diesel S-10 em 4,5% e do diesel S-500 em 5,5%. A empresa explica que os preços são definidos com base em critérios de mercado, considerando fatores como o custo do petróleo (adquirido a preços internacionais), a variação do dólar e o frete. Os valores podem, portanto, sofrer oscilações, tanto para cima quanto para baixo. Segundo a Acelen, a política de preços segue padrões internacionais e é guiada por critérios técnicos e transparentes.

Bahia
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Sindicombustíveis diz que oferta de gasolina e diesel segue normal Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Em relação as notícias veiculadas sobre um possível desabastecimento de combustíveis na Bahia, conforme denúncia do Sindicato dos Petroleiros da Bahia (Sindipetro-Ba), o Sindicombustíveis Bahia informa que em contato com os postos de combustíveis e com as distribuidoras de combustíveis que atuam no mercado baiano, não identificou a falta ou restrição nos fornecimentos de gasolina e diesel. O mercado de combustíveis do Brasil é de responsabilidade da Agência Nacional de Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) e, entre as suas atribuições, está a regulação dos estoques de combustíveis em diversas regiões do país, com total controle para eventual contingenciamento de estoque. Além disso, o sindicato esclarece que o abastecimento de combustíveis não acontece única e exclusivamente através das refinarias e petroquímicas, e que, numa eventual necessidade, existe a possibilidade de importação desses produtos. Por esse motivo, não há necessidade de falar em desabastecimento. Após a Acelen, empresa responsável pela administração e produção de combustíveis nas unidades da Refinaria de Mataripe admitir que sua produção foi reduzida, e com isso correr o risco de a Bahia ficar em desabastecimento, o diretor do Sindicombustíveis, Marcelo Travassos, afirmou que não crê em aumento de preços nos postos de gasolina devido à baixa oferta da empresa. De acordo com o diretor, a Acelen atua sob compromissos contratuais que a obriga a não chegar a um desabastecimento total. Caso a produção chegue a um limite crítico, a refinaria pode e deve providenciar no mercado nacional e internacional a oferta de produtos para atender a demanda do estado. “Qualquer empresa que trabalhe no fornecimento de derivados do petróleo tem compromissos contratuais, assim é uma refinaria. Elas têm diversas opções de fornecimento de produtos. Nesse caso de manutenção programada, que toda refinaria tem, ela pode e deve providenciar no mercado internacional a oferta de produtos para atender a demanda. Temos combustíveis que não são produzidos no Brasil, temos importados também”, explicou Travassos.

Bahia
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Acelen anuncia aumento de 5,1% no preço da gasolina vendida para distribuidoras na Bahia Foto: Reprodução/EPTV

A Acelen, empresa que administra a Refinaria Mataripe, informou que os preços da gasolina vendida para as distribuidoras de combustíveis na Bahia terão reajuste de 5,1%. O anúncio foi feito nesta quinta-feira (18). Segundo a empresa, os preços dos produtos da Refinaria de Mataripe seguem critérios de mercado que levam em consideração variáveis como custo do petróleo, que é adquirido a preços internacionais, dólar e frete, podendo variar para cima ou para baixo. A Acelen ressaltou ainda que possui uma política de preços transparente, amparada por critérios técnicos, em consonância com as práticas internacionais de mercado.

Brasil
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Senado aprova projeto que limita ICMS sobre combustíveis e luz Foto: Divulgação/Senado

O Senado aprovou nesta segunda-feira (13) o projeto que limita as alíquotas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) incidentes sobre combustíveis, gás natural, energia elétrica, comunicações e transporte coletivo. O texto-base da proposta foi aprovado por 65 votos a 12. A proposta tem origem na Câmara, onde foi aprovada no mês passado com o objetivo de reduzir os preços, principalmente, dos combustíveis e da conta de luz em ano eleitoral. De acordo com o G1, os sucessivos reajustes nesses itens contribuem para o aumento da inflação, o que afeta negativamente a popularidade do governo. Por isso, parlamentares que apoiam o presidente Jair Bolsonaro se mobilizaram para a aprovação da proposta em uma semana de feriado e em plena segunda-feira – quando, geralmente, não há sessões no Senado. O texto foi aprovado com modificações propostas pelo relator Fernando Bezerra (MDB-PE), ex-líder do governo no Senado, e por senadores. Os senadores também aprovaram um destaque (sugestão de alteração no conteúdo do projeto), apresentado pelo MDB, que garante os pisos constitucionais da saúde e da educação e do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Por isso, a proposta voltará para análise dos deputados. Antes de elaborar o relatório, Bezerra fez reuniões com o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), governadores e secretários de Fazenda em busca de consenso. As principais reivindicações dos estados, no entanto, não foram atendidas na versão final do parecer.

Brumado
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Privatização de refinaria provoca alta e oscilação no preço dos combustíveis na Bahia, diz sindicato Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na Bahia, o preço dos combustíveis tem permanecido acima do valor praticado em outros estados. Em entrevista ao site Achei Sudoeste, Alberto Costa, vice-presidente do Sindicato dos Combustíveis no Estado da Bahia, disse que o órgão vê com muita preocupação o aumento no preço da gasolina, tendo em vista o impacto desse reajuste para a população. Segundo ele, a alta gera uma reação em cadeia e acaba inflacionando o preço de vários produtos. “Estamos nos posicionando e buscando demonstrar para a sociedade o que está ocorrendo, principalmente aqui na Bahia”, salientou. Nesse sentido, Costa explicou que a venda de uma refinaria por parte da Petrobrás no estado também contribuiu para a alta no valor dos combustíveis. O sindicato, segundo garantiu, tem feito a sua parte para buscar preços mais competitivos na Bahia.

Economia
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Jair Bolsonaro diz que trabalha com Petrobras para reduzir preço dos combustíveis Foto: Marcos Corrêa/PR

O presidente Jair Bolsonaro (PL) afirmou neste sábado (12) que trabalha junto à Petrobras para reduzir o valor dos combustíveis “de forma legal”. Ainda assim, o chefe do Executivo voltou a negar que vá interferir na política de preços da estatal. “Estamos tentando sim, de forma legal, junto ao presidente da Petrobras, os diretores, presidentes dos conselhos, ver o que se pode fazer para produzir petróleo, diesel e gasolina em especial, o mais barato possível na ponta da linha”, declarou o presidente em entrevista ao ex-governador do Rio de Janeiro Anthony Garotinho (PROS) na Rádio Tupi. O salto no preço dos combustíveis tem impactado a inflação e, consequentemente, a popularidade do governo em ano eleitoral. Bolsonaro costuma criticar a política de preços da Petrobras, que atrela o reajuste dos combustíveis à cotação do petróleo no mercado internacional. Apesar de relatar tratativas com o presidente da Petrobras, Joaquim Silva e Luna, Bolsonaro mais uma vez negou interferência na empresa. “Não podemos ser irresponsáveis. A gente não pode interferir no preço do combustível. Essa foi a política adotada pelo PT lá atrás. A Petrobras está trabalhando muito bem”, seguiu o presidente na entrevista.

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