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Caetité
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Caetité: Prefeitura faz descontos sem justificativa e provoca repúdio dos professores Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Desde a última semana, os profissionais da educação estão mobilizados na cidade de Caetité. Até uma carta de repúdio foi direcionada pelos professores à Secretaria Municipal de Educação diante da gravidade da situação.

Ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, a professora Cristiane Rodrigues, que atua na rede municipal há 20 anos, disse que a categoria tem sofrido uma série de descontos indevidos e não recebeu o repasse do mês de janeiro/2026, que havia sido acordado com a atual gestão. “Estamos muito indignados com a falta de diálogo e clareza quanto à execução dos recursos destinados à educação e à falta de recursos para melhoria da área”, declarou.

Além de não receber o percentual firmado, Rodrigues apontou que os professores ainda se depararam com descontos abusivos, de mais de R$ 1 mil nos seus salários. “Ao invés de nos acrescentar, nos tiraram, sem nenhuma justificativa ou resposta”, completou.

Cristiane destacou que os professores foram pegos de surpresa e estão preocupados em como vão honrar os seus compromissos diante de tamanha perda salarial. “Estamos muito angustiados e apreensivos. É muito dinheiro para ser descontado. Desde novembro estamos sendo descontados, mas o desconto maior foi agora em janeiro”, falou.

A classe chegou a realizar uma manifestação pacífica cobrando seus direitos, porém o prefeito sequer respondeu e o Legislativo alegou desconhecer o fato. Segundo a professora, até o momento, a categoria não obteve nenhum retorno concreto e satisfatório que justifique as perdas que os profissionais vêm sofrendo há alguns meses. “ Não temos transparência”, disparou.

Carinhanha
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Professor denuncia direção de Colégio Estadual em Carinhanha de assédio e perseguição Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

O professor João Victor Magalhães denunciou que está sendo assediado e perseguido, individual e politicamente, no Colégio Estadual Velho Chico, em Carinhanha. Magalhães leciona na unidade desde 2023 após ser aprovado em processo seletivo no ano de 2022.

Em vídeo gravado para as redes sociais, ele acusou a nova gestão que assumiu a unidade de ensino de perseguição ao não conceder ao mesmo as cargas horárias já costumeiramente praticadas desde que foi aprovado no certame. “Sem motivo fundamentado, não deram a carga horária que era costume eu fazer na prática do noturno. O turno segue com aulas vagas e, por motivo pessoal, chefes imediatos não estão dando a minha carga horária”, disparou.

O professor informou que já lhe foram atribuídas três faltas e descontos indevidos, configurando assédio. “A educação pública do Estado da Bahia, que deve oferecer segurança aos alunos, está violentando professores. O Estado da Bahia, que deveria estar presente na vida dos alunos, está deixando os alunos sem aulas e sem acesso à educação”, completou.

João Victor registrou um boletim de ocorrência na delegacia contra o diretor do referido colégio alegando que está sendo vítima de abuso de poder e que o mesmo criou calendário próprio, desrespeitando o cronograma criado pelo Estado.

A direção da unidade alegou, segundo o professor, que a modalidade Educação de Jovens e Adultos (EJA) não precisa da área de exatas, visto que a sua formação é em matemática. Para o docente, o motivo não se justifica e representa uma violência aos seus direitos e aos dos alunos. “Quando um professor é violentado, toda a classe é prejudicada e todos precisam se mobilizar”, finalizou.

A direção do Colégio Estadual Velho Chico não se manifestou sobre as denúncias do professor.

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