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Guanambi
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Eleições 2026: Venda e consumo de bebidas têm restrições na região de Guanambi para o 2º turno Foto: Marcelo Camargo/Agência Brasil

Eleitores e comerciantes de sete cidades do sudoeste baiano devem ficar atentos às restrições para venda e consumo de bebidas alcoólicas neste fim de semana, por conta do segundo turno das eleições gerais de 2026. A determinação cumpre portarias expedidas pelos juízes de cada Zona Eleitoral sob a cobertura do 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM).

Os prazos e horários de bloqueio variam de acordo com a jurisdição de cada comarca. Em Palmas de Monte Alto, Sebastião Laranjeiras e Iuiu, a proibição entra em vigor a partir das 20h deste sábado (24) e segue até as 19h de domingo (25).

Nas cidades de Urandi e Pindaí, o veto tem início no mesmo horário — às 20h deste sábado —, contudo permanece ativo por um intervalo maior, encerrando-se apenas às 20h do domingo da votação.

Já no polo regional de Guanambi e no município vizinho de Candiba, a medida é restrita ao próprio dia da eleição: passa a valer à 0h de domingo e expira às 17h, momento em que as urnas são fechadas e se inicia a apuração dos votos.

O 17º BPM informou que o policiamento fiscalizará o cumprimento das ordens judiciais em bares, restaurantes, depósitos e eventos públicos. A finalidade da medida é conter aglomerações, evitar ocorrências de desordem e assegurar um ambiente pacífico para o exercício do voto na região.

Saúde
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Ashwagandha: Anvisa alerta que suplemento do TikTok não tem registro Foto: myHerb/Pixabay

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) emitiu um alerta reforçando a proibição da fabricação, comercialização, distribuição e uso da ashwagandha no Brasil. Promovida frequentemente nas redes sociais — com destaque para o TikTok — como uma solução para o relaxamento e o alívio de sintomas da perimenopausa, a erva de origem asiática não integra a lista de ingredientes autorizados no país e não possui registro sanitário. Para ilustrar a gravidade dos riscos, a agência citou o caso de uma mulher britânica que sofreu falência hepática, paradas cardíacas e severos danos cerebrais decorrentes do consumo da substância.

No comunicado, o órgão regulador lembrou que os suplementos alimentares servem exclusivamente para complementar a dieta de pessoas saudáveis com nutrientes, enzimas, probióticos ou substâncias bioativas, sendo vedada qualquer associação desses produtos a promessas de cura, prevenção ou tratamento de doenças. Regulamentados pela Resolução da Diretoria Colegiada nº 243/2018, tais itens devem ser formulados apenas com ingredientes previamente aprovados, devendo sua indicação ser avaliada por profissionais de saúde com base na rotina, na alimentação e na condição individual de cada paciente.

A Anvisa ressaltou que a maior parte dos perigos à saúde deriva de produtos irregulares ou clandestinos, que carecem de avaliação sobre a segurança de seus componentes e processos de fabricação. Contudo, a agência fez uma ressalva importante de que mesmo os suplementos devidamente legalizados podem oferecer riscos se consumidos sem necessidade ou fora das dosagens adequadas. Diante disso, a orientação é para que os consumidores sigam rigorosamente as recomendações médicas e as instruções descritas nos rótulos e embalagens dos produtos autorizados.

Sudoeste Baiano
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Mais de uma tonelada de carne irregular é apreendida em Candiba e Palmas de Monte Alto Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

Uma ofensiva contra o comércio irregular de alimentos resultou na apreensão de mais de uma tonelada de produtos de origem animal na região sudoeste da Bahia. As ações, coordenadas pela Agência de Defesa Agropecuária da Bahia (Adab), ocorreram nos municípios de Candiba e Palmas de Monte Alto, visando coibir o abate clandestino e garantir a segurança alimentar da população local.

Segundo apurou o site Achei Sudoeste, a ocorrência mais expressiva foi registrada no último domingo (26), em Candiba. Durante uma operação conjunta com a Vigilância Sanitária, os fiscais identificaram cerca de 740 kg de carnes bovina e suína em um estabelecimento comercial sem qualquer comprovação de origem ou inspeção sanitária. Já no dia 17 de abril, em Palmas de Monte Alto, as equipes interceptaram um animal bovino de aproximadamente 300 kg durante uma fiscalização de trânsito agropecuário. O transporte não atendia às exigências legais e sanitárias para o consumo humano.

De acordo com a Adab, produtos sem o selo de inspeção oficial representam um alto risco à saúde pública, uma vez que podem ser manipulados e armazenados de forma inadequada, servindo como vetores de doenças. Sem a garantia de procedência, a carne não oferece segurança biológica para quem a consome. Em ambos os casos, os responsáveis foram notificados e as medidas administrativas cabíveis foram aplicadas. Seguindo os protocolos de segurança, todo o material apreendido foi prontamente destruído para evitar que retornasse à cadeia de consumo.

As fiscalizações fazem parte de um cronograma contínuo da Adab em todo o estado. Além do caráter punitivo, a agência reforça ações de educação sanitária para orientar produtores e comerciantes sobre as normas vigentes. Para o consumidor final, a recomendação é clara: observar sempre a procedência do produto e priorizar a compra em estabelecimentos devidamente regularizados e que apresentem os selos de inspeção municipal (SIM), estadual (SIE) ou federal (SIF).

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