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Vitória da Conquista
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Polícia Civil incinera 400 kg de drogas em Vitória da Conquista Foto: Divulgação/Polícia Civil

A Polícia Civil da Bahia realizou, nesta quinta-feira (27), a incineração de cerca de 400 quilos de drogas na cidade de Vitória da Conquista. A carga destruída continha porções de cocaína, maconha, skunk e haxixe, apreendidas em operações recentes promovidas pelas forças de segurança pública para combater o tráfico e as organizações criminosas na região.

A incineração ocorreu em um local adequado, respeitando os protocolos de segurança exigidos pela legislação, e contou com a fiscalização presencial de um representante do Ministério Público do Estado da Bahia (MPBA). A ação foi conduzida pela 8ª Delegacia de Tóxicos e Entorpecentes (DTE), órgão vinculado ao Departamento Especializado de Investigação e Repressão ao Narcotráfico (DENARC).

De acordo com o delegado Fabiano Aurich, titular da 8ª DTE, a eliminação dos entorpecentes conclui os trâmites legais relativos às apreensões e reforça o trabalho conjunto entre a Polícia Civil e o Judiciário na desarticulação do crime organizado no sudoeste baiano.

Sudoeste Baiano
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Carnes de caça ilegal são apreendidas em Itapetinga, Brumado, Poções e Anagé Foto: Divulgação/PMVC

Uma operação do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) resultou na apreensão de um freezer repleto de animais silvestres abatidos no interior da Bahia. A carga chegou ao Centro de Triagem de Animais Silvestres (Cetas) de Vitória da Conquista na noite de quinta-feira (20), escancarando a persistência da caça predatória e do comércio ilegal de fauna na região.

Entre os itens apreendidos nas cidades de Itapetinga, Brumado, Poções e Anagé, os fiscais encontraram cerca de dez animais inteiros, além de cortes de espécies como tamanduás, tatus e veados. Por ser fruto de crime e não possuir qualquer controle sanitário, o material proibido não poderá ser aproveitado nem mesmo para a alimentação dos animais abrigados no Cetas e terá como destino final a incineração.

Coordenador do Cetas, Aderbal Azevedo destacou o espanto com o volume da apreensão e alertou para a responsabilidade de quem compra o material. Segundo ele, o abate predatório só se mantém porque existe uma demanda ativa na ponta final, ressaltando que quem consome carne de caça é tão responsável pelo crime quanto quem mata os animais na mata.

A assessora especial da Secretaria Municipal do Meio Ambiente (Semma), Ana Cláudia, frisou que a caça sem permissão é enquadrada na Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605/1998), que prevê punições severas para o abate, transporte e venda de produtos da fauna. O enfrentamento a esse tipo de conduta vem sendo intensificado na região sudoeste do estado por meio de uma força-tarefa conjunta entre a Semma, o Inema e o Ibama.

Além do impacto direto na biodiversidade e no equilíbrio dos ecossistemas locais, as autoridades ambientais reforçam o apelo para que a população denuncie e se recuse a adquirir ou consumir produtos de origem ilícita. A preservação da fauna silvestre depende do combate ostensivo dos órgãos de fiscalização, mas exige também a conscientização coletiva para cortar a cadeia de suprimento do tráfico.

Igaporã
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27,3 kg de carne estragada é apreendida em comércio de Igaporã Foto: Lay Amorim/Achei Sudoeste

Cerca de 27,3kg de carne bovina imprópria para consumo foram apreendidos na tarde de sexta-feira (13), em um estabelecimento comercial no bairro Alto do Cruzeiro, no município de Igaporã. A mercadoria apresentava sinais de deterioração e foi recolhida após fiscalização realizada pela Vigilância Sanitária.

A ocorrência foi realizada por policiais do 2º Pelotão da 38ª Companhia Independente da Polícia Militar (CIPM), acionados por um comerciante. Segundo relato do proprietário, a remessa recém-entregue apresentava condições inadequadas para comercialização e consumo.

A guarnição solicitou a presença da Vigilância Sanitária do município, que realizou a inspeção técnica no local. Após a análise, os fiscais confirmaram que a carne estava estragada e representava risco à saúde pública.

Segundo apurou o site Achei Sudoeste, todo o material foi recolhido e encaminhado para incineração, conforme os protocolos sanitários. A carga havia sido transportada por um funcionário da empresa responsável pelo fornecimento da mercadoria.

Após a constatação da irregularidade, os envolvidos foram conduzidos à delegacia da Polícia Civil, onde foi registrado um boletim de ocorrência.

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