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Urandi
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Urandi: Mãe aciona MPBA buscando ajuste de horário de creche para continuar trabalhando Foto: Divulgação/PMU

Moradora da cidade de Urandi, Roseane Ferreira acionou o Ministério Público da Bahia (MPBA) para ajustar o horário de funcionamento de uma creche municipal.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, ela relatou que trabalha de segunda a sexta, de 8h às 17h, porém a creche onde deixa a sua filha só funciona até às 16h. Além disso, em datas comemorativas, como Dia dos Pais e Dia dos Avós, a unidade não tem expediente, deixando os pais completamente desassistidos. “Ficamos de mãos atadas sem saber o que fazer com a criança pra poder trabalhar. Não tenho rede de apoio e tenho que me desdobrar, às vezes, até trazer minha filha para o trabalho porque não tenho onde deixar”, relatou.

Roseane buscou diálogo com a Secretaria Municipal de Educação para rever a questão do horário de funcionamento da creche, porém sem êxito até o momento. A secretária da creche chegou a mobilizar o Conselho Tutelar, tendo em vista que a mãe estava deixando a filha até às 17h na unidade, ou seja, após o horário de funcionamento do local. A situação pode ser considerada abandono de incapaz. No entanto, Roseane alega que não tem condições de deixar o trabalho para buscar a filha na unidade. “Esse é o único horário que eu posso buscar a minha filha. Por que nas outras cidades as creches funcionam até às 17h? Outras cidades da região, todos dão esse apoio para nós, mães, que precisamos trabalhar”, argumentou.

O caso já foi levado ao conhecimento do Ministério Público. Na próxima quarta-feira (12), Roseane terá uma audiência com a promotora pública para falar sobre o assunto.

Em nota, a prefeitura informou que os horários de funcionamento das creches são decididos em comum acordo em reunião coletiva com os pais. Em uma escala mínima de 7 horas e máxima de 10 horas diárias de funcionamento, o Município destacou que atende a carga horária de nove horas, determinada pela legislação de tempo integral.

A prefeitura explicou ainda que, antes da atual gestão, o município possuía filas de espera para atendimento nas creches e o funcionamento das unidades ocorria somente em tempo parcial. Hoje, não há fila para matrícula e a jornada para o tempo integral foi ampliada em todas as unidades de educação infantil. “Isso demonstra o quanto estamos investindo na educação para dar maior conforto, segurança e qualidade no cuidado com a educação municipal”, garantiu, na nota.

Para o próximo ano, a prefeitura adiantou que discutirá a pauta com os pais e mães de alunos das creches municipais. Para que a creche funcione 10 horas diárias será necessária a recomposição da equipe, uma vez que a carga horária de trabalho dos funcionários públicos municipais é de 08 horas por dia.

Com relação à mãe que acionou o MP, a prefeitura disse que a mesma tem histórico de abandono de criança em outra escola do município, cujo horário de funcionamento era até às 17h. Conforme salientou, a mãe só procurou se manifestar nos meios de comunicação a partir das notificações da direção da creche e da Secretaria Municipal de Educação.

Vitória da Conquista
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Monitora de creche é espancada por mãe de aluno em Vitória da Conquista Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Uma monitora escolar de 46 anos foi espancada pela mãe de um aluno e uma acompanhante, na quarta-feira (6), após ser acusada de agressão pela criança, em Vitória da Conquista. De acordo com o G1, a Polícia Civil (PC) investiga a situação.

Segundo a prefeitura, o caso aconteceu em uma creche da rede municipal, durante uma reunião entre as envolvidas. A conversa foi solicitada após a mãe da criança buscar a unidade, na noite anterior, relatando a suposta agressão.

Durante o encontro, conforme detalhou a gestão municipal, o menino teria apontado para a monitora e alegado que ela teria tocado nele e dito para sentar durante uma aula. Nesse momento, a vítima foi atacada com socos em várias partes do corpo, além de ter a cabeça batida contra a parede.

A secretária da unidade, que tentou intervir, também foi agredida. Em meio à confusão, a Polícia Militar (PM) foi acionada, mas a dupla fugiu antes da chegada das equipes.

Após a chegada da polícia, a monitora foi socorrida pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e encaminhada para uma unidade de saúde, onde segue monitorada por uma equipe médica.

Em nota, a prefeitura pontuou que o policiamento foi reforçado nas imediações da creche pela Guarda Municipal e que o Núcleo de Prevenção e Monitoramento da Violência nas Escolas está prestando apoio à direção da creche na apuração dos fatos.

A gestão afirmou ainda que a Secretaria Municipal de Educação presta assistência psicológica, social e jurídica à servidora e à família dela.

O caso segue sob apuração da 2º Delegacia Territorial de Vitória da Conquista, onde foi registrado como lesão corporal. Testemunhas são ouvidas, em meio a outras investigações, para esclarecer os fatos. As suspeitas seguem soltas.

Guanambi
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Guanambi: Mulher invade creche, pega criança no colo e foge após ser questionada Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Na tarde da última quarta-feira (25), uma mulher invadiu uma creche municipal localizada na Avenida Monteiro Lobato, no Bairro Monte Azul, em Guanambi, e pegou uma criança no colo dentro das dependências da unidade.

O alerta mobilizou o 17º Batalhão de Polícia Militar (BPM) e a comunidade escolar. De acordo com o relato de uma funcionária de 58 anos, a suspeita entrou na instituição por volta de 14h50, alegando ser representante de uma associação de saúde. No local, segundo informou a corporação ao site Achei Sudoeste, ela disse que precisava realizar uma conferência nas carteiras de vacinação dos alunos.

Antes de entrar, a mulher foi vista fotografando a fachada e a área externa da creche. Já dentro da unidade, ela foi flagrada com uma criança no colo uma criança. Informações preliminares apontam que a menor está em processo de adoção.

Ao ser confrontada pela equipe gestora sobre sua identidade e a falta de autorização para circular no local, a mulher apresentou comportamento evasivo. Sem fornecer documentos ou maiores explicações, ela abandonou a creche e fugiu antes da chegada da polícia.

A Polícia Militar orientou a direção da creche sobre o reforço nos protocolos de segurança para acesso à instituição. O caso foi encaminhado para a Delegacia Territorial de Guanambi.

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