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Pedreira Alabama apresenta liberação ambiental da prefeitura para extração em Ituaçu Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Nesta quinta-feira (14), um homem de 39 anos morreu soterrado em uma pedreira na localidade Riacho da Torta, zona rural do município de Ituaçu, na Chapada Diamantina. Paulo Ferreira Vieira trabalhava no local quando o incidente fatal foi registrado.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, o advogado Cléio Diniz, que presta assessoria jurídica para a Pedreira Alabama, assegurou que a empresa possui licença ambiental para operar no segmento de extração de bloco de granito. A licença, válida até o ano de 2027, foi emitida pela Prefeitura Municipal de Ituaçu (veja aqui).

O advogado afirmou que o documento tem a assinatura do secretário e do técnico responsável. “A licença ambiental existe e é válida. A empresa é toda legalizada”, atestou.

Ele relatou ainda que, na quinta-feira (14), o Corpo de Bombeiros passou o dia no local analisando as condições de funcionamento da pedreira. Ao final da inspeção, Diniz afirmou que a brigada liberou que as atividades seguissem normalmente no dia seguinte. “Está tudo em ordem, sem nenhuma questão ou irregularidade”, enfatizou.

Mesmo assim, a empresa decidiu decretar luto e as atividades seguem suspensas. Nesse período, o advogado informou que os trabalhadores irão passar por um curso de reciclagem como medida de segurança do trabalho prevista nesses casos.

Além de apoiar o trabalho da Polícia Civil, a pedreira também abriu uma investigação interna a fim de apurar os fatos e identificar as causas do acidente. O advogado assegurou que todas as medidas cautelares para atuação no trabalho dentro da pedreira foram adotadas e o ocorrido tratou-se de uma fatalidade. Inclusive, ele citou que o funcionário utilizava Equipamentos de Proteção Individual (EPIs) durante o incidente e não havia sido detectado risco de desmoronamento no ponto onde o mesmo operava.  

Por fim, Diniz ressaltou que a Pedreira Alabama opera há 12 anos no mercado e nunca havia ocorrido um acidente dessa natureza no local.

Bahia
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Inadimplência empresarial cresce na Bahia Foto: Reprodução/Tribuna da Bahia

O número de empresas inadimplentes na Bahia voltou a crescer e alcançou a marca de 331.168 CNPJs com dívidas em aberto até março de 2025, segundo levantamento nacional da Serasa Experian. Isso representa um crescimento de 3,1% em relação ao mesmo mês do ano anterior, o que coloca o estado como o sexto com maior número absoluto de empresas negativadas no país. Esse número, por si só, já é significativo — porém, revela ainda mais nuances quando comparado à realidade dos outros estados. Apesar de ocupar a sexta posição no total de empresas inadimplentes, a Bahia aparece apenas na 15ª colocação quando se considera o percentual de empresas endividadas em relação ao total de CNPJs ativos no estado, com 30,5%. Isso significa que, embora o volume absoluto seja alto, proporcionalmente a Bahia tem um índice de inadimplência empresarial inferior ao de outros estados com economias menores, mas com taxas mais elevadas de negativação. A diferença entre as duas posições indica que o estado concentra uma quantidade relevante de empresas — especialmente micro e pequenas — que resistem ao cenário adverso da economia, mesmo diante de juros altos e restrição ao crédito. Mas o avanço constante da inadimplência, mesmo em patamar proporcional mais baixo, acende um alerta para a sustentabilidade dos pequenos negócios baianos. De acordo com o levantamento, as micro e pequenas empresas são as mais afetadas: em um ano, o número de pequenos negócios negativados na Bahia passou de 306.161 para 315.948, um crescimento de 3,2%. Em média, essas empresas acumulam de duas a cinco dívidas em aberto, muitas vezes com fornecedores, operadoras de cartão, instituições financeiras e empresas de telecomunicações. O comércio é o setor mais impactado, concentrando 43,9% das dívidas, seguido pelos serviços (38,5%) e pela indústria (15,3%). As informações são do Tribuna da Bahia.

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