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Mulher é atacada por oito cães no Bairro Santo Antônio em Guanambi

No final da tarde do último domingo (15), uma mulher de 46 anos foi atacada por oito cães no Bairro Santo Antônio, em Guanambi. A vítima foi mordida nas costas, nas nádegas e nas pernas.

Segundo divulgou o jornalista Fernando Alves, da Rádio Cultura FM, parceira do Achei Sudoeste, a mulher só conseguiu se livrar do ataque após a ajuda de uma vizinha.

Os animais seriam cuidados por um homem de 49 anos. A presença constante dos cachorros na rua tem provocado medo e diversos transtornos, colocando os moradores do bairro em perigo.

O caso foi registrado na Delegacia Territorial e deverá ser apurado. O problema dos animais soltos em vias públicas é crônico na cidade, mesmo com a criação de um centro de controle de natalidade. Desde que o órgão foi fundado, a população canina só tem aumentado pelos logradouros públicos do município e a população cobra medidas mais enérgicas para resolução da questão.

Em Brumado, um homem mordido por cães enquanto seguia para o trabalho. 

Saúde
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Doença rara faz criança de 3 anos pesar 45 kg e chorar de fome o dia inteiro Foto: Reprodução/Correio 24h

Um menino de Massachusetts, nos Estados Unidos, chegou a pesar 45 kg aos 3 anos devido a uma condição genética rara que provoca fome constante, informou a revista People. Benjamin Freitag, hoje com 6 anos, nasceu com deficiência de leptina, distúrbio que impede o corpo de reconhecer quando está saciado. Segundo a mãe, Karen Freitag, de 41 anos, o filho chorava constantemente pedindo comida. A família chegou a esconder alimentos em festas e evitava frequentar parques para não encontrar caminhões de sorvete. Aos 2 anos, Benjamin pesava 29 kg e, no ano seguinte, chegou a 45 kg, mesmo com restrições alimentares. O excesso de peso dificultou seu desenvolvimento motor: ele só começou a andar aos 2 anos. O diagnóstico, confirmado em 2020, apontou que a condição, chamada LEPR, afeta cerca de 2 mil pessoas nos EUA e compromete o funcionamento da leptina, hormônio responsável pela sensação de saciedade. Com a identificação do problema, Benjamin foi incluído em um estudo com um medicamento aprovado para crianças a partir de 6 anos, mas que estava sendo testado em pacientes mais jovens. A família viajou mais de quatro horas para iniciar o tratamento. De acordo com Karen, a melhora foi perceptível em uma semana. “De repente, todo aquele barulho da comida sumiu e ele brincava sem pedir lanches. Foi uma virada total”, afirmou. Atualmente, Benjamin leva uma rotina semelhante à de outras crianças: pratica karatê, joga basquete, participa de festas e acampamentos e nada com frequência. Apesar de manter o peso de 45 kg, ele cresceu e está saudável. As informações são do Correio 24h.

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