Tag

#LiberdadeDeImprensa

2 notícia(s) encontrada(s)
Brumado
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Jornalista brumadense sob medida protetiva após ataques em Luís Eduardo Magalhães Foto: WhatsApp/Achei Sudoeste

A jornalista natural do município de Brumado, Scheila Bernardes, que apresenta o Jornal da Manhã na Rádio Cultura FM, na cidade de Luís Eduardo Magalhães, na região oeste da Bahia, tem sido alvo de muitos ataques nas redes sociais e pessoalmente. A situação se agravou e chegou ao ponto de a jornalista pedir proteção na justiça.

Em entrevista ao site Achei Sudoeste e ao Programa Achei Sudoeste no Ar, nesta terça-feira (01), ela relatou que teve uma medida protetiva expedida em seu favor no último sábado (29), após ter a sua casa filmada por um servidor público nomeado no município. Segundo Bernardes, o mesmo tem invadido a sua privacidade e proferido diversos xingamentos contra a sua pessoa e a sua família.

Além disso, outra emissora local ligada a esse indivíduo, tem realizado uma campanha difamatória contra a jornalista desde o início do ano. “Há situações que não deixam marcas no nosso corpo, mas causam medo, insegurança, sofrimento e que exige da gente proteção. Hoje eu sou uma mulher, esposa, mãe de família, jornalista que vive sob proteção da justiça para continuar trabalhando e vivendo”, afirmou.

Bernardes destacou que a Justiça entendeu que a situação a qual tem sido exposta constantemente configura perseguição, ameaça e intimidação. Ela denunciou que os ataques estão relacionados a um grupo político local. “Acredito que tudo isso seja de iniciativa de um grupo político. Temos algumas evidências, inclusive na medida protetiva apresentamos fatos reais e provas de que existe um grupo de WhatsApp que era movimentado no intuito de deferir a minha pessoa uma série de xingamentos”, descreveu.

A motivação para esse ciclo de violência e ameaças, conforme salientou, está relacionada ao desempenho de sua função como jornalista, que não tem sido bem vista por algumas pessoas. “É lamentável e um momento muito difícil, grave e delicado. Conto com a solidariedade dos colegas de imprensa e com as orações de todas as pessoas que têm família como eu para superar isso que estamos passando”, frisou.

Com a medida protetiva, a Ronda Maria da Penha está circulando no entorno da casa da jornalista e nas imediações da emissora de rádio onde ela trabalha. Scheila garantiu que não deve nada a atual gestão e tem feito um jornalismo ético, responsável e participativo, dando voz e vez à população. “Os ataques são pessoais e uma tentativa de destruição de reputação”, disparou.

Brasil
Ouvir Notícia
Narração automática (IA)
Ouvindo Notícia
Narração automática (IA)
Senado aprova lei que pune quem filmar ou compartilhar fotos de cadáveres Foto: Ton Molina/Agência Senado

O Senado Federal aprovou o Projeto de Lei nº 1.242/2026, que torna crime o registro e a divulgação não autorizada de imagens de cadáveres e de vítimas de acidentes ou crimes no Brasil. A proposta, que altera o Código Civil, estabelece que a captação e o compartilhamento de imagens sensíveis passam a ser punidos com pena de detenção e multa quando houver finalidade comercial ou violação da honra.

A medida visa proteger a memória e a dignidade das pessoas falecidas, garantindo respaldo jurídico para que parentes e familiares processem criminal e civilmente os responsáveis pelo vazamento. A votação da matéria ocorreu na quarta-feira (15), após o presidente da Casa, Davi Alcolumbre, antecipar a pauta do plenário.

Durante a análise, o relator do projeto, senador Marcelo Castro (MDB-PI), decidiu abrandar a punição aprovada anteriormente pela Câmara dos Deputados. O texto original previa reclusão de 1 a 3 anos, mas o parecer final fixou a sanção em detenção de seis meses a dois anos, além de multa. A proibição atinge tanto quem faz as fotos e vídeos no local do ocorrido quanto quem repassa o conteúdo pelas redes sociais ou aplicativos de mensagem.

O projeto de lei também estabeleceu salvaguardas explícitas para garantir o livre exercício da imprensa. Ficou determinado que a cobertura jornalística de caráter informativo e de interesse público não será configurada como crime.

Além da atividade jornalística, o texto prevê exceções em que o registro e o uso das imagens permanecem autorizados. As fotos e gravações continuam permitidas nos casos em que houver autorização prévia da vítima ou quando forem necessárias para a instrução de processos e investigações judiciais. Por ter sofrido alterações no plenário do Senado, a matéria retorna agora para nova análise dos deputados federais.

Compartilhe
com nosso
Whatsapp

77 99968-1705

Mais Recentes

Mais Clicadas

Comentários

Arquivo

2026
2025
2024
2023
2022
2021
2020
2019
2018
2017
2016
2015
2014
2013