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Polícia Civil
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Operação Arrefecer: Servidor é preso suspeito de prejuízo de R$ 100 mil em Casa Nova Foto: Divulgação/Polícia Civil

Um funcionário da prefeitura de Casa Nova, no norte da Bahia, foi preso por fraude processual durante uma operação da Polícia Civil, na segunda-feira (10). A “Operação Arrefecer” tinha o objetivo de cumprir um mandado de busca e apreensão durante investigação de um desvio do patrimônio público da cidade, que causou um prejuízo de mais de R$ 100 mil.

Em nota, a polícia informou que o alvo da operação é um servidor contratado pelo município. Ele é suspeito de subtrair mais de 16 aparelhos de ar-condicionado, materiais elétricos e de papelaria armazenados no depósito de um dos órgãos da cidade. A polícia não deixou claro se o suspeito preso era o funcionário alvo da operação.

Durante o cumprimento da ordem judicial, foi apreendido um veículo com indício de utilização para transporte do material desviado.

À TV Oeste, a prefeitura de Casa Nova informou que colabora com as investigações realizadas pelas autoridades. Além disso, a gestão municipal destacou que não compactua com qualquer irregularidade envolvendo o patrimônio público, reafirmando a transparência e correta utilização dos bens do município.

O suspeito preso foi encaminhado à unidade policial, passou por audiência de custódia e foi liberado. As investigações do caso seguem em andamento com o objetivo de recuperar os bens desviados e apurar a participação de outras pessoas.

Vitória da Conquista
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Justiça decreta preventiva de delegado flagrado com Hilux apreendida em Vitória da Conquista Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

O Plantão Judiciário do Tribunal de Justiça do Estado da Bahia (TJBA) manteve a prisão preventiva de um delegado da Polícia Civil preso em flagrante pela Corregedoria da corporação na última sexta-feira (7), em Vitória da Conquista. A decisão foi proferida pela juíza plantonista Daniela Guimarães Andrade Gonzaga que homologou a prisão e atendeu ao pedido do Ministério Público da Bahia (MPBA).

De acordo com a decisão publicada no último sábado (08) e recebida pelo site Achei Sudoeste, o delegado foi surpreendido por policiais civis da Corregedoria enquanto transitava no Centro do município a bordo de uma caminhonete Hilux prata ostentando uma placa fria. Em consulta ao sistema Sinesp, os agentes constataram que a placa clonada pertencia, na verdade, a um veículo Saveiro. O automóvel conduzido pelo delegado é um bem apreendido no âmbito de um inquérito policial instaurado em 2025, o qual estava sob a responsabilidade e presidência funcional do próprio investigado.

A investigação aponta que, no momento da abordagem na Rua Paulo Filadélfo, o acusado manobrou o veículo para a garagem de sua residência, fechou o portão e impediu a entrada da equipe por alguns minutos. Durante essa interrupção, o delegado efetuou a troca rápida do sinal identificador por outro conjunto de placas, tentando ocultar a adulteração. O ato foi registrado em vídeo e presenciado por agentes correcionais.

A defesa argumentou que a placa adulterada teria sido achada na rua pela esposa do custodiado para posterior devolução, solicitando a concessão de liberdade provisória com fiança. A versão, no entanto, foi rejeitada pela magistrada diante dos depoimentos e dos registros em vídeo gravados no local no exato momento da abordagem.  Na decisão, a juíza destacou a gravidade concreta das condutas, ressaltando que o investigado se valeu do cargo e de sua experiência funcional para tentar frustrar a fiscalização e adulterar provas. O delegado responde pelos crimes de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual e peculato.

Vitória da Conquista
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Delegado é preso suspeito de adulterar placa de carro em Vitória da Conquista Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Um delegado da Polícia Civil foi preso em flagrante na sexta-feira (7), em Vitória da Conquista. Segundo a instituição, ele é suspeito de adulteração de sinal identificador de veículo automotor, fraude processual e peculato. As informações são do G1.

O oficial, é ex-titular da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubo do município, foi encontrado na casa onde mora, no bairro Candeias. Ele foi levado para a unidade policial e permanece à disposição da Justiça.

A prisão aconteceu após a Corregedoria da Polícia Civil (Correpol) tomar conhecimento de que uma caminhonete Hilux prata circulava com a placa KZK3E10. De acordo com consulta ao sistema Sinesp, no entanto, a identificação pertencia originalmente a uma Saveiro 1.6 CE TROOP.

Os policiais montaram uma campana nas proximidades da casa do delegado e o abordaram quando ele saiu do imóvel dirigindo o veículo com a placa considerada irregular.

Durante a fiscalização, o delegado pediu autorização para guardar o carro na garagem e chamar a esposa, que é advogada.

Conforme apuração do G1, ele fechou o portão do imóvel e interrompeu temporariamente o acesso dos policiais. Após alguns minutos e diante de novas ordens da equipe, o portão foi reaberto. Nesse intervalo, segundo a Corregedoria, a placa da caminhonete teria sido trocada.

O veículo passou a ostentar a identificação DZG0B91. A placa KZK3E10, que havia motivado a abordagem, foi encontrada dentro da própria Hilux.

Diante da situação, o delegado recebeu voz de prisão em flagrante e foi levado para a Delegacia Territorial de Vitória da Conquista.

A Polícia Civil informou que, além da adulteração do sinal identificador do veículo, o delegado é investigado por fraude processual e peculato.

Polícia Civil
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Advogada é alvo de operação suspeita de ocultar patrimônio de facção criminosa Foto: Reprodução/G1

Uma advogada de 28 anos foi alvo de uma operação da Polícia Civil, nesta quarta-feira (5), na cidade de Eunápolis, no extremo sul da Bahia. Ela é suspeita de falsificar o patrimônio de uma facção criminosa com atuação em Itabela.

A suspeita foi identificada como Brunay Cordeiro Santos e é investigada pelos crimes de participação em organização criminosa, falsidade ideológica e fraude processual.

A polícia solicitou a prisão preventiva à Justiça, mas o pedido foi negado porque a advogada teve filho recentemente. Informações preliminares apontam que uma medida cautelar foi solicitada e Brunay monitorada por tornozeleira eletrônica.

Ainda segundo a polícia, a advogada é suspeita de integrar um esquema de fraudes documentais e processuais para beneficiar os integrantes de uma organização criminosa investigada por homicídios e tráfico de drogas.

A polícia não detalhou como o esquema era feito, nem quais benefícios foram conquistados através das fraudes.

Durante a operação nesta quarta-feira, foram cumpridos mandados de busca e apreensão nos endereços da advogada e diversos aparelhos eletrônicos e documentos foram apreendidos. As informações são do G1.

Bahia
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Advogados suspeitos de fraude e lavagem de dinheiro em Salvador e Feira de Santana Foto: Divulgação/MP-BA

O Ministério Público da Bahia (MP-BA) cumpriu, neste sábado (1º), seis mandados de busca e apreensão em Salvador e Feira de Santana durante a Operação Perjúrio. As diligências foram realizadas em endereços residenciais e comerciais ligados a quatro advogados investigados por suspeita de fraude processual, estelionato, associação criminosa e lavagem de dinheiro.

Os nomes dos advogados não foram divulgados. Segundo o MP-BA, o grupo é suspeito de usar documentos falsificados para entrar com ações judiciais em larga escala, principalmente contra instituições financeiras.

De acordo com a investigação, foram encontrados comprovantes de residência falsificados e movimentações financeiras consideradas atípicas que somam cerca de R$ 723 milhões entre 2019 e 2025.

As investigações apontam que o esquema envolvia advogados e empresas dos setores de consultoria empresarial, cobrança, recuperação de crédito e manutenção de equipamentos eletrônicos.

Ainda segundo o MP-BA, documentos com informações repetidas e adulteradas teriam sido usados em centenas de processos distribuídos em diferentes comarcas da Bahia.

A apuração também identificou indícios do uso de boletos bancários emitidos por terceiros como comprovantes de residência, além de procurações e outros documentos cuja autenticidade é investigada.

O grupo ainda é suspeito de usar mecanismos para dificultar o rastreamento da origem e do destino dos recursos, o que fundamenta a investigação por possível lavagem de dinheiro.

Todo o material apreendido será analisado para aprofundar as investigações, identificar a extensão do esquema e individualizar a responsabilidade dos envolvidos, informou o Ministério Público.

A investigação é conduzida pelo Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas e Investigações Criminais (Gaeco).

Brumado
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Operação Trama Arquitetada é deflagrada contra PMs investigados por execução em Brumado Foto: Divulgação/MP-BA

O Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA) deflagrou na manhã desta terça-feira (02), a “Operação Trama Arquitetada” contra três policiais militares investigados pela morte de Olímpio Michael Lopes de Oliveira, ocorrida em 1º de setembro de 2024, no povoado de Campo Seco, zona rural do município de Brumado. Foram cumpridos três mandados de busca e apreensão em Brumado e Vitória da Conquista contra três policiais militares investigados pelos crimes de homicídio qualificado e fraude processual. Na ocasião, foram apreendidos dois celulares que serão submetidos à análise para auxiliar no aprofundamento das investigações. Os mandados foram cumpridos em ação integrada do Grupo de Atuação Especial de Combate às Organizações Criminosas (Gaeco), a Força Correcional Especial Integrada (Force/SSP) e a Corregedoria da Polícia Militar.

Os alvos da operação são três soldados da Polícia Militar da Bahia, sendo dois lotados no 24º Batalhão de Polícia Militar (BPM), em Brumado, e um policial que atuava na Rondesp Sudoeste, em Vitória da Conquista. As investigações do Grupo de Atuação Especial Operacional de Segurança Pública (Geosp) do MP da Bahia apontam a possível prática dos crimes de homicídio qualificado e fraude processual.

Segundo apurado pelo MP-BA, a versão apresentada pelos policiais, de que a morte teria ocorrido em confronto armado durante uma perseguição, foi contrariada por provas testemunhais e demais elementos colhidos durante a investigação. Os depoimentos indicam que Olímpio Michael não portava arma de fogo, foi perseguido após fugir de uma abordagem policial e acabou atingido sem que houvesse troca de tiros. Há ainda relatos de que os policiais chegaram ao local à procura específica da vítima, circunstância que reforça os indícios de uma ação direcionada.

As investigações apontam também possíveis inconsistências relacionadas à arma apresentada pelos agentes após o fato e sinais de lesões no corpo da vítima que ainda estão sendo esclarecidas.

A lei impede a divulgação de nomes de investigados.

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